quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Mau Demais

Luis Filipe...Para mim, no top3 dos piores da centenária história do Sport Lisboa e Benfica!
Uma nódoa autêntica...


PS: Nem comento a vergonhosa exibição da equipa hoje, ou a patética actuação de José António Camacho. Ainda me dói a cabeça!

O julgamento de Nuremberga

Camacho defendeu (muito, e muito mal), qual nazi amedrontado, a causa benfiquista no Frankenstadion de Nuremberga. Luís Filipe foi uma prova decisiva, por parte da acusação, mas o Benfica acabou por levar avante a sua causa no último recurso, graças a Cardozo e Di Maria, que custaram, em conjunto, 15 milhões aos acusados,e que testemunharam convincentemente a favor do Benfica.

Quando recuperar o fôlego e retomar os batimentos cardíacos normais apresentarei aqui a crónica desta partida, prometendo aqui, de antemão, não dizer muitas asneiras.

Ricardinho Superstar



Um vídeo fantástico, da autoria do Pedro Neto, com a chancela de um dos melhores blogues benfiquistas: o Encarnados.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Jornaleirismo

Existe um jornalista que escreve (mal) num dos mais visitados sites de desporto em Portugal. Esse mesmo jornalista comenta ainda (mal) jogos e resumos num canal televisivo. Esse jornalista, basicamente, para além de escrever e falar mal, apresenta as crónicas mais facciosas da Internet. Falo, claro, do sr. Luís Sobral.

Esta semana não deu-nos mais uma prova da sua total incapacidade de reconhecer uma ponta de bem no Benfica ou num qualquer jogador do nosso clube. Desta vez não.

Desta vez, imaginem, foi reconhecer mérito a Lisandro Lopez por ter feito um carrinho (não uma agressão), junto à linha, quando a bola parecia quase perdida. Ao ponto a que o jornalismo chegou. Já se elogia um jogador que tenta manter a bola no terreno como se fosse um deus Maradoniano. Por acaso tenho pena que não tenha elogiado o Rodriguez, que por duas vezes se espatifou (uma contra um jornalista, outra no meio da terra) no jogo contra a Naval para fazer a mesma coisa. Foi certamente um lapso. Fica para a próxima.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Quatro Linhas #3: A fuga de Miccoli



O tempo é sempre uma oportunidade dada pelo destino. Há quem aproveite o tempo para fazer a coisa certa e quem o trate com desprezo, demasiado confiante numa capacidade cega e automática de que tem razão em tudo o que faz ou em tudo o que diz. Nos últimos três anos, depois de ter ganho o campeonato com Trapattoni, o presidente do Benfica ganhou um novo passatempo. O de destruir tudo o que tinha pacientemente realizado. Uma boa equipa, a recuperação do clube e a defesa homogénea de um processo judicial que ajudou a criar uma unidade impensável no país contra a batota e a pouca vergonha.

Justamente, há três anos atrás, disse num programa da Sporttv, que Luís Filipe Vieira arriscava-se a entrar para a história do Benfica como um dos mais decisivos e reconstrutores presidentes da história do clube. Pois bem, o tempo foi passando e o presidente do Benfica foi-se desviando do seu caminho e eu da minha convicção. O livro de José Veiga, que ajudei a escrever, é uma explicação para o que aconteceu nas últimas épocas. Não é a única mas devia ser esclarecedora. Nos últimos três anos, o Benfica não apenas perdeu uma oportunidade histórica de arrumar com o “sistema” a um canto, como ainda lhe proporcionou uma nova e inesperada vida.

Não discuto com os benfiquistas a bondade da decisão de afastar José Veiga do centro de decisões fulcrais do futebol do clube. Eu penso que foi uma decisão que não defendeu os interesses do Benfica, mas admito outras opiniões. Sobretudo porque existe um constante bombardeamento de alguma imprensa, controlada pela SAD do Benfica e que serve o objectivo de condicionar os jornalistas e mentir aos adeptos.

Concretizando melhor: O jornal Diário de Notícias publicou recentemente uma alegada entrevista de Miccoli ao jornal, onde, entre várias citações, é anunciada a extraordinária candura de um desmentido do jogador italiano a várias revelações contidas no livro de José Veiga. O propósito era o de assegurar que os benfiquistas fossem intoxicados com a conveniente reposição dos factos. Se tudo corresse bem, ninguém daria pelo facto e o presidente Vieira saia em ombros da situação, alegadamente ilibado pelo jogador da sua transferência para o Palermo.

Acontece que no livro de José Veiga, além de outros assuntos, o episódio nele contido sobre o modo como o Benfica se desinteressou da permanência do jogador italiano, foi tratado por mim. E então é importante que se diga: Em vinte e cinco anos de carreira nunca dei a ninguém a mínima oportunidade a que me chamassem mentiroso. Tenho escrúpulos, sempre tive, sempre recusei muita proximidade em relação aos agentes desportivos, exactamente porque sei como é que se compram notícias e influências e porque está claro que a actual estratégia comunicacional do Benfica passa quase em exclusivo por arranjar moços de recados que ajudem a descredibilizar o livro de José Veiga e algumas das suas passagens mais desconfortáveis.

