Em 80/81 o Benfica era orientado pelo húngaro Lajos Baroti, um gentleman do futebol magiar, figura incontornável do desporto-rei no seu país. E já no ocaso de uma brilhante carreira, chega a Portugal para limpar tudo a nível domésico. No que ao campeonato diz respeito, o Benfica de Baroti recebeu o Porto na Luz à passagem da 23ª jornada, com apenas dois pontos de vantagem sobre o rival azul-e-branco, numa altura em que a vitória valia esses mesmos dois pontos. O Benfica venceu com golo de João Alves e cavou um fosso fundamental para a conquista do título. Nas jornadas seguintes, os encarnados perderiam pontos em Viseu e em Guimarães (empates a 1 e a 0), mas, graças à vitória alcançada na Luz frente ao Porto de Stessl, conseguiu conservar a liderança até final. O Benfica sagrou-se campeão com apenas dois pontos de vantagem sobre o Porto. O jogo do título foi mesmo decisivo. Até final da temporada, ainda houve tempo para conquistar a Taça de Portugal, uma vez mais frente ao Porto, graças a hat-trick de Nené, e chegar às meias-finais da já extinta Taça das Taças, onde caímos aos pés do Car Zeiss Jena.
"Somos do Benfica. Somos e chega. Somos seus amantes, até ao tutano da nossa alma. E, como bons amantes, em regime de monogamia absoluta. Porque nenhum outro nos interessa além do Benfica. Por isso não admitimos que se diga que os outros clubes jogam com o Benfica. Nada de conúbios. Eles jogam é contra o nosso Benfica."
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Da Luz, com vista para o título I
Na contagem decrescente para o clássico, recordamos alguns encontros históricos entre Benfica e Porto realizados na Luz na segunda metade do campeonato e que acabaram por ter importância crucial no que ao desfecho do campeonato diz respeito.
Em 80/81 o Benfica era orientado pelo húngaro Lajos Baroti, um gentleman do futebol magiar, figura incontornável do desporto-rei no seu país. E já no ocaso de uma brilhante carreira, chega a Portugal para limpar tudo a nível domésico. No que ao campeonato diz respeito, o Benfica de Baroti recebeu o Porto na Luz à passagem da 23ª jornada, com apenas dois pontos de vantagem sobre o rival azul-e-branco, numa altura em que a vitória valia esses mesmos dois pontos. O Benfica venceu com golo de João Alves e cavou um fosso fundamental para a conquista do título. Nas jornadas seguintes, os encarnados perderiam pontos em Viseu e em Guimarães (empates a 1 e a 0), mas, graças à vitória alcançada na Luz frente ao Porto de Stessl, conseguiu conservar a liderança até final. O Benfica sagrou-se campeão com apenas dois pontos de vantagem sobre o Porto. O jogo do título foi mesmo decisivo. Até final da temporada, ainda houve tempo para conquistar a Taça de Portugal, uma vez mais frente ao Porto, graças a hat-trick de Nené, e chegar às meias-finais da já extinta Taça das Taças, onde caímos aos pés do Car Zeiss Jena.
Em 80/81 o Benfica era orientado pelo húngaro Lajos Baroti, um gentleman do futebol magiar, figura incontornável do desporto-rei no seu país. E já no ocaso de uma brilhante carreira, chega a Portugal para limpar tudo a nível domésico. No que ao campeonato diz respeito, o Benfica de Baroti recebeu o Porto na Luz à passagem da 23ª jornada, com apenas dois pontos de vantagem sobre o rival azul-e-branco, numa altura em que a vitória valia esses mesmos dois pontos. O Benfica venceu com golo de João Alves e cavou um fosso fundamental para a conquista do título. Nas jornadas seguintes, os encarnados perderiam pontos em Viseu e em Guimarães (empates a 1 e a 0), mas, graças à vitória alcançada na Luz frente ao Porto de Stessl, conseguiu conservar a liderança até final. O Benfica sagrou-se campeão com apenas dois pontos de vantagem sobre o Porto. O jogo do título foi mesmo decisivo. Até final da temporada, ainda houve tempo para conquistar a Taça de Portugal, uma vez mais frente ao Porto, graças a hat-trick de Nené, e chegar às meias-finais da já extinta Taça das Taças, onde caímos aos pés do Car Zeiss Jena.

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