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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Notas Rápidas

1. Maxi. Horrível. Intratável na sua demanda de querer jogar em todas as posições no campo, menos cumprir a sua obrigação de defesa direito. Por mim, que jogue o Almeida contra o FC Porto que tem estado muito mais certinho e pragmático;

2. Lima. Total. Tudo o que é jogada de ataque, tende a passar ou a terminar nos seus pés. Leitura de jogo acima da média, capacidade físcia soberba e remate de qualidade, seja qual for o pé que estiver mais à mão. Titular frente ao Porto, pois claro;

3. Carlos Martins. Mais do mesmo. Continua com um Zidane na cabeça, mas com um Everson nos pés. Entrou com vontade, mas só isso não chega. Tem a atenuante de ter regressado agora de lesão, mas não me parece ser por aqui que poderemos esperar grandes soluções para esta época;

4. Kardec. Feliz. Nunca foi o cepo que muita gente sempre apregoou, apesar de também não ser nenhum craque. Hoje mereceu o golo e a assistência que deram a vitória ao Benfica, já que sempre foi um bom profissional.

5. Aimar. Mnhec. Regressou de lesão e, por isso, não pôde por em prática aquilo que a sua qualidade lhe permite. Melhores dias virão e será importante na luta pelo título.

6. André Gomes. Classe. Há que entender que a real vantagem do André no nosso meio campo é a forma como pensa antes da bola lhe chegar aos pés e conseguir fazer uma leitura correcta do que se passa à sua volta. Por vezes erra passes fáceis e tem de corrigir esse aspecto. Mas hoje mostrou que é muito forte a fazer passes de ruptura entre linhas. Soubessem os nossos atacantes aproveitar as bolas que ele lhes meteu e o resultado teria sido outro. Depois tem outros argumentos que, por exemplo, o Carlos Martins nunca teve, como a técnica e a capacidade física.

7. Sobre o jogo, pouco há a dizer. Ganhámos bem num jogo em que podíamos ter goleado mais uma vez.

8. Venha daí o FC Porto e, desta vez, não é para borrar a cueca. O jogo é na Luz e, como diz o grande Schwarz, aqui quem manda é o Benfica. Desta vez temos de ser mesmo competentes, porque as arbitragens nem sempre desculpam as lições que temos levado do FC Porto nos últimos anos. Sem James (e não podemos negar de que é uma vantagem para o Benfica), temos tudo para confirmar ainda mais o favoritismo. Boa sorte para o Clássico, rapazes.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Renovação de André Almeida


Na conjuntura do futebol nacional, onde camiões de jogadores sul-americanos chegam a Portugal, quer seja em divisões secundárias ou na primeira liga, é difícil a afirmação do jovem jogador português. É uma questão de mentalidades que tem de mudar, quer se queira quer não, uma vez que a situação económica e financeira do país é preocupante, e os custos de formação são inferiores aos custos na contratação de estrangeiros. Os factores que justificam este facto são dos mais variados, incompetência na gestão de formação dos clubes, falta de pensamento sobre o futebol, facilitismo, dificuldade de transição do futebol formação para o profissional, enfim, todo um conjunto de situações que desejo que saiam de vez do nosso futebol. 

E por isso é muito difícil um jovem português afirmar-se num clube nacional, ainda mais num gigante como o Benfica, e é para dar mérito e elogiar o facto de ter ultrapassado essa dificuldade, que hoje escrevo sobre André Almeida. 

Tem jogado um futebol de bom nível num clube exigente, com um treinador exigente e por vezes numa posição que não a sua! Vejo-o claramente como um médio-centro, pivot-defensivo à frente da defesa, a receber, virar e entregar no 2º médio. Tacticamente é disciplinado e muito inteligente. Habitualmente toma a decisão certa no capítulo do passe, tem a estampa física que se exige para a posição e para ganhar disputas de bolas. 

Penso que a integração da equipa B o tornou um jogador mais maduro, rodado e mais agressivo, ainda que tenha sido por pouco tempo. Acho que se pode falar em dar um passo atrás para dar dois à frente. No caso do André, resta sim é saber se serão apenas dois ou se não serão mais. Espero que a (merecida) renovação seja uma forma de o motivar ainda mais para trabalhar e continuar a evoluir pois apesar de tudo, tem aspectos no seu jogo a melhorar para ser primeira opção no Benfica, mas face à idade e ao seu crescimento recentemente, não estou propriamente receoso com isso.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Preparar 2012/2013 - Defesas direitos

Há quanto tempo é que pedimos um defesa direito que possa competir com Maxi Pereira pelo lugar, ou que sirva, pelo menos, como alternativa? Há já muito tempo, é verdade. Mas alternativas nem vê-las. Zoro, Luís Filipe, André Almeida, enfim, tem sido um autêntico desfile de horrores. Para este lugar, no actual plantel, apenas Maxi Pereira é que faz a função de defesa-direito há anos, e com qualidade. Terminámos o campeonato com Maxi e André Almeida, vamos à análise.

