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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Revolução total (até no treinador)

Foi um Benfica totalmente transfigurado, a começar em campo com os jogadores, onze caras novas face aos titulares no jogo com o PSV, mas também no banco, com Raúl José a substituir o castigado Jorge Jesus, aquele que se apresentou na Figueira da Foz com o objectivo de cumprir calendário. Não adianta muito escalpelizar uma derrota numa prova que já não interessa há umas boas semanas (desde Braga), o Benfica tem apenas de rodar o plantel e dar minutos no campeonato aos menos utilizados, de modo a descansar os habituais titulares para as três provas que interessam ganhar. Isto é pragmatismo.

O jogo foi um longo bocejo que permitiu continuar a avaliação de alguns jogadores com menos minutos. E o curioso é que no meio de tanta mediocridade, é fácil destacar o melhor e o pior. Num pólo Carole, no outro Menezes. O jovem francês mostra um futebol aguerrido, com ideias, bom pés e uma capacidade de execução bem acima da média. Tacticamente é difícil dizer o que fez dada toda a descoordenação entre os onze amigos que se juntaram na Figueira, mas pareceu sempre, em todos os aspectos do jogo, um dos melhores. Dois anos depois, Menezes ainda é jogador do Benfica. Porquê? Não sei. Não vejo uma única característica no seu futebol que me agrade. Não é rápido, não tem bons pés, não executa, não pensa, é apenas um corpo inerte que ocupa espaço.

As críticas a fazer em relação ao que se passou, e que acabou por ser o espelho de uma época mal preparada, são muitas, mas vou deixar apenas dois pontos. Jesus é culpado. Apesar de tudo, a equipa de ontem entrou em campo com Sidnei, Airton, Peixoto, Martins e Jara, todos eles com qualidade para fazer parte do plantel do Benfica. Foi pena que, durante a época, não tenha havido gestão de esforço e rotação destes elementos com outros do plantel. Exemplos práticos? Jara poderia ter jogado mais minutos quando Saviola esteve em péssima forma no final de 2010, Martins poderia ter alternado mais com Aimar ou Salvio, Airton (nunca foi presença assídua, nem no banco) podia ter rendido Javi mais vezes, por aí fora. Vieira também não está isento de culpas. De forma alguma. Não caiu na tentação de destruir um plantel campeão de alto a baixo (o que seria fácil, dadas as propostas que houve nomeadamente por Cardozo, entre outros), mas não soube substituir convenientemente algumas saídas e manteve algumas posições com lacunas crónicas. Isto a nível de jogadores, falta o resto. Mas isso ainda dará outro post.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Mozer na Liga Zon Sagres

Mozer, antigo central do Sport Lisboa e Benfica do final da década de 80 e início da década de 90, é o novo treinador da Naval. O ex-adjunto de José Mourinho aquando da sua passagem pelo Benfica, consegue assim o seu primeiro emprego num clube português enquanto treinador principal, ele que já tinha conseguido bons resultados, nomeadamente no Interclube de Luanda, que se sagrou campeão angolano pela primeira vez na sua história.

Enquanto benfiquista, desejo as maiores felicidades a Carlos Mozer e que salve a Naval da descida. Seria positivo ver mais ex-jogadores encarnados como treinadores de clubes da Primeira Divisão.

