P.S. Parabéns ao benfiquista Frederico Gil que alcançou hoje a final do Estoril Open em ténis, tornando-se assim no primeiro tenista português a alcançar tal feito.
sábado, 8 de maio de 2010
Não está a ser um fim-de-semana fácil
P.S. Parabéns ao benfiquista Frederico Gil que alcançou hoje a final do Estoril Open em ténis, tornando-se assim no primeiro tenista português a alcançar tal feito.
sábado, 17 de abril de 2010
Petróleo
Hoje assistimos a uma situação caricata. Com dinheiro vindo de sabe-se lá onde, o Braga vai abrir as portas do seu estádio uma vez mais. Depois do encontro com o Marítimo onde todos os adeptos tiveram bilhetes à borla, e Olhanense, onde salvo erro não pagavam e podiam levar um acompanhante pela astronómica quantia de 1€, hoje, frente ao Leixões, os bracarenses voltam a abrir as portas do seu estádio. Se pensavam que a generosidade do presidente bracarense acabava aqui, informo que os bilhetes para Leiria foram dados aos adeptos, que ainda tiveram transporte gratuito até Leiria! Ora, em tempos de crise, como e onde vai o Braga buscar este dinheiro?
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Buuuuuuuuuuuuuuuuuh!

Sábado à tarde, bastante sol, e um horário muito agradável deviam ter sido factores importantes para que mais gente tivesse ido ao Estádio da Luz. Numa altura destas, com a vantagem pontual que temos, mais benfiquistas deveriam ter ido ao estádio. Bem sei que há um fim-de-semana prolongado, as férias de Carnaval até existem para alguns e que o dinheiro tem de sobrar para comprar flores e levar a namorada a jantar no dia de São Valentim, (e nem era preciso fazer o mesmo que o "rapaz de bons valores que respeita o pai e a mãe" fez), mas alguns equilíbrios no orçamento tinham dado para que se pudesse ir ver o jogo. Fiquei desiludido por ver apenas 45.000 benfiquistas na Luz.
Não fiquei no entanto desiludido com o início do jogo: o Benfica entrou forte e tal como me tinham dito, "ou marcava cedo ou ia assistir a ronha, fita e simulações de lesões" até final. Felizmente ao décimo minuto de jogo, Ramires partiu em velocidade pelo flanco direito e cruzou largo para que Cardozo, nas costas do seu marcador, cabeceasse facilmente para o primeiro e único golo da tarde. O primeiro, e mais difícil, estava feito, fiquei à espera dos seguintes.Mas não houve. O Belenenses pegou na bola e tentou criar vários lances de perigo, um dos quais incrivelmente falhado por Fajardo, e ainda num remate perigoso de Barge. O Benfica ripostou após alguns minutos em que esteve remetido ao seu meio-campo, e Coentrão teve um bom par de chances de golo que acabou por desperdiçar. O jogo chegava ao intervalo com pouco mais para dizer.
No segundo tempo, Jesus optou pela saída de Peixoto para que Weldon pudesse entrar e dar maior velocidade ao flanco esquerdo, mas o melhor que o brasileiro conseguiu foi arrancar em velocidade, logo no início para centrar num lance que acaba por ser perder e onde parece haver razão de queixa dos encarnados por falta sobre o apagado Aimar. Xistra nada assinalou. A segunda parte foi de nervos, nomeadamente devido à fraca exibição encarnada, aos disparates sucessivos de Weldon, aos maus remates de Martins, que até se esforçou bastante, como é seu hábito, e até David Luiz parecia estar a reviver os maus momentos de Setúbal, ele que esteve tão perto de marcar novamente a Quim. Como se isto não bastasse, o descontrolo emocional apoderou-se dos fiscais-de-linha de Xistra que cometeram erros atrás de erros quase sempre em prejuízo do Benfica. O árbitro principal de Castelo Branco pautou a sua exibição por um critério largo em termos técnicos, que me pareceu correcto, mas em termos disciplinares foi desastroso.
No entanto, e apesar do perigo pairar sempre por perto na nossa baliza, fiquei com a convicção de que ganhámos o jogo no lance da expulsão de Bruno Vale, indiscutível, ele que, relembremos, aprendeu muito (e bem, pelos vistos) com Vítor Baía, ao defender com as mãos bem fora da área.Vitória justa mas magra e com mau futebol do Benfica, que se viu órfão do melhor Aimar e do melhor Saviola. No entanto, como já disseram na caixa de comentários, até final vai haver mais jogos assim e o importante é somar os 3 pontos, jogo a jogo, pois a época é longa e há mais duas provas além do campeonato. Também sou mais pragmático que adeptos do futebol espectáculo, mas o que se passou ontem na Luz foi... vocês viram. Fico contente pelos 3 pontos e pelo bónus que o Leixões nos deu esta jornada. São mais 9 pontos (e mais um jogo, é certo), mas a pressão é maior noutros lados que na Luz. Carrega Benfica.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Vídeo do Mês - Dezembro 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Mais uma

