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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Preparar 2012/2013 - Defesas direitos (contratações)

Como foi dito no post anterior, Maxi é dono e senhor da lateral direita. Mas falta um suplente. Falta um jogador com qualidade e que possa render Maxi quando este está mais cansado, ou que compita mesmo com o uruguaio, entrando mais facilmente no onze, estabelecendo-se um sistema de rotatividade. Assim sendo, as minhas propostas, dúvidas e opiniões sobre possíveis reforços, são estas:

Rúben Amorim - Não sendo defesa direito, mostrou qualidades que lhe permitiram ombrear com Maxi Pereira pelo lugar em 2009/2010, ano do título. Esteve em destaque nessa mesma posição ao conseguir jogadas fundamentais que ficam na memória pela sua importância (golos ao Sporting na Luz, na Choupana e na final da Taça da Liga). No entanto, o desentendimento com Jesus levou-o a Braga. Por mim, voltava e seria a aposta para defesa direito. Com a cabeça no lugar, minutos nas pernas e Jesus fora do Benfica, seria uma excelente opção. E é nosso.

Nélson - Seria o regresso de um velho conhecido. Chegou a um Benfica recém-campeão em 2005 para sair para os béticos de Sevilla em 2008. Cumpriu a quarta época em Espanha e creio que veria com bons olhos o regresso a Portugal, quanto mais que não fosse para ganhar algo e chegar em definitivo à selecção. Já se falou no interesse do Porto e, sobretudo, do Sporting em garantir os serviços do futebolista nascido na Ilha do Sal, mas não se concretizou. Creio que seria uma aquisição útil desde que fosse por um bom preço, visto ser experiente, ter boa capacidade técnica, saber subir e baixar no terreno, podendo alternar entre a esquerda e a direita. Com 29 anos, poderia ser a sua última grande transferência.

Daniel Wass - Não acompanhei a época que fez ao serviço do Évian, equipa sensação em França pelas sucessivas promoções que tem alcançado, mas, ao que parece, tem feito uma época positiva e sempre em crescendo. Começou com o pior pé ao ser descredibilizado pelo treinador, posto de parte, sem constituir opção. Calçou pela primeira vez à décima jornada apenas, mas desde aí que pegou de estaca. Jogou todos os jogos excepto um, sendo titular na maioria, contribuindo com golos importantes que deram vitórias à sua equipa. Penso que deveria ter a oportunidade de integrar o plantel na pré-época, para depois, se não convencer, ser emprestado a uma equipa de primeira divisão na Europa.

Rodrigo Galo - Menos mediático que os anteriores, mas surpreendentemente bom. Foi dos jogadores que mais me chamou a atenção nesta segunda metade do campeonato. Rodrigo Galo é um defesa direito veloz, mas o seu principal atributo é a capacidade de transporte de bola, possuindo um remate anormalmente bom para um lateral. O gilista, emprestado pelo Braga, destacou-se sobretudo pelos golos apontados a Benfica, Sporting e Guimarães, de belo efeito.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Futuro (III de III)

Depois da venda de Amorim e da não contratação de nenhum reforço, o que nos espera até final da temporada?

Amorim era o habitual suplente directo de Witsel e de Maxi Pereira, fazia duas posições com relativa facilidade. Sem o camisola 5 no plantel, a vaga de suplente de Maxi fica colmatada por André Almeida e por Miguel Vítor, sendo que o jovem retornado de Leiria será igualmente o suplente directo de Witsel. Até aqui tudo bem. Ou tudo mal. A verdade é que André Almeida não tem qualidade para ser jogador do Benfica e se for chamado à titularidade o mais certo é que dê barraca.

