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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Continue amigo dessa gentalha, continue...
... e não defenda o clube como deve ser. Esta manobra de diversão do Alan, é mais uma das tácticas sujas do Braga com vista desta vez atacar um jogador do Benfica, no caso Javi Garcia, atingindo indirectamente o clube. O porquê disto? Assim poucos falam dos apagões convinientes que aconteceram durante o jogo de ontem no Estádio Axa. Cortar relações com esse clube era pouco... de ano para ano supreendem-nos com manobras de diversão cada vez piores... Seja melhor amigo do Salvador senhor presidente, e o Benfica no meio disso, fica onde? Há que ter uma reacção mais forte do que um simples comunicado. Não acontecendo, para o ano segue-se o quê?
domingo, 6 de novembro de 2011
Do mal o menos, um empate...(1-1)
Foi um Benfica com algumas alterações aquele que se apresentou em Braga, a maior delas, a entrada de Amorim para o meio campo, mantendo Gaitán na outra faixa. Javi Garcia e Emerson retornaram à equipa e Aimar apoiou um pouco apoiado Óscar Cardozo. Não foi um grande jogo do Benfica em Braga, regra geral divido o comentário entre a primeira parte e a segunda parte, desta vez não vou fazê-lo porque entre uma parte e outra, a diferença foi que na segunda parte, não existiram paragens por causa dos apagões das luzes do estádio do Braga. Uma primeira parte jogada aos soluços, sem grande história, a não ser uns rasgos individuais de Gaitán que saíu por insdisposição ao intervalo. Sofremos o golos num penalty duvidoso por mão de Emerson mesmo ao cair do pano e fomos a perder para o intervalo. No segundo tempo Rodrigo entrou logo em campo, mas foi o mesmo Benfica, sem criar perigo, aquele que vimos na segunda parte, salvou-se mesmo o golo do empate de Rodrigo. Tenho que dizer que estou um pouco preocupado com as recentes exibições da equipa, a equipa globalmente tem decrescido, será apenas uma fase menos positiva? Quero ver uma resposta melhor, já no próximo jogo.
Do mal o menos, conseguimos arrancar a ferros um empate em Braga que nos mantém na liderança a par do Porto. Foi o ponto mais positivo deste jogo. Acho que isso por si só diz tudo sobre o jogo que assistimos esta noite no Estádio Axa... Há que reunir as tropas...
Do mal o menos, conseguimos arrancar a ferros um empate em Braga que nos mantém na liderança a par do Porto. Foi o ponto mais positivo deste jogo. Acho que isso por si só diz tudo sobre o jogo que assistimos esta noite no Estádio Axa... Há que reunir as tropas...
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Campeonato nacional,
Far
Novo escriba no Eterno
A partir de hoje o Eterno Benfica terá mais um escriba de seu nome "PB". A ele, os desejos de boas colaborações, bons textos e uma boa "estadia" aqui no blog. A todos aqueles que se candidataram à vaga, o nosso agradecimente sincero.
Equipa Eterno Benfica
Equipa Eterno Benfica
Ver Braga sem ser por um canudo
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Campeonato nacional,
Far
sábado, 5 de novembro de 2011
Nolito tem sido injustiçado por Jesus?
Na blogosfera benfiquista tem sido um dos assuntos abordados. Depois de um fantástico início de época, onde facturou no total oito golos com boas exibições a condizer, Nolito tem sido relegado regra geral para o banco de suplentes ultimamente, mantendo Gaitán e Bruno César a titularidade. Estará Nolito a ser desconsiderado pelo treinador, como afirmam algumas opiniões, fará menos sentido para Jesus no seu esquema a utilização do jogador espanhol, ou simplesmente Nolito está atravessando um momento de menor fulgor e por causa disso tem passado mais tempo no banco, entrando com esse estatuto no decorrer dos jogos? Eis o que pergunto...
Na minha forma de ver as coisas, todos os jogadores que actuam sobre as alas passam por um momento menos positivo a nível físico, seja Gaitán, Nolito ou Bruno César, um problema aliás que se estende a outros jogadores, noutros sectores do campo como é o caso de Witsel. Não há muito tempo, contra o Beira Mar, Nolito foi titular e não realizou uma exibição positiva, nem ele, nem quem actuou no lado contrário (Bruno César). O denominador comum nos últimos jogos tem sido esse... Os alas têm estado abaixo das expectativas, quando comparado com o início de temporada e nesta equação, entra obviamente a lesão de Enzo Pérez que se estivesse disponível, seria mais uma carta fundamental para o treinador, estou certo. Mas estará Nolito em pior forma do que os seus companheiros?
Estará então o jogador andaluz a ser menosprezado pelo treinador? É certo que a meu ver no início da temporada, Jesus teve umas declarações que na altura considerei menos elogiosas para com Nolito, mas alguém acredita mesmo que um treinador de topo, coloca as suas embirrações, vamos chamar assim, à frente do que é o melhor para a equipa? Certamente alguns dirão que sim, certamente que também haverá quem dirá que este abaixamento de forma da equipa recentemente, tem a ver com a ausência de Nolito no onze titular, mas eu acho que o problema vai além dessa hipótese.
