
Sou um jovem na casa dos 20 e tal anos mas já vi um pouco de tudo no que ao Benfica diz respeito. E na arte de perder campeonatos, então, quase se pode dizer que tenho doutoramento. Eu e todos os que vimos os últimos anos do Benfica. Nesta década que terminou recentemente, assisti a uma entrega de título com o carimbo de Paulo Madeira, a um roubo magistral de Duarte Gomes, a um Koeman sobranceiro que não estudava os adversários, a um Santos medroso que não teve coragem para apostar em quem devia quando devia, a um Porto dominador e justo vencedor, a um Quique que não foi campeão porque lhe corataram as pernas por três vezes e até, imagine-se, a uma pré-época em que o presidente andou na ramboiada festejando demais. Já vi tudo isto. Já vimos isto tudo. Mas um treinador armar-se em burro, sinceramente, nunca tinha visto.
Jota Jota, vou-te explicar como se fosses um gajo com um pensamento básico, primário e a roçar o amador: quando tens um Ramires para equilibrar o meio-campo, usa-lo, certo? Quando não tens, como viste em 2010/2011, sabes que vai haver merda. Mas quando te dão um Witsel, tens de usá-lo, percebeste? Eu sou leigo na matéria, mas isto parece-me demasiado evidente. E se para mim é evidente, para o guru da táctica deve ser mais que óbvio. Pelos vistos não é.
Este jogo tem o carimbo de parvoíce de Jorge Jesus. Também há o de futebol espectáculo, o de seriedade, mas do da parvoíce não abdica ele. A táctica suicida adoptada com os belíssimos resultados conhecidos em 2010/2011 voltou a aparecer. E, pior que isso, sem motivo nenhum. Tinha Witsel e deixou-o no banco para entrar com Matic, Gaitán, Nolito e Aimar como titulares. Voltámos a ter um trinco que nem é trinco, dois extremos e um número dez. Quem defende? Quem equilibra? Genial, pá, genial.
E o cérebro? Entou em curto-circuito? O que andam a treinar durante a semana? Pontapés-de-canto não é de certeza. E as substituições? Congeladas? O buraco no meio-campo? O Maxi sozinho para os contra-ataques que surgem de bolas paradas ofensivas? O que é isto? O Sintrense? Quando estamos a ganhar lá está ele a gesticular, a barafustar, a dar espectáculo. Hoje, a perder, parecia a múmia de sempre quando o resultado nos é desfavorável.
O que se viu hoje foi de um amadorismo atroz. E para prolongar este pesadelo, só a flash interview e a conferência de imprensa surreais a que acabo de assistir. Parece que não se passou nada, parece que foi só azar, parece que o Guimarães arrancou a vitória fruto do acaso. Valha-me São Trapattoni.
Jota Jota, vou-te explicar como se fosses um gajo com um pensamento básico, primário e a roçar o amador: quando tens um Ramires para equilibrar o meio-campo, usa-lo, certo? Quando não tens, como viste em 2010/2011, sabes que vai haver merda. Mas quando te dão um Witsel, tens de usá-lo, percebeste? Eu sou leigo na matéria, mas isto parece-me demasiado evidente. E se para mim é evidente, para o guru da táctica deve ser mais que óbvio. Pelos vistos não é.
Este jogo tem o carimbo de parvoíce de Jorge Jesus. Também há o de futebol espectáculo, o de seriedade, mas do da parvoíce não abdica ele. A táctica suicida adoptada com os belíssimos resultados conhecidos em 2010/2011 voltou a aparecer. E, pior que isso, sem motivo nenhum. Tinha Witsel e deixou-o no banco para entrar com Matic, Gaitán, Nolito e Aimar como titulares. Voltámos a ter um trinco que nem é trinco, dois extremos e um número dez. Quem defende? Quem equilibra? Genial, pá, genial.
E o cérebro? Entou em curto-circuito? O que andam a treinar durante a semana? Pontapés-de-canto não é de certeza. E as substituições? Congeladas? O buraco no meio-campo? O Maxi sozinho para os contra-ataques que surgem de bolas paradas ofensivas? O que é isto? O Sintrense? Quando estamos a ganhar lá está ele a gesticular, a barafustar, a dar espectáculo. Hoje, a perder, parecia a múmia de sempre quando o resultado nos é desfavorável.
O que se viu hoje foi de um amadorismo atroz. E para prolongar este pesadelo, só a flash interview e a conferência de imprensa surreais a que acabo de assistir. Parece que não se passou nada, parece que foi só azar, parece que o Guimarães arrancou a vitória fruto do acaso. Valha-me São Trapattoni.





















