Uma lesão de Witsel arruina esta temporada por completo. Se tal infortúnio vier a acontecer ao belga, encontrar-nos-emos na mesma situação de 2010/2011: sem um pêndulo que equilibre o jogo ofensivo e o defensivo. E as consequências são as que sabemos: nos jogos grandes ou mais importantes, vamos passar por maus bocados. O Benfica deixará de ter capacidade para segurar jogo, para ter a bola no pé e saber descansar com ela em posse. Lembram-se da primeira parte em Eindhoven? Bastou o Peixoto entrar para o meio-campo no segundo tempo para a equipa poder respirar.

Poderá Matic fazer de Witsel no caso de uma eventual lesão do belga? Talvez. Mas a qualidade não será nem de perto nem de longe a mesma. E também estará aquém da oferecida por Amorim.

Negócio (II de III)

A minha paicência não se esgotou hoje. As sucessivas afrontas com que a actual Direcção tem brindado os adeptos já se tornaram um hábito e, pior que isso, toleráveis por parte da maioria dos benfiquistas. A cultura de exigência está morta. Estamos amorfos. Tudo é permitido, tudo é tolerado. E o caso Rúben Amorim vem revelar não só a falta de disciplina neste Benfica como ainda uma incapacidade gritante em lidar com problemas.

Comecemos pela parte disciplinar. Amorim é culpado, está fácil de perceber. Mas a culpa não morre com ele, estende-se aos outros dois protagonistas desta palhaçada: Jesus e Vieira. O primeiro porque em termos de relações interpessoais é um autêntico desastre. Não sabe como lidar com outras pessoas, não sabe interpretar e sente uma necessidade de criar conflitos em que todos ficam a perder. O segundo porque, sendo o chefe maior do clube, não consegue resolver esta situação da forma que seria mais simples e óbvia. Qual seria? "Rúben, deixa-te de merdas, pede desculpa ao grupo e ao treinador e volta ao Seixal para treinar e seguramente que serás opção válida para Jesus novamente. Caso não queiras, ficas a correr em Almada até Junho de 2013 e não vês Europeu, Mundial ou o que quer que seja. Agora escolhe.". Simples. Mas não há presidente com tomates para isto. Consegue lidar com o caso Enzo Pérez mas não consegue com Amorim. Inacreditável.

Pior que isso, vai negociar o empréstimo do jogador com o Braga. Sim, o Braga do Salvador, do Mossoró, do Alan, dos apagões, das bolas de golfe, dos insultos, da música da tourada, das simulações, do túnel. Esse mesmo Braga. Neste momento, a autoridade para os benfiquistas apoiantes de Vieira criticarem Quim e Nuno Gomes por terem escolhido os bracarenses é nula. Quim e Nuno eram jogadores livres, desempregados, desprendidos de qualquer obrigação para com o Benfica quando negociaram com o Braga. Vieira, por iniciativa própria (ou será que alguém lhe apontou uma arma à cabeça?), encetou negociações com o clube de António Salvador. O Benfica resolveu oferecer um presente chamado Amorim ao Sporting Clube de Braga. Não por seis meses mas por ano e meio.

Dor (I de III)

A saída de Rúben Amorim causa em mim um cocktail de sentimentos difícil de descrever. Nem tanto para onde vai mas sim pela forma como sai. É triste ver um benfiquista, com um número de sócio mais baixo que o meu e que a maioria dos consócios, sair desta maneira devido a uma situação onde ele próprio se meteu e que foi também despoletada (ou estupidamente não evitada) pelo treinador e pelo presidente. Rúben sai pela porta pequena e não volta. Um ano e meio é demasiado tempo e assim que o empréstimo findar não tenho a mais pequena dúvida que o jogador não quererá regressar e que o Benfica também não quererá o jogador. Ver partir um jogador do qual gosto imenso não só pelas qualidades futebolísticas mas pelo amor que sempre demonstrou ao Benfica dentro de campo causa-me dor. Literalmente.