Na minha óptica o futebol do Benfica tem um problema neste momento no que concerne aos alas, sejam eles quais forem. O futebol é demasiado centralizado, ou seja, todos os jogadores disponíveis para os flancos, têm a tendência de ir para o centro, afunilando muito o jogo, tornando as acções ofensivas, por vezes demasiado confusas. Quantas vezes vemos nós, alguém ir à linha de fundo e sacar de um cruzamento perigoso? Observam Gaitán a fazê-lo, Nolito, Bruno César? Contra equipas onde é preciso abrir o jogo, descobrir buracos, desbloquear autocarros, será importantes ter jogadores com essa capacidade e neste momento o único que temos, está lesionado (Enzo Pérez). Voltanto ao tema do post, quero acreditar que este afastamento de Nolito do onze, tem a ver apenas com questões tácticas e não com alguma embirração por parte de Jorge Jesus, que as tem por vezes em determinadas circunstâncias.
Na minha forma de ver as coisas, todos os jogadores que actuam sobre as alas passam por um momento menos positivo a nível físico, seja Gaitán, Nolito ou Bruno César, um problema aliás que se estende a outros jogadores, noutros sectores do campo como é o caso de Witsel. Não há muito tempo, contra o Beira Mar, Nolito foi titular e não realizou uma exibição positiva, nem ele, nem quem actuou no lado contrário (Bruno César). O denominador comum nos últimos jogos tem sido esse... Os alas têm estado abaixo das expectativas, quando comparado com o início de temporada e nesta equação, entra obviamente a lesão de Enzo Pérez que se estivesse disponível, seria mais uma carta fundamental para o treinador, estou certo. Mas estará Nolito em pior forma do que os seus companheiros?
Estará então o jogador andaluz a ser menosprezado pelo treinador? É certo que a meu ver no início da temporada, Jesus teve umas declarações que na altura considerei menos elogiosas para com Nolito, mas alguém acredita mesmo que um treinador de topo, coloca as suas embirrações, vamos chamar assim, à frente do que é o melhor para a equipa? Certamente alguns dirão que sim, certamente que também haverá quem dirá que este abaixamento de forma da equipa recentemente, tem a ver com a ausência de Nolito no onze titular, mas eu acho que o problema vai além dessa hipótese.
Na minha óptica o futebol do Benfica tem um problema neste momento no que concerne aos alas, sejam eles quais forem. O futebol é demasiado centralizado, ou seja, todos os jogadores disponíveis para os flancos, têm a tendência de ir para o centro, afunilando muito o jogo, tornando as acções ofensivas, por vezes demasiado confusas. Quantas vezes vemos nós, alguém ir à linha de fundo e sacar de um cruzamento perigoso? Observam Gaitán a fazê-lo, Nolito, Bruno César? Contra equipas onde é preciso abrir o jogo, descobrir buracos, desbloquear autocarros, será importantes ter jogadores com essa capacidade e neste momento o único que temos, está lesionado (Enzo Pérez). Voltanto ao tema do post, quero acreditar que este afastamento de Nolito do onze, tem a ver apenas com questões tácticas e não com alguma embirração por parte de Jorge Jesus, que as tem por vezes em determinadas circunstâncias.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Porquê as segundas partes são tão más?
O que coincidiu nos últimos dois jogos do Benfica, Olhanense e Basileia, ambos na Luz? Os segundos quarenta e cinco minutos da equipa foram bem piores, quando comparados com os primeiros quarenta e cinco. Relembro que este "fenónemo" não é algo virgem nesta temporada... No início da época com o Gil Vicente e Twente, ambos os jogos fora da Luz, aconteceu precisamente o mesmo... porque então isso acontece? Quais as razões para o abaixamento de forma da primeira parte para a segunda? São várias... em primeiro lugar não me parece que a equipa esteja no seu melhor em termos físicos, são vários os jogadores que demonstram fatiga, como Gaitán ou Witsel... o nosso meio campo é engolido no segundo tempo pelo meio campo adversário... mas estará aqui a única explicação para tal eclipse? Nem de perto... Existe a dependência Aimar... O que isto significa? O argentino é o jogador mais fulcral para o desempenho da equipa, é ele quem gere os ritmos do jogo conforme aquilo que ela precisa, e quando não está num momento tão vibrante, sempre que por isso é substituído, a equipa ressente-se e practica um futebol ainda pior... aconteceu com o Gil Vicente, aconteceu com a Olhanense, aconteceu com o Basileia? Coincidência? Não me parece.
Existe forma de ultrapassar esta dependência de Aimar? Sim, mas Jesus não tem feito uso disso. Dentro do actual plantel existem soluções, desde logo Bruno César, mas onde tem jogado o brasileiro? Sob as alas... Rende o máximo do que pode nesse lugar? Não. Depois há David Simão... Porquê o jovem português não é opção mais vezes, redendo ora Witsel, ora Aimar? Tem qualidade a mais para ser apenas enfeite de natal. E falando de Witsel, sempre que Aimar sai... já deu para perceber ou não que o belga, apesar de ser um excelente jogador, não é um organizador de jogo, antes um jogador de ligação entre sectores? Jogar com ele a 10 é um erro senhor Jesus...
Outro ponto fundamental a abordar e face a indisponibilidade recente de Javi Garcia, é a ligação entre Nemanja Matic e Axel Witsel. Ela existe mas de forma muito rudimentar... os jogadores em si não se complementam, porque são ambos sobretudo jogadores de posse de bola... por vezes é ver Witsel perdido no campo, sem saber mais ou menos que espaço ocupar, e Matic por outro lado, fruto da sua inadaptação ao lugar de trinco, não fecha, não faz as dobras sem bola, que tão importantes são no esquema do Jesus. Reparem na forma como nasce o golo do Basileia, "esqueçam" se for possível, o erro de Maxi e perguntem-se porque o espaço onde caíu a bola está desocupado... Esperemos que Javi Garcia recupere a tempo de Braga, pois dará uma outra segurança defensiva à equipa. Todos estes aspectos que enumerei precisam a meu ver ser revistos e trabalhados. As vitórias têm escondido algumas insuficiências na equipa, não podemos descansar à sombra das recentes vitórias, coisas há que precisam ser melhoradas. A rever rapidamente.
