O Benfica sagrou-se campeão, venceu a Taça e a Supertaça, naquela que, em termos de resultados, foi uma época de ouro para o futsal benfiquista. O treinador principal, Paulo Fernandes, acaba contrato no final da presente temporada e a sua continuidade não é/era um dado assegurado. Quando questionado no flash interview sobre se continuaria como treinador encarnado para a época seguinte, Paulo Fernandes não soube afirmar se tal sucederia, deixando alguma incerteza quanto ao futuro. Já João Coutinho, vice-presidente para as modalidades, foi peremptório em afirmar que queria a continuidade do técnico campeão nacional, ainda que as declarações tenham sido proferidas no calor da festa.
Começo por dizer que não sou um fã de Paulo Fernandes. Não é de hoje a minha antipatia pelo treinador do Benfica. Já no Sporting não o achava um treinador à altura dos de Alvalade, quanto mais do Benfica. Mas a verdade é que, na primeira época, até à chegada do momento das decisões, Paulo Fernandes surpreendeu-me pela positiva. Contudo, não basta surpreender, é preciso ganhar. E a débâcle a que assistimos no ano passado, com as derrotas na Taça, campeonato e a pobre prestação na UFC, foi inadmissível. Parece ser apanágio das suas equipas deslumbrarem nas fases regulares, contra adversários mais fracos, mas falhar nos momentos decisivos. Em 10 anos como treinador principal de Sporting e Benfica, foi campeão por 3 vezes, algo insuficiente, a meu ver. Isto para não lembrar algumas más prestações com os verde-e-brancos, sendo inclusivamente suplantado pelo Belenenses de Alípio Matos em 2008 e 2009. Concluindo, por mim, Paulo Fernandes não veria o seu contrato renovado. Não é um grande treinador, não é um vencedor e tem falhas graves em alguns aspectos do jogo, sendo o 5x4 defensivo o mais gritante. Por isto, e porque o Benfica pode, a meu ver, aspirar a um melhor treinador, como Alípio Matos ou Jesús Candelas, Paulo Fernandes deveria sair.
No entanto, compreendo qualquer decisão que o Benfica venha a tomar, inclusivamente a renovação do contrato. Afinal de contas, o homem acabou de conquistar o triplete. Com uma sorte raras vezes vista, mas ganhou. Até pode ser banal, mas, no fim, os resultados é que ditam permanências e despedimentos.
Qualquer que seja a decisão final, poderá ser elogiada ou criticada uma vez que ambas as hipóteses têm prós e contras. Numa perspectiva de futuro, optaria por outro treinador, mais capaz. Não me parece que optar por outro treinador constitua um risco. Risco é continuar a apostar na sorte com Paulo Fernandes ao leme.
Começo por dizer que não sou um fã de Paulo Fernandes. Não é de hoje a minha antipatia pelo treinador do Benfica. Já no Sporting não o achava um treinador à altura dos de Alvalade, quanto mais do Benfica. Mas a verdade é que, na primeira época, até à chegada do momento das decisões, Paulo Fernandes surpreendeu-me pela positiva. Contudo, não basta surpreender, é preciso ganhar. E a débâcle a que assistimos no ano passado, com as derrotas na Taça, campeonato e a pobre prestação na UFC, foi inadmissível. Parece ser apanágio das suas equipas deslumbrarem nas fases regulares, contra adversários mais fracos, mas falhar nos momentos decisivos. Em 10 anos como treinador principal de Sporting e Benfica, foi campeão por 3 vezes, algo insuficiente, a meu ver. Isto para não lembrar algumas más prestações com os verde-e-brancos, sendo inclusivamente suplantado pelo Belenenses de Alípio Matos em 2008 e 2009. Concluindo, por mim, Paulo Fernandes não veria o seu contrato renovado. Não é um grande treinador, não é um vencedor e tem falhas graves em alguns aspectos do jogo, sendo o 5x4 defensivo o mais gritante. Por isto, e porque o Benfica pode, a meu ver, aspirar a um melhor treinador, como Alípio Matos ou Jesús Candelas, Paulo Fernandes deveria sair.
No entanto, compreendo qualquer decisão que o Benfica venha a tomar, inclusivamente a renovação do contrato. Afinal de contas, o homem acabou de conquistar o triplete. Com uma sorte raras vezes vista, mas ganhou. Até pode ser banal, mas, no fim, os resultados é que ditam permanências e despedimentos.
Qualquer que seja a decisão final, poderá ser elogiada ou criticada uma vez que ambas as hipóteses têm prós e contras. Numa perspectiva de futuro, optaria por outro treinador, mais capaz. Não me parece que optar por outro treinador constitua um risco. Risco é continuar a apostar na sorte com Paulo Fernandes ao leme.