As culpas de treinador e presidente bem como a forma como o negócio foi dirigido e as consequências para a restante época desportiva ficam para outros posts, a publicar ainda hoje.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Um já está, falta o outro

É exactamente isto que o Benfica precisa: união. O grupo de trabalho não pode desmembrar-se tão facilmente como aconteceu neste mês de Dezembro. Enzo Pérez foi "posto no sítio", segundo A Bola e reintegrado no plantel já hoje. A partir de agora, na fase final da recuperação da lesão, Enzo trabalhará com os seus colegas e só tem de dar o seu melhor. Se tiver uma postura e atitude dignas nos treinos, deverá ser chamado rapidamente para as próximas convocatórias uma vez que a sua qualidade assim o justifica, não devendo o treinador mostrar qualquer sinal de marginalização para com o argentino. Resta por isso acreditar que os jogadores com mais anos de balneário consigam integrar o companheiro, pois todos temos a ganhar em que se sinta bem no Benfica.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Should I stay or should I go?

Já vamos a meio de Janeiro e o mercado está muito parado para os lados da Luz. Ainda bem, digo eu. Se há coisa a que o mercado de Janeiro nos tem habituado é ver péssimos negócios, entre contratações fúteis e vendas disparatadas, por parte do Benfica. No entanto sabemos que, muito provavelmente, vai haver mexidas. Dos jogadores que poderão sair, eis a minha opinião sobre cada um deles e sobre devem ou não sair.

Eduardo: o namoro de Jesus por Eduardo já é antigo. Ainda antes de Roberto chegar ao Benfica, já Jesus queria o guardião do Braga, à altura, no Benfica. Chegou à Luz para representar o seu clube do coração mas na baliza já morava Artur, que tinha impressionado tudo e todos com exibições seguras e de grande qualidade. É actualmente o guarda-redes da Taça da Liga e já expressou o seu desejo em sair para jogar regularmente. Deve o Benfica satisfazer o seu desejo? Não. É um bom guarda-redes e é importante não esquecer que se Artur vir um amarelo na Champions, fica de fora do jogo seguinte. Mais vale prevenir até porque será difícil remediar.
Veredicto: Ficar.

Miguel Vítor: tem jogado menos do que aquilo que se esperava. Actualmente é, aos olhos de Jesus, o quarto central do plantel, mas a primeira hipótese para substituir Maxi quando o uruguaio não pode jogar (visto que Amorim, para já, não conta). Mesmo sabendo do interesse de alguns clubes, uma equipa deve ter sempre quatro centrais com qualidade para substituir um habitual titular com um nível minimamente aceitável. Não podemos abdicar de Miguel Vítor.
Veredicto: Ficar.

Capdevila: O seu valor intrínseco é inquestionável, pelo menos para quem o viu jogar e sabe o que vale. Quem o conhece sabe do seu valor, quem não conhece é melhor não tecer muitos comentários pois arrisca-se a fazer figura de urso ao dizer que é pior que Emerson uma vez que o treinador é que sabe, argumento que legitima todas as decisões de todos os treinadores (incluíndo colocar Beto a titular quando havia Karagounis, lembram-se?). É incomparavelmente melhor que Emerson, devia ser titular de imediato.
Veredicto: Ficar.

Luís Martins: é, no entender de Jesus, o segundo lateral esquerdo do plantel. Está longe de ser melhor que os outros dois colegas de posição e a sua escolha para figurar no banco de suplentes é, a meu ver, uma forma clara de Jesus explicar a Capdevila que "não te posso vêr à frente nem pintado e por isso até convoco este miúdo". Não tem qualidade para ser titular nem suplente neste momento.
Veredicto: Emprestar.

André Almeida: não lhe vejo grande futuro, sinceramente. Do que tinha visto dele ainda no Belenenses e na pré-época no Benfica, parece-me curto tanto a jogar sobre o meio-campo como na lateral direita. Mal estará o Benfica se tiver de recorrer a André Almeida. Actualmente não tem qualidade para estar no plantel e acredito que dificilmente algum dia terá.
Veredicto: Emprestar.

