terça-feira, 2 de outubro de 2007

Sopranos who?

Não tenho tido muito tempo nem disposição para coscuvilhice, mas aproveito para recuperar uma notícia da semana passada, que finalmente deslinda o mistério do novo casamento do arguído-mor com a Filomena. Não tenham dúvidas de que o Pintarolas está metido nisto, o tio Américo também, e a Filomena sabe muita coisa que convém manter na penumbra. Finalmente, aos 70, está na altura de assentar e o presidente do fóculporto não deixa a coisa por menos, estando agora casado com duas mulheres ao mesmo tempo. Sim, o casamento com brasileira Lisa, prostituta desde pequenina, mantém-se, cumprindo o seu único e sobejamente conhecido propósito.

6 comentários:

tutano azul e branco disse...

Olha o grande crime que a Dona (respeitinho moço postador, não a conheces de lado nenhum nem ela é tua irmã) Filomena cometeu. Só os burros ou os santos não cometiam esse crime até 2004, ano em que entraram em vigor os novos critérios de avaliação de imóveis. Até os ministros escrituravam por muito menos que o preço real os imóveis que compravam, para pagarem menos siza e os vendedores para pagarem menos IRC ou imposto sobre mais valias. Muitos até tiveram de se demitir por isso vir a público. Por exemplo Murteira Nabo e António Vitorino. E agora só não o fazem, eles e toda a gente, porque quase nunca serve de nada, já que o valor que quase sempre conta quer para IMT quer para os outros impostos relacionados com imóveis é o valor da matriz predial, isto porque pelos novos critérios está quase sempre acima do valor escriturado no acto de compra e venda enquanto antes estava sempre muito abaixo sendo por isso nessa altura considerado o valor da escritura que por isso mesmo era quase sempre inferior ao valor real.
Já que ligam tanto às notícias do JN podiam postar e linkar aqui todas aquelas que têm saído pondo em causa com factos muito graves a actuação de MJM e "sus muchachos" e da PJ e que a generalidade da comunicação social (vermelhona até ao tutano) tem censurado, como não podia deixar de ser. Um dia destes em que tenha mais tempo vou fazer uma pesquisa e depois envio-vos os links, já que pelos vistos vocês têm uma visão muito selectiva e não conseguiram ver nenhuma dessas notícias.

dom quixote azul disse...

Cornudo lampião: Cornudo volumoso (na barriga, não no cérebro) e de hábitos salazarentos. A sua presença é incómoda por cheirar muito a bafio. Come e bebe à conta dos outros mas mesmo assim come e bebe mal e porcamente. É bicharoco com fobia à solidão por cobardia e por isso anda sempre em bandos e bebe e bate na mulher depois das derrotas do slb para se sentir vitorioso.

P.S. Na Tertúlia Benfiquista postaram o Cornudo lagartão. Em resposta escrevi o Cornudo lampião mas como nesse blog há censura por desforra coloquei-o em todos os outros blogs benfiquistas que conheço.

abidos disse...

Um Gajo Que Nada Percebe Das Leis Do Futebol Português (GQNPDLDFP), aterrou na Portela, a algumas semanas, depois de ter visto a jornada, e ouvido as declarações dos intervenientes, do ultimo fim-de-semana, da Liga Portuguesa, ficou confuso, e decidiu perguntar a quem percebe um pouco mais do assunto. Encontrou um adepto do Sporting, e outro do Porto e perguntou se eles lhe poderiam tirar algumas duvidas, com a habitual hospitalidade Portuguesa, começou o questionário:

GQNPDLDFP - Gostaria de saber se em Portugal, sempre que um jogador atrasa a bola para o seu guarda-redes, e este agarra a bola com as mãos, se é sempre falta?

Bimbo - É claro que sim, até o mais conceituado arbitro Português dos ultimos tempos, o confirmou. Esse homem, é um senhor !!!

Quêque - Peço desculpa, mas este senhor, está errado. Para ser falta, o atraso tem que ser DELIBERADO, nas leis do futebol, a intenção conta...