Daí que possa assegurar que as declarações de Miccoli ao Diário de Notícias inauguram talvez um novo conceito de jornalismo. O das entrevistas-fantasma. Nesse mesmo dia pude falar com Francisco Caliandro, advogado e representante de Miccoli que confirmou as minhas piores expectativas: O jogador não deu entrevista nenhuma. Fiquei sossegado com a minha consciência, porque tinha sido o mesmo Francisco Caliandro a contar-me todo o episódio da proclamada fuga de Miccoli para Itália. E, de novo, confirmou-me que o Benfica teve a possibilidade de contratar em definitivo o jogador por três milhões de euros, que Miccoli aceitava baixar os seus vencimentos de modo a ajustá-los à tabela salarial do clube, que o jogador renunciou a jogar no FC Porto e que esperou até ao limite do insuportável por uma resposta do Benfica. Aliás, ainda hoje está à espera que a SAD benfiquista lhe diga se mantém interesse na negociação.

O que está mal neste processo todo não é que o Benfica se tenha desinteressado da contratação definitiva de Miccoli. Eu próprio tenho muitas dúvidas que fosse recomendável ao Benfica gastar tanto dinheiro – entre salários e passe do jogador – na sua fixação no plantel do clube. Continuo a pensar que a opção em contratar Cardozo é mais sensata e desportivamente mais equilibrada. Alguns podem descrer, mas o atacante paraguaio permitirá ao Benfica, no futuro, pulverizar todos os recordes de transferências em Portugal. O que me agonia em todo este processo é a mentira, como se ela fizesse parte de um acto normal de respiração. A SAD do Benfica deve assumir que desistiu de Miccoli porque esse foi um acto legítimo de gestão desportiva e, provavelmente, uma louvável poupança de meios financeiros.

De uma vez por todas, o Miccoli não permaneceu no Benfica porque o Benfica não quis. E se querem a minha opinião, fez bem.

P.S – Apenas um esclarecimento. Ou tanto melhor, dois. Não fui despedido da Sporttv. Apenas me desafiei a mim próprio a testar a minha capacidade e os meus conhecimentos noutro âmbito da comunicação. A dos clubes de futebol. A decisão foi minha, foi contestada pela empresa que pretendia a minha permanência e foi antecedida de muita reflexão. Também não saí porque estivesse a fugir do actual presidente do Benfica, que prometeu a várias pessoas no clube e na SAD que ia «fazer-me a folha». Não me perdoa a participação no livro de José Veiga e sei que tudo fará para me prejudicar no futuro. Uma coisa é certa. Se este é o preço que tenho de pagar pela minha amizade com José Veiga, pois então, estou a disposto a pagá-lo. As minhas amizades sou eu que as escolho. Só não consigo explicar aos meus filhos como é possível gostar tanto de um clube e ter um presidente do mesmo clube atrás de mim com um desejo tão sádico de vingança.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O que provocou a ira de Jokanovic


Formação?

O Benfica acaba de contratar, à experiência, dois promissores nigerianos que foram campeões mundiais de sub17. Parece excelente, se não tivermos em conta que se vão juntar a mais de uma dúzia de estrangeiros que actuam na equipa de Juniores. Não sou xenófobo, nem racista, até acho a globalização uma coisa muito bonita. Mas permitam-me que questione os propósitos de uma equipa de formação e prospecção de um clube do calibre do Benfica.

No último sábado, num jogo a contar para o Campeonato Nacional, os Juniores do Benfica actuaram com o seguinte onze: Rui Santos, JoãoAlberto, Abel Pereira, João Pereira, Airton Oliveira, Abdoulaye Fall, Miguel Rosa, Ismmael Yartei, André Carvalhas, Wang Gang e Orphée Demel. Na segunda parte entraram Lassana Camará, Leandro Pimenta e André Soares.

Os jogadores a laranja são os que não têm nacionalidade portuguesa. No onze inicial do Benfica podem ver-se 6 estrangeiros (2 brasileiros, 1 chinês, 1 ganês, 1 senegalês e 1 costa-marfinense) e apenas 5 portugueses. Acho muito bem que o Benfica desperte para os mercados internacionais (sobretudo o africano e o de leste), mas creio que tudo o que é em demasia pode ter consequências nefastas.

Contratar jogadores de qualidade, do estrangeiro, ainda em idade de formação, é uma política que tem dado resultados em grandes clubes, como o Arsenal e o Barcelona. É um facto, e o Benfica tem vindo a tentar fazê-lo, com maior ou menor acuidade. O problema é que o número de jogadores estrangeiros acaba por chegar em grande número, e só um pequeno lote é capaz de singrar na equipa principal. Prova disso é que alguns dos jogadores contratados no princípio da época já deixaram o clube.

