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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Quarta-feira saí da Luz frustrado, mas extremamente agradado com a exibição - em meu entender, a melhor que realizámos desde o último agigantamento, em Anfield, há dois anos. Estavam reunidas todas as condições: plantel totalmente disponível, dificuldades de entrosamento ultrapassadas; muito resumidamente, equipa com a moral em alta, na máxima força para dominar o campeão europeu. E o Benfica tem essa capacidade de se engalanar para estes grandes duelos Europeus - vide ManUtd, Liverpool e Barça.

Não foi desta que Camacho atingiu alguma notoriedade na Europa. O habitual cinismo italiano não escondeu, no entanto, a fabulosa exibição dos comandados do espanhol, que apenas pecou pela demora nas substituições, justificável, ainda assim, pelo que aquele onze estava a fazer até então. Perante uma arbitragem que, como já vem sendo hábito, favorece os colossos europeus (não que não sejamos um, mas ultimamente não primamos pela influência que temos na Uefa, pois não, Sr. Platini?), as oportunidades foram muitas, mas faltou ao Benfica aquela estrelinha que nos tem acompanhado no campeonato. Continua a faltar, para minha infelicidade, um ponta-de-lança que seja um verdadeiro matador. Tivesse o Inzaghi jogado...

Sábado recebemos o fóculporto para o sempre apetecível clássico. E na quarta-feira à noite, enquanto regressava a casa, só pensava como seria se jogássemos assim amanhã, e na goleada que daí adviria, enquanto me esquecia, deleitado com o golo do Maxi, que nesse dia tinha sido nomeado Jorge Sousa - sim, aquele árbitro da AF Porto que esteve castigado nas duas últimas jornadas - para arbitrar o jogo. Reitero, ainda assim, a minha confiança. Mas esqueçam a goleada.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

A sorte procura-se!

O Presidente Luís Filipe Vieira deu hoje o exemplo do empate do Chelsea frente ao Rosenborg para justificar a derrota do Benfica, ontem, em San Siro. O problema: comparou-nos ao clube londrino e não ao Rosenborg. Os nórdicos bateram-se condignamente, não se acomodaram perante o adversário e surpreenderam, arrancando o empate. Vieira esqueceu-se de referir que essa não foi a atitude do Benfica. Os encarnados foram a Milão prestar vassalagem à equipa da casa, defender e jogar para perder por poucos, e com esta mentalidade continua a ser demagogia falar-se em ganhar um título europeu que não o Troféu do Guadiana.

O primeiro culpado desta falta de atitude foi José António Camacho, que provavelmente se esqueceu do seu lema - hay que salir a ganar! - em casa. Mudou o esquema táctico para um mais defensivo e, previsivelmente, deu-se mal com isso. Respeitar o adversário deve ser sempre uma conduta a seguir. Temê-lo, receando o choque, quase pedindo desculpa a cada roubo de bola, não fossem os irascíveis milaneses fustigar-nos com uma goleada. Depois, as camisolas. Não me incomoda o facto de serem cor-de-rosa, mas sim a falta de energia que as suas cores transmitem. Já com a camisola beige acontecia o mesmo, e ontem os italianos pareciam ocupar o triplo do espaço no relvado. Parece estranho mas a verdade é que, com aqueles equipamentos, a vitória é uma raridade - no caso da camisola rosa, é mesmo uma nulidade.

A inexperiência europeia da maioria dos jogadores e as muitas ausências poderão ter tido uma grande influência nesta quebra de confiança anormal numa equipa que vem em crescendo de forma. Uma defesa com Luís Filipe, Edcarlos, Miguel Víctor e um Léo desinspirado é presa fácil para o fabuloso plantel do Milan. O Benfica apresentou-se com estreantes nas competições europeias (a saber: Luís Filipe, M. Vítor, Edcarlos, Maxi Pereira, Di Magia, Rodríguez e Cardozo), o que é uma migalha quando comparado com a experiência de jogo em conjunto dos italianos.

Petit também fez muita falta, não há ninguém como ele naquele meio-campo. Luisão, Zoro e David Luiz fazem parecer impossível tanto azar. O resultado acabou por ser escasso para o Milan, que criou muitas oportunidades, tendo valido Quim, o mvp da partida, apesar de não estar ilibado de culpas no golo de Pirlo. Nota também para Nuno Gomes, que voltou a facturar, depois de já o ter feito na recepção à Naval. Segue-se um importante jogo contra o Braga, em que vencer é obrigatório para manter os níveis morais. Eu tenho uma grande fé nesta equipa, e no treinador, mas domingo jogamos de cor-de-rosa outra vez...

terça-feira, 18 de setembro de 2007

É hoje!

É hoje o regresso da Champions League...
E logo com um mítico ACMilan - Benfica!
O pensamento não pode ser outro que não o de vencer, mesmo com todas as ausências...

Que toque a Música...
Força Benfica! Vence por nós!

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Sorteio Champions League

Sorteio complicado para o Benfica, mas nada de inultrapassável. O defensor do título Milan, o carrasco do ano passado Celtic e o milionário Shakhtar não me assutam. Estou confiante. O primeiro jogo é já no dia 18 de Setembro, em San Siro.