Quando o jovem argentino chegou ao Benfica, as suas qualidades futebolísticas eram, para mim, uma incógnita. Nunca o tinha visto jogar e o que sabia dele é que era fisicamente parecido com Carlos Tévez. Nos amigáveis de pré-época, o pouco tempo jogado não permitiu retirar grandes ilações, mas mostrou duas realidades opostas: técnica e vontade de um lado, atrapalhação e péssimas decisões do outro.
Devido à muita concorrência que tem para o lugar que ocupa, Franco Jara foi utilizado a conta-gotas. Foi tendo direito a apenas alguns minutos e nas primeiras oportunidades, desiludiu. Entrou quase sempre mal e evidenciou todos os tiques característicos do futebol sul-americano, nomeadamente o individualismo e as péssimas decisões. Não marcou, não deu a marcar e foram mais as jogadas ofensivas do Benfica que ajudou a destruir que a construir. Foi prematuramente apelidado de Bergessio, uma vez que, e apesar da vontade evidente que tinha, eram notórias as deficiências do seu futebol.
Mas Jara soube dar a volta por cima. Com trabalho e tempo, algo que geralmente falta a alguns sul-americanos no primeiro ano de futebol europeu, as suas qualidades começaram a vir ao de cima. Ao contrário de outros, conseguiu impor-se e apesar de continuar a ser o terceiro avançado do plantel já transmite muito mais confiança e está notoriamente mais forte, mais capaz de desequilibrar. Hoje vejo em Jara um reforço de pode assegurar a manutenção da qualidade do jogo ofensivo no Benfica quando provado de, por exemplo, Saviola, algo impensável há dois meses.
Jara surpreendeu-me pela positiva. Pensei mesmo que seria o novo Bergessio do Benfica, um jogador com alguma qualidade mas sem capacidade para se impor num clube como o nosso. O primeiro passo para se poder jogar na Europa é compreender que, mais do que o indivíduo, há uma equipa. Jara já percebeu isso, já entendeu que isto não é o Arsenal de Sarandí, onde era "obrigado" a fazer tudo sozinho. Ultrapassada esta questão, podemos esperar muito deste jovem.
Devido à muita concorrência que tem para o lugar que ocupa, Franco Jara foi utilizado a conta-gotas. Foi tendo direito a apenas alguns minutos e nas primeiras oportunidades, desiludiu. Entrou quase sempre mal e evidenciou todos os tiques característicos do futebol sul-americano, nomeadamente o individualismo e as péssimas decisões. Não marcou, não deu a marcar e foram mais as jogadas ofensivas do Benfica que ajudou a destruir que a construir. Foi prematuramente apelidado de Bergessio, uma vez que, e apesar da vontade evidente que tinha, eram notórias as deficiências do seu futebol.
Mas Jara soube dar a volta por cima. Com trabalho e tempo, algo que geralmente falta a alguns sul-americanos no primeiro ano de futebol europeu, as suas qualidades começaram a vir ao de cima. Ao contrário de outros, conseguiu impor-se e apesar de continuar a ser o terceiro avançado do plantel já transmite muito mais confiança e está notoriamente mais forte, mais capaz de desequilibrar. Hoje vejo em Jara um reforço de pode assegurar a manutenção da qualidade do jogo ofensivo no Benfica quando provado de, por exemplo, Saviola, algo impensável há dois meses.
Jara surpreendeu-me pela positiva. Pensei mesmo que seria o novo Bergessio do Benfica, um jogador com alguma qualidade mas sem capacidade para se impor num clube como o nosso. O primeiro passo para se poder jogar na Europa é compreender que, mais do que o indivíduo, há uma equipa. Jara já percebeu isso, já entendeu que isto não é o Arsenal de Sarandí, onde era "obrigado" a fazer tudo sozinho. Ultrapassada esta questão, podemos esperar muito deste jovem.