É certo que muitos estão cá apenas à experiência, mas quem sai prejudicado são os nossos valores portugueses, e o colectivo que compete numa prova de regularidade. Manda o bom senso que não se critique a aquisição de estrangeiros, desde que eles tenham valor, mas parece que há um qualquer estigma em relação aos valores portugueses. Creio que só devemos recorrer ao mercado internacional, quando não há nos nossos quadros portugueses capazes de fazer o mesmo. Há grandes valores nos Juniores que podem e devem ser aproveitados. Não julgo é que a mentalidade do Benfica seja essa. Acho que estamos a contratar para vender, para fazer dinheiro. O Benfica não contrata para formar, nem para fornecer a equipa sénior; contrata na esperança de que lhe apareça um diamante semi-lapidado, que possa vender por uns bons milhões. E, para mim, não devem ser esses os objectivos de uma equipa de formação.

Acredito, ainda assim, que alguns destes jogadores podem lá chegar. Portugueses, ou não, está na altura de apostar nestes miúdos que são o futuro do Benfica.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Naval 0 vs 2 Benfica

Quis o destino que o jogo que marcaria o meu regresso às crónicas, após prolongada ausência, fosse uma exibição deplorável de futebol, ou da sua inexistência. O jogo foi tão mau que nem sequer se proporcionou qualquer trocadilho para engalanar o título deste texto.

Camacho havia dito, na conferência de imprensa que antecedeu o jogo, que o mais importante era o resultado e não a exibição. De facto, já nem o mais crente dos benfiquistas se dá ao luxo de esperar outra coisa deste Benfica desmistificado e petrificado no tempo. Depois de um jogo sofrível, na quinta-feira, e tendo em conta o elevado leque de ausências, a vitória por dois golos acaba por ser suficiente para apaziguar a desilusão que a pobreza da exibição deixou.

O treinador espanhol reservou uma surpresa para o dia de hoje: Rui Costa começou o jogo no banco, em contenção de forças para a deslocação a Nuremberga da próxima quinta-feira. Para fazer face às muitas ausências, Camacho apresentou uma meio campo de trabalho, constituído por Binya e Maxi - os dois tractores da equipa. Nas alas, Nuno Assis e Rodríguez faziam as despesas de levar o jogo até Cardozo e Makukula, o World Trade Center do nosso ataque.

O jogo começou atribulado, com Luís Filipe a tirar da cartola alguns truques a que já nos habituou: perdas de bola, passes falhados, falhas de marcação, foram os mais pedidos desta semana. O lateral direito do Benfica não só não apoiava o ataque, como também se portava mal no sector defensivo. Do outro lado, também Léo esteve apagado nas suas iniciativas ofensivas. O jogo do Benfica foi paulatinamente afunilando-se pelas alas. Sem um transportador de raíz, eram Nuno Assis e Rodríguez quem transportava a bola para o ataque, caindo invariavelmente na tentação de enveredar pela jogada individual.

Todavia, foi de um destes lances que surgiu o lançamento que originou o primeiro golo do Benfica. Mais uma vez o camaronês Binya provou ser útil, utilizando uma arma única no nosso campeonato. Cardozo apareceu ao primeiro poste, assistindo, na cara do guarda-redes da Naval, o uruguaio Rodríguez, que já em queda cabeceou para dentro da baliza. 1-0, aos 19 minutos de jogo.

O futebol do Benfica nunca experimentou muita fluidez. Mais não se pode pedir a um plantel que apenas tem um número 10, que por acaso já conta com 36 anos. Será que isto também é culpa de Camacho? Os dois pontas-de-lança continuavam sem receber bolas em condições, e o jogo arrastou-se, disputado, mas mal, até ao intervalo.

Na segunda parte não houve alterações. O Benfica voltou a entrar mal, e o árbitro ia contribuindo para a pobreza do jogo, assinalando toda e qualquer falta. Sem emotividade, nem lances de grande perigo, Camacho decidiu fazer entrar Adu e, um pouco mais tarde, o maestro Rui Costa. Adu mostrou, mais uma vez, aos seus defensores, de que não transcende nem é a solução para o mau futebol praticado pelo Benfica. Rui Costa, por seu turno, em apenas 10 minutos ainda criou lances de grande perigo.

A 5 minutos do fim, Rui Costa lança Assis com um passe genial, o número 25 cruza bem, mas Makukula chega atrasado. Já durante a compensação, fruto da insistência do maestro, Sepsi, acabado de entrar para o lugar do infortunado Adu, que se lesionou, investiu pela esquerda, área a dentro, fintando dois jogadores e assistindo Nuno Assis para o segundo golo. Foi um prémio justo para o médio do Benfica que, a meu ver, foi o melhor em campo. Dentro da mediocridade da exibição, Assis acabou por ser o que mais se destacou pela garra e perseverança que empregou tanto a atacar como a defender. Parece estar a entrar em forma.