Existe forma de ultrapassar esta dependência de Aimar? Sim, mas Jesus não tem feito uso disso. Dentro do actual plantel existem soluções, desde logo Bruno César, mas onde tem jogado o brasileiro? Sob as alas... Rende o máximo do que pode nesse lugar? Não. Depois há David Simão... Porquê o jovem português não é opção mais vezes, redendo ora Witsel, ora Aimar? Tem qualidade a mais para ser apenas enfeite de natal. E falando de Witsel, sempre que Aimar sai... já deu para perceber ou não que o belga, apesar de ser um excelente jogador, não é um organizador de jogo, antes um jogador de ligação entre sectores? Jogar com ele a 10 é um erro senhor Jesus...
Outro ponto fundamental a abordar e face a indisponibilidade recente de Javi Garcia, é a ligação entre Nemanja Matic e Axel Witsel. Ela existe mas de forma muito rudimentar... os jogadores em si não se complementam, porque são ambos sobretudo jogadores de posse de bola... por vezes é ver Witsel perdido no campo, sem saber mais ou menos que espaço ocupar, e Matic por outro lado, fruto da sua inadaptação ao lugar de trinco, não fecha, não faz as dobras sem bola, que tão importantes são no esquema do Jesus. Reparem na forma como nasce o golo do Basileia, "esqueçam" se for possível, o erro de Maxi e perguntem-se porque o espaço onde caíu a bola está desocupado... Esperemos que Javi Garcia recupere a tempo de Braga, pois dará uma outra segurança defensiva à equipa. Todos estes aspectos que enumerei precisam a meu ver ser revistos e trabalhados. As vitórias têm escondido algumas insuficiências na equipa, não podemos descansar à sombra das recentes vitórias, coisas há que precisam ser melhoradas. A rever rapidamente.
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Análise da equipa,
Far
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Como avaliam a estreia de Luís Martins?
Foi uma exibição positiva, assim assim, negativa? Segundo a vossa opinião como avaliam a perfomance do jovem jogador vindo da formação, Luís Martins, na estreia na equipa principal do Benfica, contra o Basileia na liga dos campeões? A meu ver, foi uma estreia positiva, com alguns pontos dignos de registo. Defensivamente, é óbvio que Luís Martins tem ainda muita coisa a melhorar, desde logo o posicionamente defensivo sem bola, a forma como se posiciona no um para um, o timing de entrada à bola em cada corte, a sua capacidade física, mas ofensivamente pudemos ver um jogador descomplexado, capaz de conferir qualidade ao último terço do terreno, não tendo receio de ir à linha de fundo e arrancar cruzamentos. Luís Martins tem ainda que ser trabalhado, mas tem potencial para ser um lateral interessante. As comparações com Fábio Coentrão, têm que ser evitadas, porque é um termo de comparação pesado para o jovem jogador. Temos de deixar que ele cresca naturalmente sendo o Luís Martins apenas. Que continue a trabalhar.
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Far,
Luís Martins
Um empate com sabor a pouco
O Benfica podia ter garantido na noite de ontem a passagem para a fase seguinte da liga dos campeões, mas ainda não foi desta vez que tal aconteceu. Jesus que esteve fora do banco, manteve Rodrigo como titular e apostou em Luís Martins como titular, mantendo Maxi Pereira como lateral direito. Cardozo e Saviola foram relegados para o banco de suplentes assim como Nolito, que ultimamente tem tido esse estatuto. O Benfica entrou bem no jogo e marcou cedo pelo pé quente do momento Rodrigo, assistência de cabeça de Gaitán. Pensava-se que seria o início de uma boa noite para o Benfica, mas com o passar dos minutos a equipa foi tendo menos fulgor, não criando muitas oportunidades de perigo para a baliza do Basileia. A dupla Matic/Witsel no meio campo chegou para as encomendas e o Benfica soube gerir de forma geral, bem a posse de bola, controlando o Basileia. Mas o que estaria por vir não seria esse reflexo...
A segunda parte voltou a trazer um Benfica mais nervoso, voltou a trazer uma equipa que deixou o adversário subir no terreno, empurrando a equipa mais para trás no terreno do jogo. Não foi um uma entrada particularmente boa no segundo tempo e depois as duas primeiras substituições a meu ver foram mal feitas. A saída de Luís Martins que até vinha tendo uma estreia relativamente positiva podia acontecer, mas não para a entrada de Miguel Vítor... seria preferível deslocar Maxi para a esquerda e fazer entrar Amorim para lateral direito. Mas foi a saída de Aimar, que pertubou o futebol ofensivo do Benfica, a partir desse momento deixou de haver ligação entre o meio campo e o ataque, deixou de existir uma gestão da posse de bola, o meio campo do Basileia subiu em bloco e empurrou o Benfica para a sua grande área, marcando o inevitável dirira eu golo do empate. O Benfica não soube reagir bem ao golo sofrido e Nolito que depois entrou em jogo, veio tarde demais para o mesmo. As alas não estiverem em particular destaque, ne Gaitán nem Bruno César estiveram em evidência. Foi pena, porque poderíamos ter vencido.
Destaques individuais
Pablo Aimar: É o jogador nuclear desta equipa. Sem ele o Benfica perde muito na capacidade de gerir as partidas conforme aquilo que a equipa necessita. É ele quem acelera quando o jogo pede isso, é ele quem põe gelo no jogo quando se pede maior contenção...