Maxi Pereira - no Benfica desde 2007, chegou pela mão de Camacho com o seu compatriota e amigo Cristian Rodriguez. Para que posição? Ainda hoje não sei. Parecia ser médio direito, mas as suas exibições nessa posição foram pobres. Jogou também a médio centro, mas continuou medíocre. E eis que, um ano depois de ter chegado, começou a jogar na posição onde mais rende, a de defesa direito. Nos últimos 4 anos, Maxi tem sido titular indiscutível, tendo conquistado a confiança do exigente público da Luz. É um verdadeiro guerreiro, colocando uma atitude incrível em cada lance. No entanto, a meu ver, Maxi continua a falhar num ponto muito importante, a recuperação defensiva. Exagera no envolvimento ofensivo deixando a defesa desguarnecida não raras vezes. Seguramente por ordens do treinador, que gosta de laterais ofensivos, mas não pode deixar a defesa tão exposta. A rever. Quanto a 2012/2013, deverá ser, sem sombra de dúvidas, o lateral titular. Tem qualidade e renovou recentemente, pelo que é praticamente impossível que saia.

André Almeida - o que dizer deste jogador? Será que é mesmo jogador? Não lhe reconheço nenhuma qualidade, é um jogador banalíssimo em tudo, não tem nem terá qualidade para pertencer a um plantel do Benfica, por mais fraco que seja. Não sabe receber, não sabe progredir com bola, é fraco no 1x1 defensivo, nem sequer é lateral direito. Não há ali nada e duvido seriamente que possa vir a haver. Acho que não deveria ser dada a oportunidade de fazer a pré-época, era vender imediatamente.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Futuro (III de III)

Depois da venda de Amorim e da não contratação de nenhum reforço, o que nos espera até final da temporada?

Amorim era o habitual suplente directo de Witsel e de Maxi Pereira, fazia duas posições com relativa facilidade. Sem o camisola 5 no plantel, a vaga de suplente de Maxi fica colmatada por André Almeida e por Miguel Vítor, sendo que o jovem retornado de Leiria será igualmente o suplente directo de Witsel. Até aqui tudo bem. Ou tudo mal. A verdade é que André Almeida não tem qualidade para ser jogador do Benfica e se for chamado à titularidade o mais certo é que dê barraca.

Uma lesão de Witsel arruina esta temporada por completo. Se tal infortúnio vier a acontecer ao belga, encontrar-nos-emos na mesma situação de 2010/2011: sem um pêndulo que equilibre o jogo ofensivo e o defensivo. E as consequências são as que sabemos: nos jogos grandes ou mais importantes, vamos passar por maus bocados. O Benfica deixará de ter capacidade para segurar jogo, para ter a bola no pé e saber descansar com ela em posse. Lembram-se da primeira parte em Eindhoven? Bastou o Peixoto entrar para o meio-campo no segundo tempo para a equipa poder respirar.

Poderá Matic fazer de Witsel no caso de uma eventual lesão do belga? Talvez. Mas a qualidade não será nem de perto nem de longe a mesma. E também estará aquém da oferecida por Amorim.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Segundas linhas

O jogo com o Santa Clara permitiu aos adeptos verem alguns dos jogadores que constituem a chamada "segunda linha" do Sport Lisboa e Benfica. E se houve alguns que surpreenderam pela positiva, ou melhor, não desiludiram, outros houve que demonstraram que nem hoje nem a 30 de Fevereiro estarão prontos para jogar pelo nosso clube. Nest post, analiso alguns jogadores que se destacaram pela positiva e pela negativa nesse encontro:

Eduardo - um bom guarda-redes não precisa de fazer muitas defesas aparatosas. Basta-lhe defender quando é chamado a intervir. É coisa de guarda-redes de clube grande e Eduardo tem isso. Ainda bem. Contra o Santa Clara salvou o Benfica por duas vezes, uma delas simplesmente incrível. Excelente sentido de posição. É claramente o melhor guarda-redes português no Benfica desde Bento.

Jardel/Miguel Vítor - não desiludiram o que é importante. São dois atletas que têm jogado pouco e que se estrearam como dupla pela primeira vez no jogo contra os açoreanos. Não deslumbraram e tiveram allgumas falhas pontuais, mas nada de grave. São dois jogadores importantes para o plantel uma vez que não criam mau ambiente e que correspondem às expectativas quando chamados (Jardel, este ano, esteve bem quando fez dupla com Garay e Miguel Vítor, em anos anteriores, demonstrou o mesmo por várias vezes).