Prémio também para Ulisses Morais, cujas dimensões cranianas foram aumentando consideravelmente durante o jogo, o que se reflectiu, como é habitual, nas infundadas queixas que apresentou no flash-interview. Nota para a paupérrima arbitragem de Rui Costa, assinalando dezenas de faltas injustificadas, ao mínimo toque. A vitória acaba por ser justa. Siga a dança que melhores dias virão. Afinal, a coisa só pode melhorar.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Superstições... #1

Eu sou um tipo supersticioso.
Sempre fui, sempre serei.
E, em fins de semana que os meus dois outros clubes favoritos não ganham (Real Madrid e AS Roma), é certinho que nós também nos vamos estampar. Pois bem, acabo de ver a Roma ser derrotada por essa associação de malfeitores que é a Juventus (clube cronicamente campeão num pais de mafiosos, onde, apesar de tudo, a justiça desportiva funciona, e nem assim eles deixaram de bater com os costados na segunda Divisão...), e, on-line, já vi que o Real só conseguiu marcar um golo ao Labreca, ao passo que o Bétis meteu 2.
Ora bem, tudo isto somado á enorme lista de titulares indisponiveis para amanhã na Figueira, prevejo um fim de semana deveras complicado...
Oxalá me engane.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Big Mak... de frango!


Vencemos e não sofremos golos. Os dois requisitos pedidos por Camacho aos jogadores foram cumpridos, apesar da forma sofrível como conseguímos arrancar este resultado. O que conta é o resultado no marcador, e com 1-0, os alemães terão a vida muito complicada na eliminatória. Se sofrerem um golo, terão de marcar três, algo que na Bundesliga conseguiram apenas uma vez (5-1, na vitória ao Frankfurt).

Bem podemos agradecer a vitória. Não sei se merecíamos este resultado. Estatisticamente fomos bastante inferiores: 7 remates contra 13 dos alemães, sendo que apenas 2 (!) foram à baliza, enquanto eles atiraram ao alvo por 4 vezes. Fizemos mais faltas (se bem que a actuação do árbitro fosse ao nível dos que cá temos...) mas tivemos mais posse de bola, o que nos permitiu construir jogadas mais consistentes e elaboradas do que o futebol de "chutão" praticado pelo Nurnberg.

O remate certeiro foi após uma excelente iniciativa individual de Rui Costa, que arrastou consigo cinco defensores alemães e deixou Makukula liberto, com espaço para disparar à baliza, fazendo assim o primeiro golo com o manto sagrado. Estava quebrado o nulo. Obrigado pela colaboração, Blazek.


Na segunda parte, o Benfica dominou os germâncios, que só impuseram o seu "futebol" após os 75 minutos por nítida quebra física do trio do meio-campo: Rui Costa, Nuno Assis e Petit. Mas globalmente, durante toda a segunda parte, o Benfica foi senhor do jogo, mostrando uma atitude madura, de uma equipa experiente: Quim, tem uma defesa que vale o bilhete, os defesas não deram espaços ao gigante Koller, bem anulado por um jogão do grande zagueiro, Luisão; o meio-campo foi dinamizador de jogo (graças a Rui Costa e C. Rodriguez) e o ataque soube jogar ao estilo do Nurnberg: com força, apostando no choque, desgastando assim a defesa.

Fiquei contente com o jogo. Apesar de muita gente achar que deveríamos ter feito mais, é importante lembrar que o Nurnberg tem mais valor do que o que as pessoas pensam, por isso a vitória por 1-0 até foi boa. Para a semana é repetir a dose, que Portugal bem precisa de pontos para o ranking e porque nós queremos sonhar alto na UEFA. Bem alto.

Ficha de jogo

Taça UEFA - 16 avos-de-final
Estádio da Luz, Lisboa
Assistência: Cerca de 29 000 espectadores
Árbitro: Alexandru Dan Tudor (Roménia)

SL Benfica

Quim; Nélson, Luisão, Katsouranis e Léo; Petit (cap.), Rui Costa, Nuno Assis (David Luiz, 85 min) e C. Rodriguez (Freddy Adu, 85 min); Cardozo (Di Maria, 59 min) e Makukula
Suplentes não utilizados: Butt, Luís Filipe, Edcarlos e Mantorras
Treinador: José Antonio Camacho

FC Nurnberg

Blazek; Reinhardt, Glauber, Wolf e Pinola; Galasek (cap.), Kluge e Engelhardt; Adler (Kristiansen ao int.), Koller e Saenko
Suplentes não utilizados: Klewer, Charisteas, Schmidt, Spiranovic, Abardonado e Mnari
Treinador: Thomas von Heesen

Disciplina: Cartão amarelo a Nélson (22 min), Wolf (65 min), Petit (87 min) e Pinola (87 min)

Marcador: 1-0 por Makukula (43 min)

Melhor em campo: Luisão (SL Benfica)

Quatro Linhas #2: Salir a jogar!