domingo, 14 de novembro de 2010

Ele é o Benfica

O que é preciso para ser jogador do Benfica? Qualidade, acima de tudo, competência e muito profissionalismo. Ser atleta do Sport Lisboa e Benfica é um trabalho exigente, é carregar nos ombros o querer de vitória de milhões de pessoas. Aquele passe, aquela finta, aquele remate não são apenas apenas um passe, uma finta ou um remate, mais que isso, são a expressão em campo do sentimento e esperanças do povo encarnado. E por vezes as coisas não saem bem, erra-se, falha-se. E o que se faz perante isto? Desistir? Desistir é para os fracos! Sofrem-se injustiças por parte dos adeptos, ouvem-se "bocas foleiras", assobios, o treinador deixa-nos injustamente de fora, quem sabe se com a nítida intenção de o mandar embora, deixa-se de valorizar e reconhecer a inteligência, astúcia e arte de um futebolista talentoso. E eis que um dia sobram uns míseros 5 minutinhos, depois de mais de uma hora a aquecer, para entrar para ouvir uns aplausos. O que faz um atleta do Benfica? Corre, sprinta, luta por cada bola como se fosse a última da carreira. Foi isso que atleta à Benfica fez. Não teve medo de ser feliz. E ao lutar por uma bola perdida, foi feliz, teve a sorte que protege os audazes. Ganhou o lance e em esforço chutou à baliza. A bola entrou lentamente, e o jogador soltou a raiva e desespero acumuladas ao longo dos meses em que foi preterido. Ergueu os braços, agradeceu ao pai e chorou. É este O Jogador à Benfica, este é O Capitão à Benfica, um ídolo para todos. Dos momentos mais bonitos que vi ultimamente, e o Nuno merece-o, se há jogador que dignificou e honrou a camisola e símbolo que orgulhosamente leva aos quatro cantos do mundo, esse jogador é o "21". Muito, muito obrigado Nuno Gomes.

Os jogadores do Benfica entraram em campo sem saber o que esperar dos seus adeptos: se por um lado sabem que são fiéis, por outro lado sabem que a goleada no Dragão deixou marcas. No entanto, os mais de 30.000 que marcaram presença na Luz souberam "tratar" de um conjunto de jogadores com várias feridas expostas. Apesar de algum nervosismo inicial com perdas de bola disparatadas e falta de assertividade no processo defensivo, com Sidnei e David Luiz a perderem lances que não deveriam, em qualquer situação, perder, a Naval não constituiu perigo continuado durante a primeira parte e o Benfica pôde, com relativa facilidade, assumir o jogo. Kardec abriu o marcador à passagem do nono minuto após assistência de Javier Saviola e a partir daí, sem a hipotética pressão do autocarro figueirense, tudo foi mais fácil. Mas mais fácil não significa fácil, significa sim menos difícil. Porque mesmo sem assumir o jogo, a Naval provocou vários calafrios à defensiva do Benfica. Airton é uma máquina, o lance em que ele mete o pé ou o corpo é dele. Que cavalo! Que força! Mas defender sozinho no meio-campo é difícil, especialmente quando se criam auto-estradas sem portagens para a Naval circular a seu bel-prazer. Fábio Júnior testou Roberto numa jogada individual, Hugo Machado acertou em cheio no poste e Carlitos imitou-o minutos depois. Três ocasiões soberanas não aproveitadas. E se alguma delas tivesse sido, provavelmente o curso do jogo seria outro. Felizmente não foi.

Um minuto apenas foi o que bastou para as nuvens deixadas no final do primeiro tempo desaparecerem. Após jogada de insistência, Nico Gaitán remata um bola difícil com força e colocação fazendo um golo de bandeira. 2-0, navio ao fundo, fim da batalha Naval. O Benfica sentia-se mais à vontade em campo e até ao terceiro golo foi apenas uma questão de minutos. Novamente Salvio na jogada a cruzar do lado direito e, quem mais, Nico Gaitán a aparecer e de primeira a fazer um golo daqueles que nem na PlayStation se fazem, rematando ao ângulo, sem hipóteses para Salin. 3-0, tranquilo, vitória no bolso e tempo para gerir.

O resto da história já vocês sabem.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O fantástico mundo da Naval

Do Inferno ao Céu em 90 minutos, o Benfica rubricou uma exibição que teve de tudo um pouco na Figueira da Foz. Poderia falar muito sobre este jogo (e se calhar até o farei, se tiver tempo, mas não antes de 4ª), mas vamos ao que realmente interessa:

  1. Que espécie de exorcismo era aquele que o presidente da Naval, saído de um conto de fadas, estava a fazer?
  2. O preparador(a) físico(a) da Naval, de que espécie era?
  3. A claque feminina da Naval era constituída pelas mesmas senhoras que estão na Choupana?

sábado, 6 de março de 2010

O Rei do Anti-Jogo

Há muitos e maus treinadores em Portugal. Como bons. Mas maus também há e eles andam por aí. E sabendo das suas enormes limitações, para conseguir manter as suas equipas acima da linha de água, recorrem e todo o tipo de artimanhas para conseguir isso.

