Mostrar mensagens com a etiqueta Amândio Carvalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amândio Carvalho. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A Era Paulo Bento

Queiroz saiu da selecção com dois anos de atraso, melhor dizendo, nunca devia ter vindo. Devia saber ou ter percebido que ele mesmo fazia parte do tão famoso grupo de "porcaria que tinha de ser varrida", juntamente com Madaíl, Amândio e outros. Espero que, ainda por cima com o anúncio da não-recandidatura de Gilberto Madaíl, seja o início de uma nova página no futuro da selecção, aos poucos os dinossauros começam a sair de cena.

Paulo Bento foi o escolhido. Apesar de não ser a minha primeira opção, enquadra-se perfeitamente no perfil de seleccionador que eu desejava: um português ambicioso, com qualidade demonstrada, e disciplinador. Manuel José e Manuel Cajuda seriam, na minha opinião, as duas primeiras escolhas, mas um por falta de mediatismo e outro por não agradar a um certo dirigente deste país não poderiam ser escolhidos.

Paulo Bento é um treinador competente, o que de si já destoa do seu antecessor. Durante as quatro épocas que esteve em Alvalade, conseguiu, com plantéis manifestamente inferiores aos dos rivais, ficar sempre em segundo, arrebatando ainda duas Taças de Portugal, duas Supertaças e marcando presença em duas finais da Taça da Liga. Com ele, os jogadores sabem que não podem pisar o risco (ao meio) sob pena de serem excluídos da selecção, tal como aconteceu no Sporting com Carlos Martins, Stoijkovic entre outros. E nem mesmo as prima-donas escapam à mão pesada de Bento, que não olha a nomes na escolha da equipa, elegendo quem quer quando quer, prova disso foi o afastamento de jogadores importantes como Beto, Sá Pinto, Miguel Veloso, Vukcevic ou mesmo Liedson, este último inclusivamente afastado de uma convocatória para um Porto x Sporting.

Sempre falou em demasia das arbitragens, tendo ou não razão, sempre teatralizou muito e utilizou aquilo que os sportinguistas tão bem sabem fazer: vitimizarem-se. Não é bonito, mas é eficaz, já dizia uma célebre personagem que "quem não chora não mama". Sempre que o Sporting se sentia mais aflito, lá vinha choradeira e as coisas compunham-se, era de uma eficácia brutal. Não quero com isto, no entanto, tirar o mérito a Paulo Bento, mas ele sabe bem que enquanto seleccionador não pode nem terá seguramente este tipo de comportamento, até porque é impossível fazer chegar a sua voz a Platini ou quem quer que seja.

Quando perde dá a cara, assume a derrota, é "pai e mãe" das suas equipas e sempre assumiu um papel de defesa daquilo que pensa ser o interesse e o bem do grupo de trabalho mesmo quando os dirigentes do seu antigo clube se refugiavam. Se havia tiros, era Paulo Bento quem dava o peito às balas, esteve quatro anos no Sporting, quatro anos de puro desgaste e assim que percebeu que não havia mais nada a fazer teve a coragem e a sensatez que nunca vi em Madaíl, Amândio, Horta, Laurentino e Queiroz. Saiu.

Por tudo isto penso que Paulo Bento será capaz de conseguir dar disciplina ao grupo, escolher quem melhor serve os interesses da selecção e conquistar vitórias importantes. Conseguirá o apuramento para o Europeu 2012? Isso é outra história, já tem o caminho todo minado e um conjunto de maus resultados em carteira. É esperar para ver.