O donativo de Camacho à posteridade está assegurado. A forma limpa e crua como se refere a cada jogo é a matriz de pensamento de um treinador à moda antiga. Não é apenas o “salir a ganar”, é também o entrar à Benfica. Aos jogadores, o treinador espanhol repete a mesma cassete: «O primeiro canto é nosso, a primeira falta é nossa, o primeiro golo é nosso». Há trinta anos atrás, quando Camacho jogava no Real Madrid, as coisas passavam-se assim. Era uma espécie de superioridade moral conquistada sobre o adversário, a que uns anos mais tarde, Jorge Valdano chamou medo cénico do Santiago Bernabéu. O problema para Camacho é que o futebol está mais sofisticado e o treinador do Benfica parou nessa definição aúrea do jogo.

Infelizmente para Camacho, não basta ao Benfica “salir a ganar”. Seria, aliás, mais astuto que a equipa pudesse “salir a pensar”. O treinador espanhol continua a viver nessa grandeza moral de um ex-jogador do Real Madrid a quem bastava mostrar a camisola do clube para que as trincheiras adversárias se enchessem de desertores. E pensa Camacho que em matéria de grandeza, o Benfica e o Real Madrid estão bem um para o outro. É certo, mas os jogadores actuais do clube estarão preparados para essa sobrecarga de história? A leveza actual dos equipamentos vale pouco se Camacho insistir em vestir aos seus jogadores aquela roupa mental que continua a guardar desde os anos setenta e oitenta. O fardo é muito pesado para o actual plantel.

O jogo com o Nuremberga demonstra que uma equipa de futebol deve ser muito mais do que a súmula histórica do clube que a serve. Isto é válido para o treinador como é para os adeptos. No futebol, não há ninguém mais saudosista que os adeptos. E se, porventura, esse saudosismo mina a relação entre uma equipa de futebol e os seus apoiantes, os atalhos para a vitória ficam mais dificeis de descobrir. Nos dias que antecederam o jogo, até Eusébio insistiu nesse peditório nacional dos dois pontas-de-lança. Igual a Camacho, o Rei pertence aos anos sessenta, às Taças dos Campeões Europeus e à hegemonia clara e indiscutida do Benfica e do Real Madrid nos dois contextos possíveis: interno e europeu.

E agora, como explicam os autores desse peditório, muitos deles espalhados pela boa imprensa que ainda calcula que anterior ao talento são as camisolas que ajudam a ganhar os jogos, que o Benfica só tenha conseguido jogar futebol sério e perigoso, depois de Camacho desfazer a promitente dupla de pontas-de-lança? Sim, e agora? A primeira parte do jogo parece ter sido a revelação final de que o treino é, no futebol actual, o parente mais chegado das vitórias no futebol. Não se discute que uma equipa deva jogar como treina, mas já parece um ataque frontal à sensatez que uma equipa em poucos dias mude tão radicalmente a sua identidade. E fê-lo através do treino, em três ou quatro sessões de aprendizagem rápida, ou fê-lo para reagir a um impulso de popularidade? Se o Benfica quiser jogar com dois pontas-de-lança pode fazê-lo, não há nenhuma lei que o proíba, mas deve esperar pela recuperação de Nuno Gomes, que é o único avançado no plantel capaz de oferecer complementaridade ao seu parceiro no ataque e mobilidade à equipa na forma como se consegue mover entre-linhas.

Seria igualmente necessário que a equipa pudesse desenvolver, entretanto, outras dinâmicas no meio jogo, de forma a que a equipa possa atravessar as linhas do adversário com movimentos que ajudem à sua desconstrução defensiva. Diante dos alemães, com dois jogadores altos e pesados no ataque, quem estaria à espera que fosse Cardozo ou Makukula a fazer movimentos em profundidade um em relação ao outro, ou deslocamentos laterais que permitissem as rupturas dos jogadores do meio-campo? Só mesmo o treinador alemão é que podia ter sonhado com isto na noite anterior ao jogo.

E de que adianta colocar duas masmorras no ataque, sem uma área de serviço em condições de oferecer aos atacantes outra coisa que não seja o constante apedrejamento de bolas, vindas da sua área, por express-mail, despejadas inutil e inconscientemente à procura do ganho de uma segunda bola que permita à equipa ganhar posições para atacar a baliza do lado que interessa? Onde estão os movimentos dos médios-ala, à procura de zonas interiores do campo, juntando-se a Rui Costa na última fase de construção e oferecendo a Léo, do lado esquerdo e a Nélson do outro lado, a possibilidade de assegurarem o jogo exterior? Não há nada disto no Benfica. Aquilo a que muitos chamam dinâmica é isto. Uma invenção do futebol moderno que evita que os jogadores corram muito, dando-lhes a possibilidade de correr melhor. É por isso que ao Benfica não lhe interessa “salir a ganar”. É muito melhor “salir a jogar”.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Sem mais comentários