Não me esqueço do primeiro jogo que fui ver com lugar cativo. Foi na época de Ronald Koeman, 2005/2006, quando recebemos o Gil Vicente. Os gilistas ganharam por 0-2 na Luz frente a um Benfica que se tinha sagrado campeão poucos meses antes. O jogo teve, não me esqueço, 29 minutos de tempo útil. Foi um hino ao anti-jogo: desde o primeiro minuto que os jogadores do Gil Vicente, por ordem dos seu treinador, se atiravam para o chão e simulavam lesões com a complacência do árbitro. Assim que se apanharam a ganhar, o espectáculo foi ainda maior. Quem era o treinador? Ulisses Morais.

Para mim ele é o rei do anti-jogo. Todas as suas equipas são conhecidas por perderem tempo com lesões imaginárias, por isso, peço a Jesus (o da Terra) e aos seus jogadores, nomeadamente os mais impacientes, como Di Maria, Coentrão ou outros, que tenham muita calma na abordagem a este jogo. Marcar um golo cedo é muito importante para não deixar o Paços de Ferreira fazer aquilo que melhor sabe, perder tempo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Adrenalina

Já me tinha esquecido do que é sofrer na Luz pelo golo do Benfica. Há uns meses que tal não acontecia. Depois da jornada europeia, o Benfica apresentou-se visivelmente cansado frente a uma Naval que não recorreu ao anti-jogo apesar de ter encostado não um mas dois autocarros à frente da baliza de Peiser, que fez um jogo memorável. Assim, e face à ausência de Cardozo, o Benfica teve enormes dificuldades em chegar ao golo. O Estádio da Luz, com cerca de 42.000 pessoas, estava mudo perante a ineficácia ofensiva não obstante os 72% de posse de bola que a equipa apresentava. Receou-se que o segundo "set point" este ano (o primeiro fora em Braga) fosse perdido. Mas a cabeçada vitoriosa de Javi Garcia desfez as dúvidas, derrubando um muro tão forte como aquele que caíra há vinte anos. Afinal o Estádio estava quase cheio, e aqueles festejos, aqueles cachecóis no ar e o público de pé trouxeram um cheirinho daquilo que todos esperamos ver em Maio...

Mas até Maio há um longo caminho a percorrer, com diferentes obstáculos pelo caminho. Um desses obstáculos será novamente a Naval, equipa disciplinada e ultra-defensiva que não recorreu ao anti-jogo. É verdade que Augusto Inácio estacionou o autocarro em frente da baliza, mas não é menos verdade que a Naval não partiu para o anti-jogo, jogando leal, sem muitas faltas nem com entradas muito duras. O Benfica apresentou-se numa forma desoladora. Muitos jogadores estavam visivelmente cansados, como Saviola ou Aimar, enquanto outros estavam desinspirados, casos de Di Maria, Nuno Gomes e Maxi Pereira. Tudo isto aliado à pressão de ganhar para regressar ao topo da tabela, em igualdade pontual com o Braga, pesa bastante. Talvez por isso se tenha sentido um certo ambiente de desespero ou resignação com o passar do tempo.

Não obstante tudo o que já disse, o jogo foi de sentido único. Não lhe chamaria de massacre, pois, para além de já estar muito mal habituado à exigência de Jesus e ao que a equipa consegue jogar, o facto é que o Benfica apesar das muitas oportunidades de golo que teve, não exibiu uma frescura física e uma qualidade semelhantes à dos jogos com Marítimo, Setúbal, Leixões ou Nacional. Estou a reler o que escrevi e até parece que jogámos mal... nada disso! Na primeira parte, e não fosse a enorme exibição de Peiser, o Benfica poderia ter chegado ao intervalo a ganhar confortavelmente por 3 ou 4 golos. Livres de Di Maria e Javi Garcia (sabe chutar?!) muito bem defendidos, Saviola e novamente o espanhol em pontapés-de-canto poderiam ter levado o Benfica a vencer por esses tais 4 golos. Mas não foi.
No segundo tempo o caudal ofensivo manteve-se, mas as oportunidades não foram tão flagrantes. O mal-amado Nuno Gomes desperdiçou um lance de difícil execução que muitos apelidam de aselhice. Pouco depois, foi substituído por Weldon que, em abono da verdade, não trouxe rigorosamente nada de novo ao ataque encarnado. Aimar tentou a sua sorte num cabeceamento que quase enganava Peiser, mas também não resultou. Depois foi Di Maria que rematou a bola ao poste, depois de desvio do guarda-redes francês da Naval. Sólido na defesa, com Luisão e especialmente David Luiz em grande plano, Jesus decidiu arriscar retirando Maxi Pereira para lançar Keirrison, que foi uma nulidade completa, mais uma vez. Mas o tempo ajuda e Keirrison vai provar o que realmente vale. Aimar, esgotado, foi o seguinte a sair para a entrada de Felipe Menezes. E quando parecia que o nulo se iria manter até final, eis que num livre EXISTENTE, por muito que os Coroados e outras amibas desta país queiram dizer contrário, o Benfica chegou à vantagem que só pecou por escassa.