Rúben Amorim: já dei a minha opinião sobre este caso. Amorim tem qualidade mais que suficiente para ser mais utilizado. Não pode, no entanto, ter a atitude que teve mesmo tendo razão (que a tem). Assim não pode ser. Deve ser multado e reintegrado rapidamente. A época ainda vai a meio e vamos seguramente precisar dele. E provavelmente, ele precisa mais de nós do que pensa.
Veredicto: Ficar.

Enzo Pérez: o mesmo se aplica a Enzo Pérez, com a diferença que a atitude do argentino é ainda mais incompreensível. Do Benfica não tem nenhuma razão de queixa, a sua atitude foi lamentável. Deve levar uma multa exemplar, pedir desculpas ao grupo e ser reintegrado o mais depressa possível. Tem qualidade a rodos, é um desperdício não a aproveitarmos.
Veredicto: Ficar.

David Simão: tem muita qualidade e não tem oportunidades. Mesmo sabendo da qualidade das opções de Jesus, David Simão merecia muitos mais minutos que aqueles que tem. Não o digo por ser da formação nem por ser português, mas por ser objectivamente bom. Tem de sair para rodar e voltar ainda melhor.
Veredicto: Emprestar.

Rúben Pinto: Não me lembro de o ver no banco de suplentes uma vez que fosse sequer. No entanto, do que me recordo nas camadas jovens, é um jogador muito interessante e que apresentava um futebol evoluído para a sua idade. Por mim, emprestava-se a uma equipa da Orangina.
Veredicto: Emprestar.

Nélson Oliveira: Nélson já começa a ser uma opção no banco de suplentes e tem entrado pontualmente em campo. Mesmo sem ter muitos minutos na Liga, vai demonstrando o seu valor sempre que chamado. Se por um lado o seu empréstimo seria benéfico para o crescimento do atleta, o Benfica não pode abdicar deste avançado sob pena de ficar sem muitas opções para a frente de ataque. É a chamada faca de dois gumes.
Veredicto: Ficar.

Rodrigo Mora: Pouco ou nada mostrou até aqui. Conheço pouco de Mora e o que mostrou até aqui não me entusiasmou. A verdade é que, olhando a longo prazo, não vejo hipótese nenhuma de vir a ser importante no Benfica. Cardozo está cá e está para durar, felizmente. Rodrigo e Nélson idem, espero. Não terá muitas oportunidades.
Veredicto: Vender.

Javier Saviola: O Saviola de 2010 já não volta, desenganem-se. Perdeu explosão, perdeu velocidade, perdeu força. Mantém o faro de golo e um grande conhecimento do jogo, mas é-lhe cada vez mais difícil executar tecnicamente bem os lances. Tenho alguma dificuldade em compreender o motivo que levou a que se renovasse contrato, a não ser que seja um aliciante para Aimar ficar. No final da época logo se vê o que se faz a este jogador. Por agora...
Veredicto: Ficar.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Força senhor presidente!

Depois da autêntica borrada que foi o mercado de transferências de 2010/2011, Vieira emendou a mão e trabalhou muito bem nesta pré-época. Dotou o Benfica daquele que é, a meu ver, o melhor e mais completo plantel do clube desde 1993/94. É certo que teve um grande azar (a lesão de Enzo Pérez) e uma situação completamente inesperada (o caso Capdevila), mas não é culpa sua. No entanto, há uma (duas!) situações por resolver e que devem ser tratadas assim que possível.

Falo dos casos de Enzo Pérez e Rúben Amorim. Os jogadores não estiveram bem: o argentino porque não tem uma razão de queixa que se saiba do clube e traiu-nos depois de tanto tempo a ser bem tratado; o português porque desrespeitou o treinador, ainda por cima em frente dos colegas. E no meio disto tudo quem acaba por sair bem deste quadro é mesmo Vieira, uma vez que tem mantido o silêncio e os casos deixaram de ser falados na comunicação social. No entanto, não é por não se falar nos casos que eles estão resolvidos. Não estão.