Rodrigo: Voltou a marcar e voltou a mostrar que tem muito para dar à equipa. Muito oportuno, mas ainda sem fulgor para os noventa minutos. Mas está a deixar a sua marca...
A segunda parte voltou a trazer um Benfica mais nervoso, voltou a trazer uma equipa que deixou o adversário subir no terreno, empurrando a equipa mais para trás no terreno do jogo. Não foi um uma entrada particularmente boa no segundo tempo e depois as duas primeiras substituições a meu ver foram mal feitas. A saída de Luís Martins que até vinha tendo uma estreia relativamente positiva podia acontecer, mas não para a entrada de Miguel Vítor... seria preferível deslocar Maxi para a esquerda e fazer entrar Amorim para lateral direito. Mas foi a saída de Aimar, que pertubou o futebol ofensivo do Benfica, a partir desse momento deixou de haver ligação entre o meio campo e o ataque, deixou de existir uma gestão da posse de bola, o meio campo do Basileia subiu em bloco e empurrou o Benfica para a sua grande área, marcando o inevitável dirira eu golo do empate. O Benfica não soube reagir bem ao golo sofrido e Nolito que depois entrou em jogo, veio tarde demais para o mesmo. As alas não estiverem em particular destaque, ne Gaitán nem Bruno César estiveram em evidência. Foi pena, porque poderíamos ter vencido.
Destaques individuais
Pablo Aimar: É o jogador nuclear desta equipa. Sem ele o Benfica perde muito na capacidade de gerir as partidas conforme aquilo que a equipa necessita. É ele quem acelera quando o jogo pede isso, é ele quem põe gelo no jogo quando se pede maior contenção...
Rodrigo: Voltou a marcar e voltou a mostrar que tem muito para dar à equipa. Muito oportuno, mas ainda sem fulgor para os noventa minutos. Mas está a deixar a sua marca...
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Far,
Liga dos Campeões
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Onze para defrontar Basileia
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Far,
Liga dos Campeões
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Nemanja Matic tem sido boa alternativa a Javi?
No campeonato o sérvio já conta com mais minutos jogados que o próprio Javi Garcia. Matic tem aproveitado as lesões do espanhol, para ir entrando na equipa, amealhando minutos e sempre que foi titular até ao momento, o Benfica ganhou sempre. Mas será Matic o substituto ideal para Javi Garcia? Nota-se que tem cultura de posição de médio centro e que como médio defensivo está ainda a ser trabalhado. Jogando em cunha com Javi em alguns jogos, acho que pode ser uma boa solução, mas apesar das prestações relativamente positivas a "6" tenho algum cepticismo ainda ser será solução para essa posição específica no futuro. No entanto, verdade seja dita, quem dá o que tem, a mais não é obrigado - globalmente as exibições do gigante sérvio têm sido positivas. Que continue assim.
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Far,
Nemanja Matic
sábado, 29 de outubro de 2011
Uffa... Acabou por valer os preciosos três pontos
Foi um Benfica muito ofensivo aquele que se apresentou esta noite na Luz. A principal novidade no onze titular foi a incorparação de Rodrigo no lugar de Saviola, sendo que no meio campo, Witsel foi poupado, entrando para o seu lugar Pablo Aimar. Cedo demais se percebeu que o Benfica iria tomar para si as rédeas do encontro e logo no primeiro minuto, Rodrigo a passe de Gaitán inaugurou o marcador, o segundo golo ao serviço do Benfica no seu segundo jogo como titular, ele que não ficaria por aí, no que toca a golos marcados. Os primeiros 15 minutos foram jogados pelo Benfica a um ritmo diabólico e a culminar essa avalanche ofensiva, Rodrigo marcou novamente, o seu segundo golo no encontro, colocando o Benfica precocemente com o jogo practicamente resolvido. A partir daí, como seria natural esperar a equipa diminuíu o seu ritmo de jogo, gerindo a posse de bola, procurando atacar pela certa, explorando o erro do adversário, talvez já pensando no jogo de Quarta ante o Basileia.
Estava tudo resolvido? Nada mais enganador. Se o Benfica marcou cedo na primeira parte, o Olhanense respondeu na mesma moeda mas no segundo tempo, sem que ninguém pudesse esperar e com isso o jogo do Benfica transformou-se. Em vez de um Benfica fluido nos seus movimentos, perigoso nas transicções defesa/ataque, vimos um Benfica apático, que deixou o Olhanense subir de rendimento embora sem criar grandes ocasiões de perigo. A entrada de Witsel ao intervalo para o lugar de um desinspirado Aimar, trouxe pouco de bom ao jogo do Benfica, a equipa de Olhão reforçou o meio campo mais defensivo com Nuno Piloto e com isso a equipa subiu em bloco no terreno, encurtando as distâncias para a baliza do Benfica, felizmente que sem materializar tal tendência. A segunda parte do Benfica foi muito má, um alerta para o futuro próximo e uma prova de que a equipa ainda não é muito inteligente no seu todo, a preservar resultados. De qualquer forma, o importante foi alcançado, ou seja, a vitória e consequentes três pontos amealhados.
Destaque individual
Rodrigo: O jovem avançado surgiu endiabrado na primeira parte, marcando dois golos pleno de oportunidade e justificando a aposta em si. Está em nítido crescendo de forma e ganhando pouco a pouco o seu espaço no plantel. Rápido, tecnicista, com faro de golo, temos aqui matéria prima para dar muitas e boas alegrias à massa associativa do Benfica. Um bom talento para o futuro próximo.
Luisão: Luisão porquê? Porque aquele corte perto do final do jogo, valeu os três pontos... foi um corte providencial.