«Quanto aos jogos dos restantes «grandes», o Naval-Benfica terá arbitragem de Rui Costa, enquanto no Sporting-Est. Amadora estará Artur Soares Dias, curiosamente dois árbitros da AF Porto.»

in A BOLA

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Quatro Linhas #1: O Ciclo Preparatório


Caros bloguistas:

Inicio aqui uma colaboração com o Eterno Benfica que coincide com a minha renúncia ao jornalismo. Após vinte e cinco anos atrás das ideias dos outros, acho que chegou a altura de construir o meu próprio património ideológico. Faço-o nesta altura em que ainda desconheço o que farei no futuro para manter bem alimentadas as duas pequenas bocas que tenho em casa, mas que gritam desde a sua nascença pelo mesmo refrão que forrou a minha ascendência futebolistica: «slb, slb, slb, glorioso slb, glorioso slb». Para os meus filhos, como para mim, sempre será uma senha para a felicidade pura e indiscutível. Mesmo nas derrotas, mais do que nas vitórias, sempre soube encontrar no Benfica uma estranha tendência para me sentir feliz. Apesar de Pringle, Escalona, Rojas, El Hadrioui, Beto, Fernando Aguiar e muitos outros que se desviaram da reputação internacional do clube, mesmo assim, há coisas que o clubismo sério e profundo aprende a desculpar. E até pode ser uma forma poética de amar o jogo, pela diferença, pelo sacríficio e pelo canto do olho, único espaço que certos jogadores podem ocupar enquanto entretemos a retina com Chalana, Alves, Eusébio, Valdo, Rui Costa e mais recentemente Cardozo.

É verdade, tenho uma estima pessoal e já muito desenvolvida pelo atacante paraguaio. Dizem os meus amigos mais chegados – benfiquistas claro, de outro modo não seriam os mais chegados – que é lento. Outros dizem-me que uma girafa tem uma locomoção mais elegante. Aos primeiros digo que as melhores imagens numa transmissão televisiva de futebol surgem-nos em super-slow-motion. É assim que vejo Cardozo e a sua atípica graciosidade. Em qualquer transmissão de um jogo do Benfica já me habituei a dispensar as imagens em câmara lenta. Já tenho Cardozo e chega-me. É craque. Ainda pouco assimilado pela equipa e pelo treinador que sempre desconfiou dele, Cardozo faz golos ao mesmo tempo que faz pela vida. Não está certo, porque um jogador destes não tem de fazer mais do que as suas características recomendam. Tenho de recordar a premonição do meu amigo José Veiga, quando me disse, ainda na Argentina, quando tentava arrancar ao Newell’s Old Boys o seu abono de família: «Dentro de dois anos será um dos melhores pontas-de-lança do futebol europeu». Como sabem José Veiga não estava na Argentina mandatado pelo seu instinto, mas sim pelo presidente do Benfica. Não foi assim há tantos meses que não se lembrem. Pois bem, tenho de agradecer aos dois pela contratação de Cardozo para o Benfica. E tenho, igualmente, de dar razão a Veiga quando ele me anunciou, por telefone, a contratação do atacante paraguaio. «Com Cardozo e Miccoli, servidos por Simão, vamos ser campeões».

Para muitos benfiquistas este “vamos” tem muito que se lhe diga. Porque se recusam a aceitar a entrada de José Veiga na maravilhosa família benfiquista, considerando-o um convertido de quem é melhor desconfiar. Pois bem, mesmo assim, o antigo director-geral continua a recusar o pagamento de quotas noutro clube que não seja o Benfica e isso tranquiliza-me. Mesmo que por motivos de saúde fosse obrigado a frequentar as piscinas do Sporting ou que fosse uma vítima da inoportunidade de um amigo que não cedesse à tentação de lhe pagar as quotas no FC Porto.

O Benfica tem Cardozo e estou grato por isso. E de pouco adiantam os estranhos telefonemas que tenho recebido com a gritante informação de que o preço do jogador teria ganho espectacularmente pernas e que estaria algures a meio do Kilimanjaro, subindo, subindo, subindo, até aos quinze milhões de euros. Confesso que não sei se a intenção é despejar a responsabilidade do negócio em cima de quem esteve na Argentina a negociar a transferência do jogador. O que sei é que quem lá esteve tinha um mandato. E passado por alguém que reconhecia em Cardozo, talvez, não sei, o início de um novo ciclo. Como muitos sabem, nos últimos tempos, o Benfica está a especializar-se em ciclos. São de pouca duração, mas acredito na bondade de todos eles. Aceito-os como a experimentação necessária para chegar ao Grande Ciclo. O das vitórias.

Além do mais, Cardozo ainda vai dar aos benfiquistas muitas alegrias. E quando for tempo disso, dará também ao Benfica a oportunidade de pagar o investimento e se calhar contratar mais dois ou três Cardozos. Será o tempo em que o Benfica se comporta no mercado com uma estratégia seca e linear. Bons a comprar e melhores a vender. O futuro director-desportivo, Rui Costa e o actual director da prospecção, Rui Águas, parecem-me as pessoas certas. Para acabar de vez com o ciclo preparatório.

