Contam-se pelos dedos das mãos os benfiquistas que desperdiçariam a oportunidade de arremeçar um qualquer objecto pontiagudo, penetrante, ou de abrir o lábio ao asno anencefálico do Jesualdo Ferreira. Que é como quem diz que anda tudo mortinho por trinchar o infeliz aos pedaços. Enfim, de o esquartejar até que se esvaísse em sangue.Multiplicam-se as entrevistas de uma forma quase tão exponencial quanto o aumento da minha repulsa por ele. Parece-me que este deslavado ainda tem alguns issues mal curados aquando da sua saída do Benfica. Teima, em practicamente todas as suas intervenções, em referir-se a Nós, de uma forma provocatória, mas, pior do que isso, extremamente forçada. Eu sei que a menopausa tem destas coisas, mas controla-te um bocado, ó Ju. Só que ele insiste. Urge a vontade de dizer a alto e bom som: "Eu, Jesualdo, sou dono da minha Padaria!". Olha, com um esgar principesco, franze o sobrolho e grita: "Mesmo com a inflacção nos bicos de pato, somos líderes de mercado na freguesia de Massarelos!".
A rendição aos encantos da nota e da fruta fresca foi rápida. Parece uma gaja fácil, um Carlos Castro num meio com menos bolas. Pois merecias um castigo exemplar, como os que ele recebia quando esteve preso. Aproveita o balanço, que um dia destes hás-de engolir também as tuas palavras. Quando ali estiveres vergado, a ser vergastado à grande, verás o que é que "magoa um bocadinho".
PS: Já te marquei a depilação.













