quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Para memória futura, quando forem absolvidos

"'Tou-me cagando", já dizia Manuel Vilarinho, se é contra a constituição, contra o segredo de justiça, ou contra o que for! Em que país é que vivemos? Num onde se sabe das coisas que se passam e castigam-se os culpados ou num em que se sabe do que se passa e não se castiga pelo simples facto de a maneira como se soube não ser a prevista? Vergonha e nojo deste país, desta justiça.

















4 comentários:

Homem da Luz disse...

PINTO DA COSTA MORREU HOJE.
O CORPO VAI A CREMAR NO INFERNO DA LUZ.

Fez-se justiça, mas teve de ser fora dos tribunais.

rei das redes disse...

É por estas e por outras que quando o Benfica ganha eu me sinto bem! Nós não ganhamos com este tipo de esquemas, ganhamos porque somos melhores. O Benfica é o clube do povo? Deixem ser, o povo não rouba...é roubado, mas anda sempre de cabeça erguida!
Carrega Benfica!

Jotas disse...

Após a aparecimento e posterior desaparecimento dessas escutas no "Youtube", o mínimo que se deve exigir num país que se diz de direito, é que se investigue, como foi possível haver juízes que não conseiderassem essa prova relevante e a ignorassem, que se investigue, o que está por detrás dessa inércia de quem tem o dever de julgar, isso sim tem de ser feito, sob pena da Justiça portuguesa cair de vez na lama.

Anónimo disse...

Eu defendo o fim do segredo de justiça que só se justifica para efeitos de investigação. Quanto à DEFESA DO BOM NOME dos suspeitos, o fim do segredo seria útil para o suspeito, pois o público teria a oportunidade de saber porque não foi indiciado ou porque não foi condenado este ou aquele suspeito. Assim, para o público A SUSPEITA PERMANECERÁ SEMPRE JUNTA AO SEGREDO. O fim do segredo e a divulgação dos pressupostos que levaram os juizes a não indiciar ou a não condenar o suspeito serviria precisamente para LIMPAR O BOM NOME DO SUSPEITO. A não ser que o legislador tenha receio da opinião pública chegar a uma conclusão contrária perante a divulgação dos tais segredos. Mas isso aconteceria porquê? Será que os portugueses são burros?
Mais, Em Portugal "A LEGALIDADE PREVALECE SOBRE A VERDADE". Só são consideradas provas válidas as que obedeçam a múltiplos critérios de legalidade. A verdade pode ser evidente e não obedecer a esses critérios e assim de nada vale.

Zé da Burra o Alentejano