É agora que Vieira deve intervir (se é que ainda não interveio). E o que deve fazer? Face à qualidade dos jogadores, deve fazer os possíveis por reintegrá-los na equipa. Sendo os casos tão diferentes, a abordagem em cada um deverá ser distinta. Quanto a Enzo Pérez, Vieira terá de mostrar quem manda. O atleta tem cinco anos de contrato e ou fica a cumpri-los com a equipa principal após multa ou fica a correr no Seixal, sozinho, até 2017. Enzo não terá opções. Vai ter de escolher aquela que é a melhor solução para si e para o clube. Já com Amorim as coisas não se encontram no mesmo plano. É explicar-lhe que percebe que queira jogar mais minutos e que provavelmente terá essa oportunidade brevemente (e terá, o calendário vai começar a apertar), mas que não pode deixar-se dominar pelas emoções. Paga a multa, pede desculpas ao treinador e ao grupo e volta a jogar de águia ao peito. Jesus deve ser igualmente sensibilizado pelo presidente, não no sentido de dar minutos (as opções são da inteira responsabilidade de Jesus), mas sim de não retaliar contra os infractores. Estas são questões de tacto. Vieira precisa de saber lidar com elas. E acredito que conseguirá dar conta do recado.

A época é longa, precisamos de soluções de qualidade, vai haver tempo para todos jogarem. Tem de haver uma reconciliação para que os objectivos sejam alcançados. De outra forma, tudo será muito mais difícil.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Um péssimo condutor de homens


"O futebol é uma ciência humana. O importante é saber gerir grupos e as pessoas, pensar no homem."

José Mourinho

É nisto que Jesus falha e é por isto que surgem casos dentro do Benfica. Jesus é, provavelmente, péssimo nas relações inter-pessoais. Está num patamar superior e trata tudo o que está abaixo dele como se fosse lixo. É inquestionável, inatacável e inflexível, gosta de extremar posições e provocar guerras onde nem ele nem ninguém sai a ganhar. Porque motivo não dá mais minutos a jogadores que justificam dentro de campo uma maior utilização? Desta vez foi Rúben Amorim, para a semana pode ser outro qualquer.

A diferença entre Mourinho e Jesus, nestas guerras, é abissal. Mourinho provoca-as e não só ele como o jogador envolvido saem a ganhar (vide Carlos Alberto e McCarthy no Porto, Joe Cole no Chelsea, Balotelli no Inter e Benzema no Real Madrid). Jesus provoca-as e todos saem a perder: a imagem do treinador desgasta-se, as suas capacidades de condução de homens são questionadas e os atletas dificilmente têm novas oportunidades.

domingo, 5 de setembro de 2010

Cuidado com os empresários

Maxi Pereira e Rúben Amorim não são dois craques. Relativamente reservados, low-profile, nem no campo se evidenciam por correrias malucas, chutos do meio da rua, são aquilo que se pode de chamar "jogadores de equipa". Talvez por isso sejam dos que mais respeito e que mais admiro. No entanto, tanto eles como o Benfica têm de ter muito cuidado com os empresários de ambos.

Rúben Amorim acabou de trocar passando agora a ser representado pelo sempre perigoso Jorge Mendes, homem que desja ver o seus jogadores transferidos todos os anos para, com cada transferência lucrar um balúrdio. Foi assim com Figo (esqueçam, não foi, mas foi com aquela malta do Porto, Deco, Paulo Ferreira, etc), foi assim com Ronaldo, assim será com os outros. Maxi Pereira é representado pelo mesmo "senhor" que representa um outro uruguaio que joga lá mais para cima. Perigoso... Maxi já está no Benfica há três épocas, o Benfica não tem o passe todo do jogador, este ainda não viu o seu contrato revisto desde que chegou ao Benfica, contrato esse que acaba em Junho de 2012. Cuidado, meus caros.

terça-feira, 8 de junho de 2010