André Almeida - é o lateral da moda de Jesus e é um defesa in: incapaz, incompetente, invulgarmente mau. Não há aqui patinhos feios, o gajo é mau e ponto final, ou precisamos de lhe dar as oprotunidades que o Escalona e o Rojas tiveram para demonstrar a sua valia? André Almeida nunca na vida conseguirá atingir o potencial de Emerson (que como sabem, não é um jogador do meu agrado). Não consegue receber uma bola em condições, não tem pezinhos para defesa e nem consegue fazer um passe de jeito. Por favor não brinquem com o Sport Lisboa e Benfica, reeintegrem o Amorim urgentemente e despachem este "jogador" para Leiria outra vez.

Saviola - A cada jogo que passa fico mais desesperado. O que é isto? 65 minutos em campo e uma jogada digna desse nome. Dá dó ver um jogador da sua qualidade degradar-se desta forma. Nem tem força nas canetas para se manter em pé e fazer um passe com bola corrida. Neste momento deveria ser o terceiro avançado do plantel e duvido que para o ano consiga manter esse estatuto face à previsível explosão de Nélson Oliveira.

Nélson Oliveira - jogo interessante do internacional sub-21 português. Nem sempre muito feliz, fruto da boa organização defensiva dos insulares e do pouco entrosamento dos jogadores encarnados, procurou sempre levar a bola e a equipa para a frente. Não apareceu tão encostado às faixas como Jesus, Ilídio Vale e os treinadores da formação lhe exigiam, jogando mais pelo centro, mas com a mesma capacidade de transportar jogo. O golo acabou por lhe sorrir, justamente, recompensando a boa exibição. Que seja o primeiro de muitos.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Should I stay or should I go?

Já vamos a meio de Janeiro e o mercado está muito parado para os lados da Luz. Ainda bem, digo eu. Se há coisa a que o mercado de Janeiro nos tem habituado é ver péssimos negócios, entre contratações fúteis e vendas disparatadas, por parte do Benfica. No entanto sabemos que, muito provavelmente, vai haver mexidas. Dos jogadores que poderão sair, eis a minha opinião sobre cada um deles e sobre devem ou não sair.

Eduardo: o namoro de Jesus por Eduardo já é antigo. Ainda antes de Roberto chegar ao Benfica, já Jesus queria o guardião do Braga, à altura, no Benfica. Chegou à Luz para representar o seu clube do coração mas na baliza já morava Artur, que tinha impressionado tudo e todos com exibições seguras e de grande qualidade. É actualmente o guarda-redes da Taça da Liga e já expressou o seu desejo em sair para jogar regularmente. Deve o Benfica satisfazer o seu desejo? Não. É um bom guarda-redes e é importante não esquecer que se Artur vir um amarelo na Champions, fica de fora do jogo seguinte. Mais vale prevenir até porque será difícil remediar.
Veredicto: Ficar.

Miguel Vítor: tem jogado menos do que aquilo que se esperava. Actualmente é, aos olhos de Jesus, o quarto central do plantel, mas a primeira hipótese para substituir Maxi quando o uruguaio não pode jogar (visto que Amorim, para já, não conta). Mesmo sabendo do interesse de alguns clubes, uma equipa deve ter sempre quatro centrais com qualidade para substituir um habitual titular com um nível minimamente aceitável. Não podemos abdicar de Miguel Vítor.
Veredicto: Ficar.

Capdevila: O seu valor intrínseco é inquestionável, pelo menos para quem o viu jogar e sabe o que vale. Quem o conhece sabe do seu valor, quem não conhece é melhor não tecer muitos comentários pois arrisca-se a fazer figura de urso ao dizer que é pior que Emerson uma vez que o treinador é que sabe, argumento que legitima todas as decisões de todos os treinadores (incluíndo colocar Beto a titular quando havia Karagounis, lembram-se?). É incomparavelmente melhor que Emerson, devia ser titular de imediato.
Veredicto: Ficar.

Luís Martins: é, no entender de Jesus, o segundo lateral esquerdo do plantel. Está longe de ser melhor que os outros dois colegas de posição e a sua escolha para figurar no banco de suplentes é, a meu ver, uma forma clara de Jesus explicar a Capdevila que "não te posso vêr à frente nem pintado e por isso até convoco este miúdo". Não tem qualidade para ser titular nem suplente neste momento.
Veredicto: Emprestar.

André Almeida: não lhe vejo grande futuro, sinceramente. Do que tinha visto dele ainda no Belenenses e na pré-época no Benfica, parece-me curto tanto a jogar sobre o meio-campo como na lateral direita. Mal estará o Benfica se tiver de recorrer a André Almeida. Actualmente não tem qualidade para estar no plantel e acredito que dificilmente algum dia terá.
Veredicto: Emprestar.