José Marinho

domingo, 10 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Quando um benfiquista pensa que, seja em que jogo for, o Benfica não vai golear por, sei lá, 5 ou 6 a zero, é porque o desânimo tomou conta das nossas hostes.

Vêem-me á memória duas frases do RAP sobre esta temática: "Quinje a zero! O Benfica vai ganhar por 15 a 0!!!", ou, "Quando estávamos a levar 7 do Celta, eu pensava que se marcássemos 1 golo ainda dávamos a volta á coisa!!". Este sempre foi o nosso estado de espirito. Guiados por uma fé inquebrável e inabalável.

Só que, actualmente, já me contento com uma vitória por 1-o. 1-0 basta...

Obrigado Sr. Vieira, pelo melhor plantel dos ultimos 10 anos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

A exaltação dos valores da Academia

Em Alcochete, mal um rapazito dá três toques na bola, é de imediato chamado um professor de inglês para ensinar essa língua de trapos à criança, pois, mais cedo ou mais tarde, o tio Carlos vai levá-la para Manchester (ou Manster, como diz o nosso querido engenheiro. Um bem-haja para os gregos!).

Foi assim com o miúdo da Madeira, foi assim com o miúdo de Massamá, será assim com o filho do grande Veloso e, quiçá, também pode ser assim com o novo guarda-redes da "melhor escola de formação do Mundo" (como só ela se intitula), o Rui Patrício.

Toda a gente sabe que o Rui Patrício é o melhor guarda-redes da Liga (e ai de quem diga o contrário! É proibido!). Toda a gente sabe que Rui Patrício é produto da "melhor escola de formação de jogadores do Mundo". E aliás, é tão bom, tão bom, tão bom, tão bom, tão bom que o Scolari já o convocou para um particular contra a melhor selecção do Mundo.

A questão que aqui se coloca é clara: porque é que Rui Patrício é convocado em detrimento de outros guarda-redes? É melhor? Vejamos então:

Nos seus 8 jogos para o campeonato, o "sucessor de Damas" tem uma média de 5,5 pontos por jogo, segundo um diário desportivo, e sofreu, nada mais nada menos que 8 golos.
Na época 2001/2002, despontava um outro guarda-redes de qualidade, José Moreira, que nos oito primeiros jogos sofreu apenas dois golos. Dois! E no entanto, esse mesmo Moreira não tem uma única internacionalização A pela selecção.

Pelos vistos, o registo do futuro melhor guarda-redes do Mundo "formado na melhor escola do Mundo" não é assim tão positivo como apregoam. Há muitos outros guarda-redes capazes de fazer melhor que o menino de Alcochete. Há guarda-redes portugueses a realizarem épocas muito boas, umas atrás das outras, e nunca são chamados à selecção. Por exemplo, o Hilário (Chelsea), Eduardo (Vit. Setúbal) ou Pedro Roma (Académica). Por que é que estes jogadores não são chamados?

Hoje jogamos com a Itália. Espero que Scolari tenha o bom senso de não dar a baliza a Rui Patrício sem a dar primeiro a um outro guarda-redes muito profissional que está há vários anos (cerca de 7!) na selecção sem fazer um único jogo, e que nunca se queixa dessa situação, revelando o seu espírito desportivo e a sua atitude de excelente profissional, o guarda-redes titular do Benfica, Quim.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

De volta ao "normal"

Bem me parecia que a exibição do fim-de-semana passado tinha sido fruto do acaso. Frente ao Nacional, no Estádio da Luz, não conseguímos dar sequência ao bom resultado alcançado no Minho e ao deslize do praticamente-campeão-nacional-que-já-tem-as-faixas-encomendadas. Assim, com este resultado, o segundo lugar fica em risco, quando a deslocação a Alvalade já não está assim tão longe.

Ontem, mais uma vez, o Benfica voltou a entrar tímido no jogo. Não conseguiu durante toda a primeira parte fazer uma jogada com princípio, meio e fim. Não há fio de jogo. Não se faz uma jogada completa com bola a correr pelo relvado, isto sobretudo devido à ausência da peça fundamental da equipa, que já tem 35 anos, Rui Costa. Algo está mal quando uma equipa vê nela o melhor jogador com aquela idade e se sente tão dependente dele.