P.S. Já agora, aqui ficam os 23 jogadores que espero serem convocados, aqueles que acho que melhor servem os interesses nacionais, independentemente de estarem lesionados ou não. Estes são os melhores: Eduardo, Quim, Rui Patrício, Bosingwa, João Pereira, Bruno Alves, Pepe, Ricardo Carvalho, Nunes, Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Rúben Amorim, Pedro Mendes, João Moutinho, Carlos Martins, Tiago, Manuel Fernandes, Varela, Nani, Cristiano Ronaldo, Ricardo Quaresma, Hugo Almeida e Makukula

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mente com quantos dentes tem na boca

Diz o senil que votou contra a vinda de Carlos Queiroz. Se fosse submetido a um detector de mentiras verificar-se-ia que mente, sem surpresas. Foi dos principais impulsionadores do regresso do incompetente e agora faz-se de virgem ofendida, pobrezinho. Aliás, estava tão contra o regresso de Queiroz que aceitou ser o chefe da comitiva no Mundial. Como é possível explicar que um indivíduo esteja na selecção há quase três décadas e esteja envolvido em todos os grandes casos/escândalos (foram dez) que assolaram a equipa nacional, desde Saltillo a Queiroz, passando por Paula, e Mundial-2002? Rua com a incompetência e com os tachos na federação, este idiota tem de ser posto a andar.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Era culpa do Quim, não era?

Enquanto não perceberem que o problema não é do tratador de relva, do árbitro, do clima, da pressão da bola, muito menos do guarda-redes, aquela "selecção" não irá a lado nenhum. Se calhar já era altura daqueles quatro idiotas, Gilberto Madaíl, Amândio Carvalho, Carlos Queiroz e Laurentino Dias se porem a andar. Para vocês os quatro, eis a minha mensagem:



Adeusinho, acabou. Vão pela sombra.

sábado, 4 de setembro de 2010

Nojentos



Soube hoje pelo jornal Record que a Federação Portuguesa de Futebol não se fez representar no funeral do senhor José Torres. Não sendo uma surpresa total, não deixa de ser chocante. Esqueceram-se, provavelmente, que a antiga glória do Benfica foi internacional português tendo marcado presença e golos não só no Mundial 66, mas também em muitos outros jogos pela selecção de todos nós (mas não minha sff). Mais, foi ainda seleccionador nacional. Tristeza por viver num país onde já nem os mortos conseguem reconhecimento. Quando Madaíl ou Amândio morrerem, irei aos respectivos funerais. E levarei um piaçaba para ajuda-los a ir para baixo.

O clube adiado do outro lado da segunda circular também não merece respeito porque nem ao respeito se dá. Na final da Supertaça de Futsal, que decorre no exacto momento em que escrevo, os adeptos do Sporting vaiaram e entoaram cânticos insultuosos contra o Benfica no minuto de silêncio em memória de José Torres. Espero, sinceramente, que o Benfica tome medidas sérias, exigindo-se, no mínimo, um pedido de desculpas formal por parte do clube de Alvalade, ou até mesmo a hipótese de não enviar bilhetes para o derby da 5ª jornada.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

sábado, 28 de agosto de 2010

Simão é que não é parvo

Simão Sabrosa anunciou a sua renúncia à selecção nacional de futebol, esse faroeste futebolístico comandado por um trio de patetas, o bêbedo Madaíl, o incompetente Queiroz e o homem que juntamente com Vasco da Gama descobriu a Índia, Amândio Carvalho, ele que está na federação há largas dezenas de anos, resistiu a todos os escândalos vergonhosos desde os anos 80 e que, para quem não sabe, foi o principal apoiante da vinda de Queiroz, de quem agora se quer desfazer da maneira que todos sabemos. Patético.

Onde se enquadra Simão neste circo de vaidades, incompetentes e jogadores não portugueses a representar a selecção de quase todos nós e mais uns quantos? Em lado nenhum. Enquadrava-se bem era no lado esquerdo do meio-campo do Benfica, mas isso é outra conversa. Por isso, fez muito bem em sair, emitindo um comunicado que, no entanto, não deixa de ser caricato mas bem demonstrativo do péssimo ambiente que se deve viver na selecção. Alegou o ex-capitão encarnado que sai da selecção por "motivos de ordem pessoal", que é como quem diz, "Ronaldo, Queiroz e restantes patetas". Esteve bem. E o lambe-botismo de todos os que queriam ve-lo pelas costas é delicioso. Ai Portugal, Portugal...