Rúben Amorim: já dei a minha opinião sobre este caso. Amorim tem qualidade mais que suficiente para ser mais utilizado. Não pode, no entanto, ter a atitude que teve mesmo tendo razão (que a tem). Assim não pode ser. Deve ser multado e reintegrado rapidamente. A época ainda vai a meio e vamos seguramente precisar dele. E provavelmente, ele precisa mais de nós do que pensa.
Veredicto: Ficar.

Enzo Pérez: o mesmo se aplica a Enzo Pérez, com a diferença que a atitude do argentino é ainda mais incompreensível. Do Benfica não tem nenhuma razão de queixa, a sua atitude foi lamentável. Deve levar uma multa exemplar, pedir desculpas ao grupo e ser reintegrado o mais depressa possível. Tem qualidade a rodos, é um desperdício não a aproveitarmos.
Veredicto: Ficar.

David Simão: tem muita qualidade e não tem oportunidades. Mesmo sabendo da qualidade das opções de Jesus, David Simão merecia muitos mais minutos que aqueles que tem. Não o digo por ser da formação nem por ser português, mas por ser objectivamente bom. Tem de sair para rodar e voltar ainda melhor.
Veredicto: Emprestar.

Rúben Pinto: Não me lembro de o ver no banco de suplentes uma vez que fosse sequer. No entanto, do que me recordo nas camadas jovens, é um jogador muito interessante e que apresentava um futebol evoluído para a sua idade. Por mim, emprestava-se a uma equipa da Orangina.
Veredicto: Emprestar.

Nélson Oliveira: Nélson já começa a ser uma opção no banco de suplentes e tem entrado pontualmente em campo. Mesmo sem ter muitos minutos na Liga, vai demonstrando o seu valor sempre que chamado. Se por um lado o seu empréstimo seria benéfico para o crescimento do atleta, o Benfica não pode abdicar deste avançado sob pena de ficar sem muitas opções para a frente de ataque. É a chamada faca de dois gumes.
Veredicto: Ficar.

Rodrigo Mora: Pouco ou nada mostrou até aqui. Conheço pouco de Mora e o que mostrou até aqui não me entusiasmou. A verdade é que, olhando a longo prazo, não vejo hipótese nenhuma de vir a ser importante no Benfica. Cardozo está cá e está para durar, felizmente. Rodrigo e Nélson idem, espero. Não terá muitas oportunidades.
Veredicto: Vender.

Javier Saviola: O Saviola de 2010 já não volta, desenganem-se. Perdeu explosão, perdeu velocidade, perdeu força. Mantém o faro de golo e um grande conhecimento do jogo, mas é-lhe cada vez mais difícil executar tecnicamente bem os lances. Tenho alguma dificuldade em compreender o motivo que levou a que se renovasse contrato, a não ser que seja um aliciante para Aimar ficar. No final da época logo se vê o que se faz a este jogador. Por agora...
Veredicto: Ficar.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

André Almeida


6 meses depois, lá está ele de volta ao plantel principal.
Não era de forma nenhuma esperado este regresso mas com a saída forçada por Ruben Amorim do plantel, não existia outra solução que não fosse o regresso do internacional sub-21 ao plantel.
O que ganhamos e perdemos com esta troca?
Ganha-se presença física, o sub-21 é muito mais alto e largo, impõe outro respeito que é sempre importante e também, mais uma solução para a posição 6. Não me recordo de ver Ruben Amorim a jogar na posição de Javi Garcia, como Matic ainda desperta muita desconfiança a muitos, pode permitir ao sérvio que se transforme na primeira alternativa a Witsel. Transformando André Almeida na primeira alternativa ao espanhol,o que não seria uma novidade, visto que é como trinco que se tem destacado na selecção e nos 6 meses de Leiria.
Sendo este jogador talhado para jogar na posição 6, também terá que ser solução para a lateral direita, esta devido à inexistência de mais soluções, ainda que eu seja apologista de que em jogos com maior grande de exigência, a alternativa a Maxi deveria ser Miguel Vítor.
Em relação ao que perdemos, começamos por perder uma solução para a ala direita do ataque, André Almeida não é tão forte quanto Amorim na ala direita, ainda que possa desenrascar em caso de necessidade mas nunca fará uma exibição com o rigor que Amorim fez contra o Manchester United em casa. Perde-se também experiência, de Amorim em comparação com André Almeida.
Com a ala direita, desfalcada por Enzo Perez e agora, Amorim. É importante que se invente uma solução em Janeiro. O bater de pé à saída de Enzo é uma solução mas também o regresso de Urreta ou Yartey deveria ser colocado em cima da mesa. No caso do retorno do ganês, ganhávamos mais porque considero Bruno César e Gaitan mais fortes no flanco direito. Ficando a ala contrária, entregue a Nolito e Yartey.