Se o jornal O Jogo causa repugnância aos adeptos benfiquistas enquanto adeptos de futebol (e com razão), o que dizer do jornal A Bola? A verdade é que desde há uns anos a esta parte, A Bola deixou de ser um jornal de desporto para ser um órgão de comunicação de uma pessoa, ou conjunto de pessoas, de um determinado clube. O nosso, por acaso.
Serve este jornal para ir dando informações algumas vezes incómodas em doses pequenas, para ir habituando os adeptos a decisões futuras menos simpáticas, e para defender o presidente dos maus resultados (quem não se lembra das capas a condenar exclusivamente Jesus e os jogadores pelos maus resultados) e dos espanhóis (essa tirada mítica que constitui um óptimo exemplo de mau profissionalismo).
A esta hora, Cândido de Oliveira, Vicente de Melo e Ribeiro dos Reis, sobretudo este último, devem estar às voltas nos respectivos caixões. Tudo porque o jornal que eles fundaram e que idealizaram como o melhor do mundo desportivo em Portugal está nas mãos de um director que faz tudo por croquetes e de um jornalista que não é mais que a voz do dono. É pena. Especialmente para mim, que lia religiosamente o jornal desde pequeno, que me ensinou a ler.
P.S. Claro que se Witsel for vendido, o Benfica já tem um substituto na manga. Afinal de contas é assim que os clubes com estruturas profissionais funcionam: antecipando o futuro. Bom, pelo menos é assim que deveriam funcionar. Não é?
P.P.S. Em princípio, os comentários só serão publicados esta 6ª. Até lá... keep calm and do not sell Witsel.
Serve este jornal para ir dando informações algumas vezes incómodas em doses pequenas, para ir habituando os adeptos a decisões futuras menos simpáticas, e para defender o presidente dos maus resultados (quem não se lembra das capas a condenar exclusivamente Jesus e os jogadores pelos maus resultados) e dos espanhóis (essa tirada mítica que constitui um óptimo exemplo de mau profissionalismo).
A esta hora, Cândido de Oliveira, Vicente de Melo e Ribeiro dos Reis, sobretudo este último, devem estar às voltas nos respectivos caixões. Tudo porque o jornal que eles fundaram e que idealizaram como o melhor do mundo desportivo em Portugal está nas mãos de um director que faz tudo por croquetes e de um jornalista que não é mais que a voz do dono. É pena. Especialmente para mim, que lia religiosamente o jornal desde pequeno, que me ensinou a ler.
P.S. Claro que se Witsel for vendido, o Benfica já tem um substituto na manga. Afinal de contas é assim que os clubes com estruturas profissionais funcionam: antecipando o futuro. Bom, pelo menos é assim que deveriam funcionar. Não é?
P.P.S. Em princípio, os comentários só serão publicados esta 6ª. Até lá... keep calm and do not sell Witsel.