Estava tudo resolvido? Nada mais enganador. Se o Benfica marcou cedo na primeira parte, o Olhanense respondeu na mesma moeda mas no segundo tempo, sem que ninguém pudesse esperar e com isso o jogo do Benfica transformou-se. Em vez de um Benfica fluido nos seus movimentos, perigoso nas transicções defesa/ataque, vimos um Benfica apático, que deixou o Olhanense subir de rendimento embora sem criar grandes ocasiões de perigo. A entrada de Witsel ao intervalo para o lugar de um desinspirado Aimar, trouxe pouco de bom ao jogo do Benfica, a equipa de Olhão reforçou o meio campo mais defensivo com Nuno Piloto e com isso a equipa subiu em bloco no terreno, encurtando as distâncias para a baliza do Benfica, felizmente que sem materializar tal tendência. A segunda parte do Benfica foi muito má, um alerta para o futuro próximo e uma prova de que a equipa ainda não é muito inteligente no seu todo, a preservar resultados. De qualquer forma, o importante foi alcançado, ou seja, a vitória e consequentes três pontos amealhados.
Destaque individual
Rodrigo: O jovem avançado surgiu endiabrado na primeira parte, marcando dois golos pleno de oportunidade e justificando a aposta em si. Está em nítido crescendo de forma e ganhando pouco a pouco o seu espaço no plantel. Rápido, tecnicista, com faro de golo, temos aqui matéria prima para dar muitas e boas alegrias à massa associativa do Benfica. Um bom talento para o futuro próximo.
Luisão: Luisão porquê? Porque aquele corte perto do final do jogo, valeu os três pontos... foi um corte providencial.
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Campeonato nacional,
Far
Receber o Olhanense e ganhar ou ganhar!
O Benfica começa mais logo um ciclo infernal, que conta com desafios ante o Basileia, Braga, Manchester United, Braga e Sporting, não necessariamente por esta ordem. Por isso o mote é o mesmo de sempre, a vitória. Devem acontecer algumas alterações no onze titular em relação à última partida, desde logo Javi Garcia está lesionado e não vai poder jogar e é previsível que outros jogadores regressem à titularidade como Aimar ou Gaitán. Ou será que não?
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Apesar de Maxi Pereira estar convocado, não arriscaria para já a sua utilização, mantendo Amorim como lateral e poupando desta forma o uruguaio para o jogo com o Basileia. No meio campo procede-se a entrada normal de Matic por ausência de Javi, sendo que optaria por jogar com Nolito e Gaitán nas alas. Pode assim não acontecer necessariamente, mas entre estes dois, mais Bruno César, dois serão titulares. Na frente fazia retornar Aimar ao onze no apoio a Óscar Cardozo, mas é perfeitamente plausível a hipótese de Saviola manter a titularidade, deixado desta maneira El Mago fresco para os Suíços.
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Campeonato nacional,
Far
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Luís Martins pode ser aposta séria?
Aproxima-se o jogo da liga dos campeões ante o Basileia, uma partida onde Emerson não poderá actuar por ter sido expulso no jogo anterior. Sabendo que Capdevila não foi inscrito para essa competição, resta a pergunta... Poderá Luís Martins ser titular no lado esquerdo da defesa frente aos Suíços? Deve Jorge Jesus correr esse risco e lançar um jovem jogador vindo da formação ao mais alto nível? Respondo... porque não? Se um jovem jogador tem qualidade, como parece ser o caso, o único erro é não apostar nessa mesma qualidade, pelo que uma eventual aposta no jovem lateral parece-me realista. Alguns poderão dizer... ah e tal... numa liga dos campeões não se pode brincar, para apostar nele antes num jogo de uma taça interna... ao que responderei... a brincar esteve Jesus quando não inscreveu Capdevila... Com isto não estou a dizer que acredito que Jesus aposte em Martins, o mais provável é alguém jogar adaptado sob a esquerda quando recebermos o Basileia. Estou é a dizer que não censusaria uma eventual aposta do treinador, caso ela acontecesse.
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Far,
Luís Martins
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Onde deve o Benfica investir em Janeiro?
É uma pergunta que começa a ser feita na cabeça do benfiquistas. É certo que o plantel este ano é muito mais equilibrado e que a equipa para já está a corresponder pela positiva, mas há sempre espaço para melhoramentos, há sempre uma forma de tornar o plantel ainda mais competitivo, pelo que lanço a pergunta: A ter que investir no mercado de inverno, qual deveria ser a prioridade do clube?
Prioridade das prioridades:
Lateral esquerda: esta é a meu ver a grande prioridade de momento, dada a irregularidade exibicional que Emerson tem patenteado. Mas será que Jesus pensa da mesma forma? Parece-me mais ou menos evidente que dado ao afastamento de Capdevila que o Benfica procura uma nova solução para a lateral esquerda. Ou será que Jesus tira um coelho da cartola e aposta em Luís Martins, jogador vindo da formação? Acho algo improvável, mas nunca se sabe. No mercado de inverno se tivesse que apostar em entradas no plantel, e não tendo que mexer muito, apostaria no reforço deste sector, pelo menos. Se possível alguém que possa fazer as duas faixas. Um Ansaldi...
Outros retoques, mas sem o mesmo grau de urgência:
Lateral direito: Não podendo matar dois coelhos de uma só cajadada (Ansaldi), se fosse possível pensar numa real alternativa a Maxi Pereira, acho que seria de levar isso a sério. O Benfica tem um jogador emprestado, Daniel Wass, a quem reconheço competência, mas será aposta? E se Maxi se lesiona, Deus queria que não, com mais gravidade, será capaz de Amorim fazer com regularidade o lugar com a exigência que se tem que ter para essa posição especifica?
