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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Visto assim até parece bom jogador



O que um simples vídeo pode fazer, não é? Se isto continua assim, arriscamo-nos a ficar sem plantel, mas pior que isso, arriscamo-nos a ficar sem cozinheiro para o arroz de lulas que celebrizou este indivíduo. Isso e outras frases de amor ditas ao nosso clube enquanto jogava no Varzim ou no Boavista (uma delas pode ser vista no vídeo). Será que conseguimos enganar os tolinhos do Manchester City e vende-lo por 20 milhões? Ou os tolinhos de Alvalade...

P.S. O Sporting contratatou um jogador fabuloso, Diogo Salomão. Grande benfiquista, o miúdo até tinha fotos, no Hi5, dos No Name e um galhardete do Benfica na porta do quarto. Que sigas as pisadas do Simão.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Livre-se do seu mono, já!

Jorge Ribeiro e Javier Balboa eram duas pedras no sapato do Benfica. Independentemente do valor de ambos, que ainda era algum no caso do Ribeiro e nulo no caso do espanhol, não acredito que renderiam seja o que fosse nesta ou nas futuras épocas. Não acredito que no futuro voltem a jogar pelo Benfica, nem sequer terão a oportunidade de fazer a próxima pré-época, de tão queimados que estão. O empréstimo acaba por ser um mal menor visto que os jogadores poderão ainda render alguma coisa nos clubes que agora os acolhem: Ribeiro porque deverá jogar a médio esquerdo e num clube que terá, necessariamente, de melhorar na 2ª volta, podendo mostrar algum bom futebol e ser vendido a um clube do meio da tabela do campeonato português ou para uma liga estrangeira, rendendo algum dinheiro; Balboa porque, e apesar de achar que não vale nada, estará de regresso ao seu país, sentindo que terá de algo a demonstrar, fazendo campanha num clube que deverá conseguir a subida de divisão, podendo capitalizar o passe do jogador.

Mas mais importante que vende-los bem, é não voltar a cair na asneira de contratar estes "monos". E quem diz Balboa e Ribeiro diz Marcel, Edcarlos, Sepsi, entre outros cepos e marretas. E nestas brincadeiras gasta-se muito dinheiro.

domingo, 11 de outubro de 2009

A reintegração de Jorge Ribeiro e Balboa

Nesta paragem para os jogos de apuramento para o Mundial-2010, o Benfica continua a trabalhar, mas, para surpresa de muitos, entre os quais eu mesmo, com dois renegados agora reintegrados: Javier Balboa e Jorge Ribeiro.

Contratados na época passada, os dois jogadores tiveram percursos diferentes ao longo da época. Jorge Ribeiro foi utilizado intermitentemente. Começou como suplente de Léo, mas rapidamente, à 3ª jornada, ganhou o posto, perdendo-o depois no início do novo ano para David Luiz. O seu rendimento oscilou entre o bom e o muito mau, sendo a falta de velocidade apontada como o principal problema. Já Balboa, contratado por 4 milhões de euros a pedido de Quique Flores, foi mas regular, mas sempre na mediocridade total. Nunca se afirmou. Nos poucos jogos que fez, entrou sempre perto do fim ou, quando jogava a titular, até era substituído na primeira parte devido ao fraco rendimento.

Na minha opinião, Jorge Ribeiro não é inferior a César Peixoto, nem mesmo a Shaffer. Bem trabalhado por Jorge Jesus, poderá vir a ser mesmo uma surpresa. No entanto, o seu passado mais que conhecido e nunca esquecido pelos benfiquistas constituiu o seu principal handicap. Já o disse anteriormente: não aceito que um ex-jogador, ainda por cima benfiquista desde pequenino, insulte os adeptos e, por conseguinte, o clube, daquela forma. Não esqueço, mas quase perdoo. É no "calor do jogo", ainda por cima foi mal-tratado pelo clube. Se voltar a jogar não o assobiarei. Pelo contrário. Jogador que entra em campo com a camisola do Benfica envergada, tem de ser aplaudido, a menos que algo de extremamente grave se tenha passado (como aconteceu há uns anos no hóquei, com o Paulo Alves). Já o valor de Javier Balboa é mais difícil de descodificar. Não é tão mau quanto mostrou no ano passado, mas quem põe as mãos no fogo por ele? Ninguém, certamente. Contudo, "queimado" não por culpa dos adeptos mas por culpa de si mesmo, Balboa não deverá conseguir demonstrar o que vale. Acredito que sabe bem mais que o que já demonstrou, mas não creio que o evidencie na Luz.

Resta agora perceber qual o papel que Jorge Jesus tem reservado para estes jogadores. Podem ser peças influentes, meras opções de recurso, ou simplesmente para fazerem número, para treinarem e nada mais. Quanto a mim, já no próximo sábado, quando jogarmos com o Monsanto, poderemos ter, quem sabe, a resposta.