Para não variar, o adversário do Benfica entrou forte no jogo. Começaram a incomodar Quim ainda antes dos 10 minutos, chegando à nossa baliza com uma impressionante facilidade. O nosso meio-campo defensivo está de rastos. Petit e Katsouranis estão completamente fora de forma. Não conseguem recuperar nos contra-ataques, não têm envolvimento nos lances ofensivos e não conseguem transmitir garra a uma equipa atafulhada de sul-americanos.
Ofensivamente, os jogadores (à excepção de Di Maria e Nuno Gomes) estavam simplesmente parados. Lá no 3º piso é que dá para ver quem corre e quem não o faz. É incrível ver Maxi Pereira, Cardozo, os dois trincos e os laterais parados, sem procurarem desmarcações ou linhas de passe. Dá dó ver um Benfica que parece que não treina durante toda a semana.
E como a situação não estava assim tão má que não pudesse piorar, eis que se lesiona um dos poucos jogadores que poderia conseguir fazer a ligação entre o meio-campo e o ataque, Nuno Gomes. Felizmente não tivemos que "gramar" com o Assis, pois estava lá no banco C. Rodriguez, que até acabou por ser um dos melhores em campo. A primeira parte terminava pouco depois com pouquíssimo futebol.

No segundo tempo o Benfica entrou mais objectivo, fruto das investidas de Di Maria e Rodriguez, mas também algo desorganizado, não se percebendo em que posições estavam a actuar os três médios sul-americanos. O Benfica até teve boas oportunidades com Maxi Pereira num remate frontal e dois cabeceamentos, por Cardozo (tão apagado...) e Mantorras, que foi inconsequente. Nos vários lances de bola parada que tivemos, nem um resultou em perigo. Mas será que eles treinam? Tudo marcado ao segundo poste onde não aparecia ninguém, quando toda a gente sabe que o melhor jogador do Benfica nestes lances é Katsouranis, que costuma aparecer em antecipação ao primeiro poste. O Nacional apenas a espaços procurou a sorte, sorte essa que lhe ia saindo num cabeceamento de Ricardo Fernandes, após livre de Spadacio.
Nas substituições Camacho esteve desastroso: primeiro tirou o Nélson e colocou Léo, quando devia ter retirado o apagado Luís Filipe e colocado o luso-cabo-verdiano na direita, e segundo tirou Di Maria, que foi claramente o melhor em campo, o que valeu uma monumental assobiadela ao técnico espanhol.
Resultado final, 0-0, que premeia o esforço do Nacional sobretudo na primeira parte e castiga a desorganização colectiva do Benfica.

No final, lenços brancos e bastantes vaias para a equipa e para José Antonio Camacho, que, com a vinda de Makukula, terá mais uma solução para um ataque que parece cada vez mais ineficaz.

P.S. Comportamento vergonhoso das claques: os Diabos Vermelhos praticamente não apareceram, mais uma vez. Só põem os pés no Estádio quando jogamos com os rivais. Os No Name Boys fizeram a única coisa que sabem: mandar very lights para o campo, dando razão a quem diz que as claques são fonte de problemas e que não dignificam o espectáculo, dando uma imagem de insegurança ao futebol.

Ficha de jogo

Bwin Liga - 18ª jornada
Estádio da Luz, Lisboa
Assistência: 31 694 espectadores
Árbitro: Olegário Benquerença (AF Leiria)

SL Benfica

Quim; Luís Filipe, Luisão, Edcarlos e Nélson (Léo, 67 min); Petit, Katsouranis, Maxi Pereira e Di Maria (Mantorras, 79 min); Nuno Gomes (cap.) (C. Rodriguez, 39 min) e Cardozo
Suplentes não utilizados: Butt, Sepsi, Adu e Nuno Assis
Treinador: José Antonio Camacho

CD Nacional

Bracalli; Patacas (cap.), Ricardo Fernandes, Cardozo e Alonso; Edson, Cléber, Juninho (Adriano, 68 min), Juliano Spadacio e Fábo Coentrão (Pateiro, 75 min); Rodrigo (Lipatin, 63 min)
Suplentes não utilizados: Belman, João Coimbra, Filipe Lopes e Reinaldo
Treinador: Pedrag Jokanovic

Disciplina: Cartão amarelo a Di Maria (76 min) e Adriano (80 min)

Marcador:

Melhor em campo: Di Maria (SL Benfica)

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Só para avisar...

...que o nosso fantástico lider já ganha 3-0 ao intervalo ao ultimo classificado, que joga sem o melhor marcador que hoje limpa a folha para os próximos compromissos da União...Compromissos onde a vitória não esteja já vendida desde o principio.

...ah e já agora, mais um fora-de-jogo escandaloso a abrir o marcador! Por estas e por outras, é que é fácil jogar de azul e branco...Por estas e por outras, é que são eles os maiores do mundo e arredores. É fácil, não é?


Força Benfica, enche-nos de orgulho hoje!
Contra tudo o que é imundo, rumo ao trigésimo segundo. Eu ainda acredito.

Tristeza

Podemos não gostar do jogador Nuno Gomes, mas a capa de hoje do jornal ABOLA é uma vergonha! Eu pessoalmente sinto-a como um ataque ao próprio Benfica, através da pessoa do seu capitão...
A nossa forma de responder, e o que eu pretendo com este post, é promover um boicote a este pasquim!

Revoltem-se Benfiquistas...Estão a gozar connosco!
PS: Hoje vamos vencer e convencer.
PPS: Cardozo molha a sopa outra vez.