Defesa central: O Benfica tem uma excelente dupla de centrais e um central como alternativa com qualidade, no caso Miguel Vítor. Mas seria de todo descabido, pensar em mais uma solução com qualidade? Se existir uma oportunidade de negócio, e com isto estou a pensar num jogador como Dedé do Vasco da Gama, o único erro, seria o deixar passar essa oportunidade. Nem que seja a pensar mais num futuro a médio prazo... as boas equipas também constroem-se dessa forma, agindo por antecipação... pensando além do hoje.
Prioridade das prioridades:
Lateral esquerda: esta é a meu ver a grande prioridade de momento, dada a irregularidade exibicional que Emerson tem patenteado. Mas será que Jesus pensa da mesma forma? Parece-me mais ou menos evidente que dado ao afastamento de Capdevila que o Benfica procura uma nova solução para a lateral esquerda. Ou será que Jesus tira um coelho da cartola e aposta em Luís Martins, jogador vindo da formação? Acho algo improvável, mas nunca se sabe. No mercado de inverno se tivesse que apostar em entradas no plantel, e não tendo que mexer muito, apostaria no reforço deste sector, pelo menos. Se possível alguém que possa fazer as duas faixas. Um Ansaldi...
Outros retoques, mas sem o mesmo grau de urgência:
Lateral direito: Não podendo matar dois coelhos de uma só cajadada (Ansaldi), se fosse possível pensar numa real alternativa a Maxi Pereira, acho que seria de levar isso a sério. O Benfica tem um jogador emprestado, Daniel Wass, a quem reconheço competência, mas será aposta? E se Maxi se lesiona, Deus queria que não, com mais gravidade, será capaz de Amorim fazer com regularidade o lugar com a exigência que se tem que ter para essa posição especifica?
Defesa central: O Benfica tem uma excelente dupla de centrais e um central como alternativa com qualidade, no caso Miguel Vítor. Mas seria de todo descabido, pensar em mais uma solução com qualidade? Se existir uma oportunidade de negócio, e com isto estou a pensar num jogador como Dedé do Vasco da Gama, o único erro, seria o deixar passar essa oportunidade. Nem que seja a pensar mais num futuro a médio prazo... as boas equipas também constroem-se dessa forma, agindo por antecipação... pensando além do hoje.
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Análise ao plantel,
Far
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Gaitán renova, mas ficará quanto tempo?
Gaitán renovou por mais uma temporada com o Benfica, mas a claúsula de rescisão mantém-se nos mesmos 45 milhões de anteriormente. É uma das joias das coroa do actual Benfica e o clube sabe bem o mercado que o internacional argentino tem nesta altura... Será uma renovação à Fábio Coentrão, ou seja, renovar para um pouco mais tarde ser vendido a preço de ouro para um grande clube? O tempo dirá... Mas algo me diz que provavelmente será isso mesmo.
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Far,
Nicolás Gaitán
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Jesus e as variantes tácticas
Muito foi criticado Jorge Jesus na temporada transacta no que respeita ao seu sistema utilizado. Nesta temporada temos visto um treinador muito mais afoito nesse aspecto, se bem que a matéria prima também é de maior qualidade e que permite ao treinador mudar peças garantindo ainda assim qualidade nessas mexidas. É correcto dizer que o 4-1-3-2 continua a ser utilizado como táctica base neste Benfica, ou será que não? Reparemos no posicionamento de Pablo Aimar. Aimar esta temporada joga um pouco mais avançado no terreno, fazendo a ligação entre o meio campo e ataque, mas sendo um jogador posicionalmente mais perto do ponta de lança. O que isso nos traz de bom? Maior qualidade na posse de bola, maior segurança nas transicções defesa/ataque, maior equilibrio no meio campo com Javi Garcia, Witsel e Aimar. É uma equipa mais compacta, mais coesa e isso faz toda a diferença no rendimento do colectivo. Nâo é tanto a questão do 4-1-3-2 ou do 4-2-3-1 mas sim a forma como os jogadores se complementam dentro de campo.
Ainda assim e não fugindo da questão, penso que o 4-1-3-2 continua a ser o sistema base da equipa, mas este ano é interpretado com outra coerência e sobretudo com outro equilibrio. Para além de Aimar o elemento chave desta máquina chama-se Axel Witsel. O belga veio trazer ao Benfica aquilo que a equipa necessitava, ou seja, um jogador de ligação entre sectores, alguém que junta competência quer no momento defensivo, quer no momento ofensivo, que pudesse ser a peça do puzzle de ligação entre o médio defensivo e o médio mais atacante, entre Javi Garcia e Aimar. Faltava este jogador na temporada anterior, falava-se muito que a equipa tinha carência de um Ramires e era verdade. Pois bem, Witsel é um jogador diferente de Ramires, mas que garante à equipa o equilíbrio necessário, seja sem bola, seja com ela. Na minha opinião, foi a principal aquisição do Benfica 2011/2012 e tivemos algumas de qualidade como Artur, Garay, Bruno César ou Nolito. Jesus pode assim dentro do seu sistema habitual variar para outros sistemas, pois a diferença entre o 4-1-3-2 e o 4-2-3-1 pode ser o posicionamento de Witsel e Aimar.