Final feliz numa jornada em que o Benfica ganhar três pontos a Braga e Porto e ainda mais dois ao Sporting. Uma vitória importantíssima. Agora o campeonato pára 3 semanas para jogos de selecções e para a Taça de Portugal. Depois, Alvalade. E eu espero lá estar.

P.S. E eu ainda não recebi o cachecol...

Hoje, mais do que nunca!


Todos seremos poucos.
Todos á Luz!!!
A águia irá voar.
Juntar-se-ão a mim para vê-la?

segunda-feira, 9 de março de 2009

Tiro num barco de dois canos


Vitória que teve tanto de sofrida como de merecida nos Estádio José Bento Pessoa, ontem à noite, na Figueira da Foz. Frente a uma Naval que em casa derrotou o FC Porto (ainda falta jogar com o Sporting) o Benfica voltou a sofrer para conseguir arrancar mais uma vitória a ferros na Liga. Já não vejo um jogo do SLB sem um pacemaker... mas o que realmente importa é ganhar. Este campeonato começa a ter um "cheirinho" daquilo que aconteceu em 2004/2005, na altura com Trapattoni. Esperemos que a conclusão deste campeonato também seja feliz.

A primeira parte foi mais uma primeira parte à Benfica versão 2008/2009. Sem ideias, com uma lentidão espantosa, mas com um golo. E que golo. Pablo Aimar marcou logo ao terceiro minuto o seu primeiro golo na Liga Sagres.



No segundo tempo foi Angel Di Maria, sempre com a colaboração dos passes longos de Reyes quem criou mais perigo, sem que numa dessas vezes atirou a bola à trave da baliza defendida por Peiser. Tanta era a apatia em campo que não foi com grande surpresa que a Naval chegou ao empate. Após um lançamento de linha lateral, Marcelinho ganha o lance a Luisão e chuta à baliza de Moreira, sendo que me parecia que o guarda-redes das escolas do Benfica poderia ter feito mais alguma coisa no lance, para impedir o empate. O golo da Naval é limpo, apesar do lançamento ser efectuado quando o jogador da Naval tem apenas um dos pés assente no chão (se fosse o Bynia, o que não se diria!).

O Benfica acabou por chegar à vitória mercê de um golo que resulta de um erro do árbitro, apesar de o seu posicionamento não ser o melhor. Livre apontado por Reyes na esquerda, com Miguel Vítor a desviar do segundo para o primeiro poste onde aparece o sempre letal Katsouranis, que cabeceia com êxito para o fundo das redes, fixando o resultado final em 1-2 para o Benfica.



Só após o segundo golo é que Quique Flores começou a fazer alterações: primeiro retirou Cardozo para colocar Nuno Gomes em campo, e já mais perto do final retirou Di Maria para colocar Jorge Ribeiro, numa clara aposta na contenção defensiva, e colocou Urreta por Reyes, mas apenas para queimar tempo. Nenhum dos jogadores que entrou no decorrer da segunda parte se conseguiu evidenciar, uma vez que pouco mais de dez minutos jogaram (o caso de Nuno Gomes) e ainda por cima o Benfica ganhava pela margem mínima. E todos sabemos como o Benfica joga quando vence por apenas um golo de diferença.

