Esta reportagem do jornalista da SIC, Nuno Pereira roça o nojento. Já nem falo de mau profissionalismo, isso é um hábito, infelizmente, mas o que aquela peça tenta transmitir aos telespectadores é falso. Falso! Mentiu conscientemente. É perfeitamente visível que são os adeptos do Sporting quem começa a apedrejar o autocarro espanhol, onde seguiam os adeptos do Atlético, sem qualquer tipo de armas como se pode ver nas imagens. "Defender a casinha", diz Nuno Pereira... enfim, ridículo.
Foi uma pena a SIC não ter captado (ou se calhar captou, mas não quis transmitir) as imagens que a RTP possui: na peça do jornalista Pedro Martins, é referido e mostrado que são os adeptos do Atlético as vítimas da fúria leonina, não só das claques mas também de adeptos supostamente normais. Vê-se a carrinha de reportagem da RTP ser atingida por tochas lançadas pelos sportinguistas, vê-se o jornalista da RTP ser apedrejado, vêem-se adeptos do Atlético, mesmo em dificuldades, serem agredidos.
E ainda há tempo para dois momentinhos deprimentes: um, protagonizado pelo jovem Rúben, membro da Juve Leo, que se queixou, num discurso atabalhoado que não consegui distinguir se era de bêbedo, drogado ou de mero idiota, de que a polícia portuguesa "não poderia ter balas de borracha porque poderia acertar em alguém e aleijar uma pessoa" (por mim, a Polícia portuguesa devia era ter a mesma liberdade da americana, mas isso é outra história); o outro tesourinho deprimente foi o discurso de Fernando Mendes, líder da Sénior, perdão, Juve Léo, dizendo que aquilo parecia a batalha de Aljubarrota, e ainda se vangloriou de ter agredido uns quantos espanhóis, independentes das claques, à saída do metro. Ainda teve tempo para dizer que os espanhóis eram nojentos e que ele tinha filhos de 2 e 7 anos (por que é que os filhos foram ali chamados? Não faço ideia). Fez-me lembrar um outro discurso sobre Espanha...
Foi uma pena a SIC não ter captado (ou se calhar captou, mas não quis transmitir) as imagens que a RTP possui: na peça do jornalista Pedro Martins, é referido e mostrado que são os adeptos do Atlético as vítimas da fúria leonina, não só das claques mas também de adeptos supostamente normais. Vê-se a carrinha de reportagem da RTP ser atingida por tochas lançadas pelos sportinguistas, vê-se o jornalista da RTP ser apedrejado, vêem-se adeptos do Atlético, mesmo em dificuldades, serem agredidos.
E ainda há tempo para dois momentinhos deprimentes: um, protagonizado pelo jovem Rúben, membro da Juve Leo, que se queixou, num discurso atabalhoado que não consegui distinguir se era de bêbedo, drogado ou de mero idiota, de que a polícia portuguesa "não poderia ter balas de borracha porque poderia acertar em alguém e aleijar uma pessoa" (por mim, a Polícia portuguesa devia era ter a mesma liberdade da americana, mas isso é outra história); o outro tesourinho deprimente foi o discurso de Fernando Mendes, líder da Sénior, perdão, Juve Léo, dizendo que aquilo parecia a batalha de Aljubarrota, e ainda se vangloriou de ter agredido uns quantos espanhóis, independentes das claques, à saída do metro. Ainda teve tempo para dizer que os espanhóis eram nojentos e que ele tinha filhos de 2 e 7 anos (por que é que os filhos foram ali chamados? Não faço ideia). Fez-me lembrar um outro discurso sobre Espanha...