Ainda assim e não fugindo da questão, penso que o 4-1-3-2 continua a ser o sistema base da equipa, mas este ano é interpretado com outra coerência e sobretudo com outro equilibrio. Para além de Aimar o elemento chave desta máquina chama-se Axel Witsel. O belga veio trazer ao Benfica aquilo que a equipa necessitava, ou seja, um jogador de ligação entre sectores, alguém que junta competência quer no momento defensivo, quer no momento ofensivo, que pudesse ser a peça do puzzle de ligação entre o médio defensivo e o médio mais atacante, entre Javi Garcia e Aimar. Faltava este jogador na temporada anterior, falava-se muito que a equipa tinha carência de um Ramires e era verdade. Pois bem, Witsel é um jogador diferente de Ramires, mas que garante à equipa o equilíbrio necessário, seja sem bola, seja com ela. Na minha opinião, foi a principal aquisição do Benfica 2011/2012 e tivemos algumas de qualidade como Artur, Garay, Bruno César ou Nolito. Jesus pode assim dentro do seu sistema habitual variar para outros sistemas, pois a diferença entre o 4-1-3-2 e o 4-2-3-1 pode ser o posicionamento de Witsel e Aimar.
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Análise ao plantel,
Far
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Jonathan Soriano para quê?
Especula-se que o Benfica pode estar interessado no avançado do Barcelona B Jonathan Soriano. Ponto prévio: acho que o jogador em questão tem muita qualidade e seria sempre por exemplo uma boa alternativa a Óscar Cardozo. Mas relembro que o Benfica tem Nélson Oliveira e Rodrigo para potenciar, ambos os jogadores com talento e qualidade para vingar no clube, pelo que uma eventual aposta no Soriano torna-se para mim algo difícil de entender, repito, não está em causa a qualidade do jogador. Apostem antes em colmatar as reais carências do plantel, como não sejam as faixas laterais da defesa, ou um outro defesa central de qualidade, não vá o diabo tecê-las e existir algumas lesões na dupla titular. Agora falar em mais um avançado nesta altura, para mim faz pouco ou nenhum sentido.
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Análise ao mercado,
Far
Problemas nas laterais da defesa
Qual será o sector mais débil da equipa entre titulares e suplentes? Diria sem pensar duas vezes: as laterais da defesa. Com excepção de Maxi Pereira existe um problema claro nestes sectores defensivos. Vamos por partes e começar por falar na lateral direita. Maxi Pereira é um excelente jogador, capaz de quando em forma garantir qualidade para a posição de lateral direito, mas quem pode fazer o seu lugar em caso de indisponibilidade do uruguaio? Existe uma altenativa directa para Maxi Pereira no plantel? A resposta não. O que existe são soluções por adaptação que não garantem qualidade idêntica na ocupação desse espaço. Amorim pode fazer o lugar, mas sempre fui dizendo que é um jogador que defensivamente deixa muito a desejar, apesar de atacar bem, quantas vezes já li por aí que estavam descansados com Amorim para esse lugar... não podiam estar mais errados. A outra solução será Miguel Vitor, um defesa central, que prima quando joga sob a faixa pela sobriedade com que defende, o problema é que não tem o pendor ofensivo que o sistema de Jesus assim obriga a ter, ainda para mais quando do outro lado, actua um Emerson que tem claras dificuldades em apoiar o ataque.
Pensemos agora o que se passa no lado esquerdo da defesa. Sabia-se que Coentrão seria difícil de substituír, mas esteve bem o Benfica no anterior defeso no que toca a colmatar esta lacuna? Digo imediatamente: nao. Emerson é jogador para o Benfica? Tenho as minhas sérias duvidas. Capdevila é pior do que Emerson? Tenho as minhas sérias duvidas.... Porque raio o espanhol ao menos não foi inscrito na liga dos campeões? Por estar fora de forma, dirão alguns... nenhum jogador fica eternamente fora de forma, mas alguém acha mesmo que o espanhol faria pior do que fez, a título de exemplo, Emerson nos últimos dois jogos? Se por um lado não conseguimos renovar com um jogador com provas dadas, no caso Maxi, por outro criamos problemas as vezes onde eles não deviam existir. A verdade é que começam a circular nomes para a lateral esquerda, já que Capdevila deve seguir o seu rumo e Emerson tarda em convencer os mais cépticos. Existe uma carência de qualidade nas faixas laterais, isso para mim é evidente, como também é evidente a necessidade de no mercado de inverno irmos em busca de mais um lateral esquerdo, mas um que não ofereça dúvidas no que toca à sua qualidade. Antes disso convinha desbloquear a renovação de Maxi...
Pensemos agora o que se passa no lado esquerdo da defesa. Sabia-se que Coentrão seria difícil de substituír, mas esteve bem o Benfica no anterior defeso no que toca a colmatar esta lacuna? Digo imediatamente: nao. Emerson é jogador para o Benfica? Tenho as minhas sérias duvidas. Capdevila é pior do que Emerson? Tenho as minhas sérias duvidas.... Porque raio o espanhol ao menos não foi inscrito na liga dos campeões? Por estar fora de forma, dirão alguns... nenhum jogador fica eternamente fora de forma, mas alguém acha mesmo que o espanhol faria pior do que fez, a título de exemplo, Emerson nos últimos dois jogos? Se por um lado não conseguimos renovar com um jogador com provas dadas, no caso Maxi, por outro criamos problemas as vezes onde eles não deviam existir. A verdade é que começam a circular nomes para a lateral esquerda, já que Capdevila deve seguir o seu rumo e Emerson tarda em convencer os mais cépticos. Existe uma carência de qualidade nas faixas laterais, isso para mim é evidente, como também é evidente a necessidade de no mercado de inverno irmos em busca de mais um lateral esquerdo, mas um que não ofereça dúvidas no que toca à sua qualidade. Antes disso convinha desbloquear a renovação de Maxi...