GQNPDLDFP - Compreendo, como por exemplo, a lei que se refere, ao contacto dos braços com a bola, também difere, se o contacto é intencional, ou ocasional?

Quêque - Claro que não, se a bola, bater nos braços dos jogadores, é sempre falta !!!

Bimbo - Por incrivel que pareça, concordo aqui com o companheiro, por exemplo na final da Supertaça, no Porto-Sporting, o arbitro devia ter marcado penalty, quando o Tonel cortou um lance com mão...

Quêque - Não desvies a conversa...

GQNPDLDFP - Pronto, calma, não quero que se enervem. Mudemos de assunto, então e as linhas de jogo? No resto do mundo as marcações fazem parte do jogo. Isto é, se uma falta é cometida em cima do risco da area, é penalty. A bola só está fora do campo, quando sai na totalidade, ou um golo, só é, quando a bola passa completamente a linha de golo. Aqui em Portugal, como é, que é?

Quêque - Aqui é parecido, a unica diferença, é quando um jogador toca na bola com a mão, e tem um pé dentro da area, mesmo que a bola esteja fora, é penalty...
Existe também uma excepção quando a bola passa a linha de golo, depende se o arbitro assistente, está a esfregar o olho, ou não !!!

Bimbo - Não é bem assim. A grande diferença, entre Portugal e o resto do mundo, é que em algumas situações é permitido centrar a bola, para a grande area adversária, quando esta já ultrapassou totalmente a linha de fundo, mas só quando for golo, e é só as vezes !!!
Em relação aos golos, o golo só deve ser validado, quando a bola passa a linha de golo na totalidade, e bate no chão, para confirmar a situação !!!
Existe uma outra recomendação importante, em noites de nevoeiro, se a equipa da casa, tiver como simbolo, um animal mitologico, é premitido aos apanha-bolas colocar a bola dentro da baliza, quando o remate passou ao lado !!!

GQNPDLDFP - Vamos a outro assunto, o arbitro quando recebe um informação errada dos arbitros assistentes, é obrigado a seguir as indicações dos assistentes?

Quêque - Essa é facil, se o assistente marcar penalty a nosso favor, mesmo que do sitio onde ele se encontra, seja impossivel determinar, se a falta foi cometida, dentro, ou fora da area, é sempre penalty, e nenhum arbitro deverá ter a audácia de inverter a decisão...

Bimbo - Acrescento, se o assistente marcar um penalty, a favor de uma determinada equipa, que veste de vermelho, tem como simbolo uma águia, e um presidente que é um ex-vendedor de pneus, então nesse caso, o arbitro é obrigado, a não respeitar o conselho do assistente !!!

GQNPDLDFP - Estou a ficar esclarecido, mas mais uma duvida, alguém disse, que existe uma enorme falta de vergonha dos arbitros, e de quem os momeia, é verdade?

Quêque - Muito bem, quem disse isso, é um senhor, é um rapaz tranquilo, mas é um senhor !!!

Bimbo - Esse rapaz quando jogou contra nós, realmente foi um senhor !!!
Foi roubado, calou-se, não se queixou, e ainda descascou em cima do seu guarda-redes...
Em relação a quem momeia os arbitros, temos que dar o desconto, o homem é bem intencionado, já o provou...

GQNPDLDFP - Mas a semana passada, o treinador, que jogou contra o Sporting, no final do jogo disse o mesmo?

Quêque - Não vale a pena falar do passado, o que conta é o presente...

GQNPDLDFP - Diz-se que o futebol Português, é dominado por um Sistema, quem é que domina essa máfia?

Bimbo e Quêque - É o Benfica !!!

GQNPDLDFP - Mas o Benfica nos ultimos 20 anos, praticamente não ganhou nada !!! Se eles controlam o sistema, porque é que, não ganham mais titulos?

Bimbo - Além de corruptos são incompetentes...

Quêque - Discordo, acho que eles não ganham mais vezes, para não chamarem a atenção, para eles !!! Assim continuam a roubar, e tem a desculpa perfeita. Podem dizer que não ganham...

GQNPDLDFP - Por isso, é que o Benfica quando joga com o Sporting em casa, e o arbitro é o Pedro Henrriques, não consegue ganhar?

