Há pessoas com as quais, mesmo vestindo as cores dos nossos adversários, é impossível não simpatizar. Artur Agostinho era uma dessas pessoas. O homem dos filmes antigos, dos relatos na rádio, do desporto e das novelas, um verdadeiro sportinguista que amava o seu clube, não um lagarto que vive do ódio ao Benfica, faleceu hoje de manhã. De Artur Agostinho não guardo as memórias dos relatos, porque não sou desse tempo, mas recordarei eternamente a figura simpática de um homem que, actuasse no palco do teatro ou do desporto, conseguia ser um verdadeiro profissional como poucos, agradando a quase todos, sempre sorridente. Descanse em paz, Artur Agostinho.
Estou Farto Disto!
Há 9 horas