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Análise ao plantel,
Far
sábado, 22 de outubro de 2011
Vitória em Aveiro e liderança no campeonato
Como era previsível foi um Benfica com algumas mudanças, aquele que se apresentou para jogar em Aveiro contra o Beira Mar. Amorim colmatou a vaga aberta por Maxi na defesa, Matic de forma algo inesperada substituíu Javi Garcia, Nolito entrou no lugar de Nico Gaitán e Saviola como era de esperar, fez dupla de ataque com Óscar Cardozo. O Benfica começou o jogo de forma morna, procurando jogar no erro do adversário, mas sem criar grandes oportunidades para marcar. Estava a falhar a ligação meio campo/ataque, as transicções eram feitas de forma lenta, sem grande repentismo e imaginação. Foi então que um pormenor fez com que o Benfica subisse de rendimento, o recuo de Saviola no terreno, abrindo linhas de passe para Matic e Witsel, fazendo com que os alas enconstassem mais ao ponta de lança Cardozo. Nessa altura viu-se um Benfica mais afoito que acabou por marcar o primeiro golo num erro do guarda redes do Beira Mar Rui Rego, muito bem aproveitado por Tacuara que raramente dorme em serviço. Um golo que caíu literalmente do céu e que colocou a equipa em vantagem no intervalo por uma bola a zero.
O segundo tempo trouxe um Benfica muito, uma equipa que procurou jogar pela certa, arriscando muito pouco, e isso permitiu ao Beira Mar subir um pouco no terreno, embora sem criar grande ocasiões de perigo para as redes de Artur Moraes. Deu sempre a sensação de que se o Benfica acelerasse, o resultado seria bem mais desiquilibrado, mas foi um Benfica pragmático o dos últimos quarenta e cinco minutos. Foi um período do jogo sem grande história, sem muito para contar, sem sal para quem assistiu à partida. Mas o mais fundamental foi alcançado, ou seja, três pontos e consequente liderança no campeonato. Nem sempre é possível vencer um jogo com nota artística, um campeonato também é ganho muitas vezes com estas vitórias sem grande apelo, para além do resultado final. Venha daí o próximo desafio na Luz ante o Sporting Clube Olhanense.
Destaque individual
Axel Witsel: Foi ele o melhor jogador do Benfica em Aveiro, impressionante a forma como decide bem nos vários momentos do jogo. Se a defender prima pela eficácia no corte, pela forma inteligente como se posiciona, a atacar, protege muito bem a bola e sabe definir cada lance quase sempre nos momentos certos. Deu para perceber que o entendimento com Matic não é o mais certo, mas disso teve pouca culpa o belga. Fantástica exibição.
O segundo tempo trouxe um Benfica muito, uma equipa que procurou jogar pela certa, arriscando muito pouco, e isso permitiu ao Beira Mar subir um pouco no terreno, embora sem criar grande ocasiões de perigo para as redes de Artur Moraes. Deu sempre a sensação de que se o Benfica acelerasse, o resultado seria bem mais desiquilibrado, mas foi um Benfica pragmático o dos últimos quarenta e cinco minutos. Foi um período do jogo sem grande história, sem muito para contar, sem sal para quem assistiu à partida. Mas o mais fundamental foi alcançado, ou seja, três pontos e consequente liderança no campeonato. Nem sempre é possível vencer um jogo com nota artística, um campeonato também é ganho muitas vezes com estas vitórias sem grande apelo, para além do resultado final. Venha daí o próximo desafio na Luz ante o Sporting Clube Olhanense.
Destaque individual
Axel Witsel: Foi ele o melhor jogador do Benfica em Aveiro, impressionante a forma como decide bem nos vários momentos do jogo. Se a defender prima pela eficácia no corte, pela forma inteligente como se posiciona, a atacar, protege muito bem a bola e sabe definir cada lance quase sempre nos momentos certos. Deu para perceber que o entendimento com Matic não é o mais certo, mas disso teve pouca culpa o belga. Fantástica exibição.
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Campeonato nacional,
Far
Onze para Aveiro
É contra o Beira Mar em Aveiro que o Benfica joga logo mais no regresso ao campeonato, numa partida onde o único resultado que interessa para não variar, é a vitória, com vista a manter a liderança no campeonato e colocar pressão sob os rivais directos. É normal que existam algumas, poucas, mexidas no onze a aprensentar. Maxi está de fora por lesão, Gaitán teve problemas físicos durante a semana, pelo que se fosse Jorge Jesus apresentaria este onze titular:
Apesar da boa exibição de Rodrigo na Suíça devolveria a titularidade na frente de ataque ao Saviola, auxiliando este o inevitável Óscar Cardozo. No entanto porque não pensar numa dupla Rodrigo - Cardozo? Poderá ser perfeitamente plaúsivel tal hipótese, embora continue a achar que Rodrigo deva ser a principal alternativa a Tacuara. De resto apenas a entrada de Amorim para render Maxi Pereira e de Nolito para poupar Nico Gaitán, seriam as minhas outras duas mexidas. Seja como for, temos de vencer ou vencer.
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Apesar da boa exibição de Rodrigo na Suíça devolveria a titularidade na frente de ataque ao Saviola, auxiliando este o inevitável Óscar Cardozo. No entanto porque não pensar numa dupla Rodrigo - Cardozo? Poderá ser perfeitamente plaúsivel tal hipótese, embora continue a achar que Rodrigo deva ser a principal alternativa a Tacuara. De resto apenas a entrada de Amorim para render Maxi Pereira e de Nolito para poupar Nico Gaitán, seriam as minhas outras duas mexidas. Seja como for, temos de vencer ou vencer.
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