Quêque - Exactamente, é só para disfarçar !!!

GQNPDLDFP - Mas então, porque é que, quando o Sporting joga no Porto, cerca de 3 dias depois, começa a falar mal do arbitro? e quando joga na Luz, mal acaba o jogo, começam logo a queixar-se do sistema? será que não tem medo, que os mafiosos do Benfica lhe 'façam a folha'?

Quêque - Mas nós não temos medo deles, enfrentamos os ladrões de frente...

GQNPDLDFP - Peço desculpa interromper, mas eu tenho verificado que os clubes PEQUENOS, quando jogam com o Benfica queixam-se sempre dos arbitros, aconteça o que acontecer, nos jogos. Até houve um que ganhou um jogo, com um golo marcado com a mão, e queixou-se do arbitro !!!
Parece-me que isto é um tactica para ficar bem visto, com aqueles que estão a ser acusados no processo Apito Dourado?

Bimbo - Está completamente errado. Isso é uma cabala, uma fabricação, as escutas são ilegais, e as testemunhas, são só putas, e corruptos, e além disso nós sempre tivemos grandes equipas, nunca necessitamos de gastar dinheiro com arbitros !!!

Quêque - Você está a insinuar, que o Sporting é um clube PEQUENO, e está completamente dominado, pelos interesses dos outros?

GQNPDLDFP - Não estou a insinuar nada.
Uma equipa de futebol vive das vitórias, a confiança que se ganha, o dinheiro que se faz, a segurança, a tranquilidade. Faz com que jogadores tinham vontade de representar esse clube, não devido ao seu passado, mas porque as vitorias trazem prestigio, e valorizam as suas carreiras. Isto não é linear, existêm consequências a curto, e a médio prazo, quando se interfere na verdade desportiva...
E outra coisa, então alguns de vocês não casaram com essas putas, e não eram 'amigos' desses corruptos?

Bimbo - Veja lá o que diz, se não, ainda telefono, ao meu amigo da noite, e você perde o pio, e depois de falar com o amigo na Judite, ao amigo da Procuradoria, e ao amigo Juiz, ninguém me vai acusar de nada...

Quêque - Eu não ouvi nada !!! desde que fique em segundo, à frente dos meus vizinhos, estou contente...

GQNPDLDFP - Vou-me já embora, agradeço a explicação, mas acho que ainda fiquei mais confuso, se calhar vou para o Iraque, talvez lá, exista menos ladrões, e eu possa estar em segurança !!!...

You'll never walk alone disse...

Viva Sir,há já algum tempo que aqui não vinha lêr os vossos posts e comentar,vejo que se mantém tudo "um pouco" na mesma...comentários deslocados de gente igualmente deslocada.Quanto ao post,nada a dizer,acho que esse filão de notícias sobre esse sujeito ou tudo que se ligue a ele,já tá gasto.Adiante,falemos do que é de facto relevante,que isto ainda é dedicado ao nosso Benfica e esse joga amanhã.

tutano azul e branco disse...

Porque estou preocupado com a vossa instrução (o antitripa deseduca muito), deixo-vos aqui o excelente artigo de Miguel Sousa Tavares - A Cigarra, a Formiga e o Kalimero

Como se sabe, há três clubes chamados grandes no futebol português: a Cigarra, a Formiga e o Kalimero.

A Cigarra é o Benfica: faz-se tratar por «A Instituição» e auto-intitula-se de «maior clube do mundo» — com direito a diploma e tudo; diz que vai a caminho dos trezentos mil sócios e que terá uns trinta milhões de adeptos da «marca Benfica» espalhados pelo mundo inteiro; a sua grandeza é tão desmesurada, tão avalassadora, que nem é preciso ter, como este ano, uma equipa de futebol «que qualquer treinador do mundo gostaria de treinar», para que os títulos lhe caiam, naturalmente e por vassalagem alheia, aos pés. Porque acha que de há muito adquiriu por usucapião o direito natural aos títulos, «A Instituição» não acredita que estes exijam trabalho, talento e paciência. Resultado: não é campeão nacional em modalidade alguma, excepto em futebol de salão (que teve de começar a praticar exactamente para poder ser campeão em alguma coisa, tirando partido do facto de A Formiga não praticar a modalidade).