Mais uma vez o Benfica vence, desta vez fora de portas. Um resultado que nos agrada muito, mas que não pode desagradar também à Naval. Afinal de contas, foram 8 124 os espectadores, na sua grande maioria benfiquistas, que se deslocaram à Figueira para ver o jogo. Somos o ganha pão de muitas famílias.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Sob a batuta do Maestro!

O Benfica está cada vez melhor!
E os benfiquistas sentem-no.... A cada passe, a cada corte, a cada intercepção.
Está cada vez mais afinado, mecanizado, trabalha com alma e alegria, e os golos vêm atrás, trazendo as saborosas vitórias consigo.

Perante 35 mil pessoas, o Benfica não entrou bem, e deu mesmo um quarto de hora de avanço aos figuirenses, mas o forte pontapé do reforço Cristian "Cebola" Rodriguez, pôs a chorar a Naval, e colocou o SLB na rota da vitória, que seria conseguida de forma clara e segura, tendo pelo meio momentos de empolgamento e classe, com "Mono" Pereira, qual formiguinha trabalhadora, sempre em prol da equipa, Di María a fazer de cigarra nesta fábula, a cantar para a plateia com aquele pé esquerdo que faz magia, "Cebola", possante e raçudo, e com uma técnica e remate apurados, todos afinados sob a batuta do Maestro, o Senhor Rui Costa, o Senhor Benfica!

Ganharam ânimo os comandados de Camacho com o belo golo do ex-PSG, e chegaram ao 2º, através duma jogada fabulosa colectiva dos encarnados, que culminou num golão do camisa 10, depois dum excelente passe de Luis Filipe...
Até ao intervalo, não tiramos o pé do acelarador, e o resultado só não se avolumou por acaso.
Para a segunda parte entrada de leão, muito pressionante a todo o terreno e sufocando os comandados de Chaló, tendo chegado 3-0 final, por Nuno Gomes (já é Bestial outra vez?), depois de um passe fantástico de Rui Costa a desmarcar Rodriguez pela esquerda, que cruzou atrasado pelo ar para a cabeça do 21, que finalizou com classe!

Tudo corria bem, até ao minuto 75, quando o azar bateu à nossa porta...O incansável Petit, o nosso Pitbull lesionou-se, e já se sabe que ele não é de manhas. Já se adivinhava, paragem para 2 meses, 3 dias antes de San Siro!
Porca miséria! Só mesmo uma lesão podia estragar a noite...A noite de Rodriguez, de Di Maria, mas fundamentalmente do nosso Maestro, o Divino Rui...O Rui que personifica o Benfica em si...
Lindo, aquele momento de sintonia e empatia com o povo encarnado que cantava "E salta Rui, e salta Rui", e ele saltou mesmo...À Benfiquista :)

De realçar ainda a estreia do brasileiro Edcarlos, sem podermos tirar grandes conclusões, pois para a defesa a noite foi tranquila, até porque se alguém falhar está lá o Super-Quim! A rever...

Agora, é sentir o regresso da Champions, e logo com um histórico Milan - Benfica!
Eu cá estou confiante, mesmo sem David Luiz, Zoro, Petit e o Xerifão.

Vamos lá Benfica...Hay que Salir a Ganar!

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Batalha Naval















Enquanto via, ontem, o jogo Porto x Naval, expressões como a do senhor da foto foram-se lentamente apoderando da minha cara.


As dúvidas ficaram dissipadas: A Naval 1º de Maio é a mais recente filial não-oficial do fóculporto.

Enquanto certas e determinadas alimárias ostentavam na bancada uma tarja como os ridiculos dizeres "Contra tudo e contra todos.." (mesmo que estes todos só estejam a tentar limpar a corrupção no futebol) - já agora, a faixa foi ideia do Fernando Rocha? -, no relvado, a Naval dava um deplorável espectáculo de como jogar futebol, tentando não dar a entender que o seu objectivo era perder aquele jogo.

Mas o guarda-redes Taborda fez questão, por via das dúvidas, de abrir a capoeira e sofrer quatro golinhos. Pensava eu que tinha sido o único a ter achado esse facto curioso, mas estava errado. Miserável.

Estas trafulhices todas e mais algumas devem ser obra do bronco do senhor da foto, nada mais nada menos do que o senhor Aprígio, presidente da Naval e arguido no caso Apito Dourado.