A Formiga é o FC Porto: passou décadas a prestar vassalagem aos Grandes de Lisboa, aceitando pacificamente o papel de animador inútil dos campeonatos. Até ao dia em que soltou o Grito de Ipiranga e nunca mais parou: ultrapassou confortavelmente o número de títulos nacionais do Kalimero e aproxima-se vertiginosamente dos da Cigarra e, em matéria de títulos internacionais, arrasou: face aos dois longínquos títulos de campeão europeu (numa época em que só três ou quatro boas equipas disputavam a Taça dos Campeões e em que, com estrelinha no sorteio, podia-se ir por ali fora), e face ao mítico título de uma obscura e já defunta Taça das Taças conquistada pelo Kalimero na noite dos tempos, a Formiga tem para apresentar, nos últimos 20 anos, uma Taça UEFA, uma Supertaça Europeia, dois títulos de campeão europeu e outros dois de campeão mundial. Este ano defende os títulos de campeão nacional de futebol, hóquei, andebol e já nem sei que mais. Épocas houve, nestes últimos anos, em que juntou simultâneamente todos os títulos de campeão das modalidades profissionais ou os títulos de campeão nacional de futebol em todos os escalões, dos infantis aos seniores. Tal qual como na fábula, tanto a Cigarra como o Kalimero gritam que os sucessos da Formiga são falsos e resultado apenas de batota — (nacional e internacional, presume-se). Repetem isto há vinte anos na esperança de que, como dizia Goebbells, repetir uma mentira até à exaustão a transforme numa verdade… por exaustão. A Formiga ri-se e segue em frente. Ela sabe que, para ganhar mais vezes do que os outros é preciso muito trabalho, muito talento, muita organização, muita humildade e uma cultura de vitória que não se consegue com simples proclamações de superioridade natural.

O Kalimero é Sporting e é o caso mais problemático. Os tempos mudam e os tempos mudaram em desfavor do Kalimero: no futebol nacional, tal como na vida política ou demográfica do país, os tempos evoluiram para a bipolarização e o Kalimero é o parceiro sobejante. Em vão, vive a proclamar que foram eles que trouxeram o futebol para Portugal, que são eles os gentlemen e guardiões do templo com a profusão de condes e barões que deram ao nosso futebol. A verdade é esta: o Kalimero tem hoje menos títulos, no futebol e no resto, menos adeptos, menos assistências e incomparavelmente menos projecção e conhecimento internacional do que a Formiga. Pior do que isso, eles — que se reivindicam de donos do fair-play e do bom gosto — sofrem de cada vez que comparam o seu novo estádio, com nome de Visconde, a essa coisa linear e deslumbrante que é o Estádio do Dragão, e desesperadamente sentem que, em cada nova geração de adeptos que chega ao futebol, são muito mais os dragões do que os leões.

O Kalimero não tem culpa disto e, ao contrário da Cigarra, tem feito tudo o que pode e deve para contrariar o inevitável. O Sporting — repito o que já aqui disse — é hoje o clube melhor administrado e o que mais faz para evitar a bancarrota em cuja iminência vivem todos os clubes portugueses (e mesmo que isso passe por sacar à Câmara Municipal de Lisboa negócios e benesses que deveriam fazer corar de vergonha os inspectores do IGAT que conseguiram descobrir graves irregularidades na construção do Estádio do Dragão, porque teria havido uns terrenos do clube permutados com a CMP e sobrevaliados, e assistiram depois, em respeitoso silêncio, a todos os negócios de favor celebrados pela CML com Benfica e Sporting para a construção dos seus novos estádios).

Dos três, o Kalimero é o que tem menos dinheiro e menos orçamento para o futebol, o que, em contrapartida, mais talentos cria e exporta, e o que mais faz das tripas coração para se manter na discussão ao nível do topo. Merece por isso um rol de elogios e só não merece todos porque lhe falta uma característica fundamental que distingue os verdadeiros desportistas e o verdadeiro fair-play das falsas nobrezas apregoadas: saber perder. O Sporting não sabe perder e, por isso, adoptou a atitude do Kalimero, sempre a queixar-se dos «meninos maus» que lhe roubam a bola no recreio. É já uma cultura entranhada entre os sportinguistas, tão entranhada como o é a cultura de vitória entre os portistas ou a cultura de superioridade entre os benfiquistas.

Como se tal não bastasse, o Kalimero usa, sem pudor algum, uma bitola com dois pesos e duas medidas, convencido de que ninguém nota a hipocresia. Quando acha que tem razões para se queixar do árbitro — o que sucede sempre que não ganha — arma um escabeche de todo o tamanho, com declarações inflamadas, comunicados patéticos ou rídiculas «procissões de luto»; quando são benficiados — o que acontece muito mais vezes e quase sempre quando jogam em Alvalade — calam-se muito caladinhos e assobiam para o ar. Dizem que só não foram campeões no ano passado porque sofreram um golo marcado com a mão, mas fingem não ter visto o golo que entrou dentro da sua baliza e não valeu ou os erros que lhes permitiram sair do Dragão com uma vitória. Este ano, passaram uma semana revoltados porque o árbitro não lhes marcou um penalty na Amadora, que não teria qualquer influência no resultado, mas calaram-se quando, em Alvalade e contra o Setúbal, o árbitro esqueceu um penalty a favor do Vitória, que teria modificado o resultado.

O «escândalo» desta semana é porque, dizem eles, lhe roubaram dois penalties na Luz ( o mesmo árbitro que os fez ganhar no Porto, em Abril passado…). Ora, penso que, se há alguém insuspeito a analisar um Sporting-Benfica, é um portista. E o que eu vi é que, dos três lances contestados no jogo, o único que oferece dúvidas acabou a beneficiar o Sporting: um penalty que João Moutinho terá cometido mesmo a terminar o jogo. O primeiro penalty reclamado pelo Sporting faz parte daquela categoria de penalties de que os sportinguistas reclamam aos dois ou três por jogo, já por hábito instalado. E o segundo, é preciso ter muito má-fé e uma total falta de vergonha para o reclamar. O país inteiro viu que não houve penalty algum, que o Katsouranis, a menos que fosse decepado, não podia evitar que a bola lhe batesse no braço. O juiz de linha viu mal e marcou penalty, o árbitro viu bem e não o marcou. Sustentar que deveria ter prevalecido a opinião do juiz de linha, mesmo que ela implicasse uma vitória falsa como Judas e com o argumento de que foi assim que o Benfica ganhou na Amadora, deita por terra, sem honra alguma, quaisquer veleidades de se armarem em donos do desportivismo.

Aliás, eu fartei-me de rir, ao ler no sábado e ontem o relato da «histórica reunião» promovida pela Bola entre os presidentes do Benfica e do Sporting. Almoçando antes do jogo, não tiveram dificuldades em entenderem-se na conclusão de que são ambos vítimas das arbitragens, em benefício do «Outro», e irmãos na luta contra o suposto «Sistema» (de que eles controlam tudo: Federação, direcção da Liga, Comissão de Arbitragem e Comissão Disciplinar). Mas — pensei eu com os meus botões — bastaria que houvesse um casosinho ou inventado como tal no jogo do dia seguinte, e lá se ia a harmonia, a irmandade e a luta comum contra as arbitragens e o «Sistema». Dito e feito.

PS: Paulo Bento transformou-se agora no farol dos treinadores sem luz à vista. O problema, Jorge Costa, é que o golo do Guimarães foi mesmo golo e não hoube falta alguma sobre o Madrid. E o problema é que os seus jogadores vêm mostrando, jogo após jogo, que a culpa não é dos árbitros. Você, que tão bem conhece e tão bem interpretou a cultura de vitória do FC Porto, é novo de mais como treinador para se refugiar na cultura do Kalimero.

Sir disse...

Fodasse, que isto anda um bocadinho mal frequentado.