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Lapidar nº8
Só mesmo neste país, que vergonha.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Um bocadinho de seriedade, benfiquistas!
Nem me apetece falar do lance em que Suazo decide não marcar golo, mas lá terá de ser. Quem estava na bancada lateral, perto das claques, apercebeu-se bem de que não há penalty nenhum. Burrice total do hondurenho. De resto, a performance do árbitro ficou marcada por aspectos positivos e negativos: o golo anulado a Nuno Gomes foi uma decisão acertada; já a expulsão de Miguel Vítor... ridícula. Não há sequer contacto no lance do primeiro amarelo; há uma falta para vermelho directo sobre Suazo no início da partida e mais uma falta sobre o hondurenho à entrada da área já no período de descontos; o lance do penalty sobre Porta foi bem julgado, pois houve simulação.
Enfim, um ponto ganho, que, face aos difíceis encontros que os nossos rivais têm nesta jornada, nos pode dar a liderança isolada da Liga.
Ah, e os pastéis estavam muito bons!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Estupidez sem limites

A história deste imbróglio é mais que conhecida por todos. Foi determinado que seria o Vitória Sport Clube a passar, apesar do que está escrito nos regulamentos, que daria a qualificação ao Belenenses. Como descalçar esta bota? Excelente pergunta... para já sem resposta.
Por enquanto temos de aguardar para ouvir o que o génio que fez os regulamentos irá dizer. A sua versão será uma das duas que apresentarei: "foi de facto um lapso de linguagem, uma vez que a expressão que queria utilizar era goal difference em vez de goal average, sendo que o Vitória está qualificado" ou "queria efectivamente dizer goal difference em vez daquilo que escrevi, e como os regulamentos são para ser aplicados, é o Belenenses que se apura".
Seja qual for a decisão tomada, vai haver certamente nas próximas semanas muita discussão e, parece-me que ainda vai sobrar para o Benfica. Ou para a Liga.
Se o Vitória for apurado, o Belenenses tem toda a razão para se queixar, uma vez que também pode alegar que os regulamentos não são para cumprir, podendo afirmar em último caso que o facto de ter jogado esta época com um jogador inscrito irregularmente não deve constituir qualquer penalização. Aqui, "trama-se" a Liga.
Se o Belenenses for apurado, lá vem o Vitória fazer choradinho, e isto ainda pode prejudicar o Benfica, uma vez que o sorteio poderá vir a ser repetido e poderemos apanhar uma equipa bem mais forte que estas duas.
3ª e, sinceramente, a mais ridícula solução. Jogo em campo neutro entre o Vitória e o Belenenses. À falta de melhor, parece-me que esta situação ridícula acaba por ser a melhor. Enfim... país de terceiro mundo...
É o nosso futebol português. Mais parece uma novela mexicana.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Bom ensaio para sexta

Num jogo com cerca de 35 000 espectadores, um record nesta competição, o Benfica apresentou um "onze" bem ao jeito de um jogo de campeonato: defesa sólida com Maxi (grande jogo), Luisão, Miguel Vítor e David Luiz, um meio-campo habitual com Rúben Amorim, Yebda, Katsouranis e Di Maria, e no ataque Aimar e Cardozo. Com o onze acima, o Benfica foi capaz de dominar a partida do princípio ao fim, criando boas oportunidades para golo, muitas delas por Katsouranis, que acabaria mesmo por facturar, sendo o melhor jogador em campo. Destaques ainda para Yebda, incansável, mas também para Maxi Pereira e Luisão, que rubricaram grandes exibições. Aimar também esteve muito bem, mas sem o apoio necessário de Oscar Cardozo, que continua muito fora de forma.
Quanto à questão dos guarda-redes, Moretto continua a demonstrar que é indiscutivelmente o terceiro da lista: apesar de algumas defesas vistosas em alguns jogos, é raro o jogo em que não comete uma gaffe digna de fazer corar qualquer Bossio. Ontem, não me pareceu ter havido falta no lance já perto dos descontos.
Do Belenenses, nosso último e próximo adversário, pouco há dizer: só mesmo Silas joga e tenta fazer jogar, mas quando não há ninguém a acompanhá-lo tudo se torna mais difícil. Assim sendo, parece que na sexta-feira, um Benfica mesmo a jogar a meio-gás será capaz de bater a formação do Restelo. Mas nunca fiando...
P.S. Agora convinha que o FC Porto fosse afastado. Para tal, é necessário que o Nacional vença o Vitória de Setúbal e que o Marítimo ganhe por dois golos de diferença a Rio Ave ou que o Paços de Ferreira vença o Sporting em Alvalade. Um cenário que até parece bem provável.
sábado, 26 de abril de 2008
Olha, ganhámos!
O Benfica entrou no jogo a jogar muito sobre o meio-campo, mas o Belenenses, defendendo de forma compacta impediu que os nossos jogadores chegassem com perigo à baliza de Júlio César. No aspecto ofensivo, Nélson, jogador que tem vindo a subir de forma nos últimos jogos, era quem mais se destacava, criando vários lances interessantes com Nuno Assis. Porém, o Belenenses foi equilibrando o jogo, chegando a sufocar o Benfica a meio do primeiro tempo, conseguindo trocar bem a bola no último terço benfiquista devido à presença de um único jogador com características defensivas no meio-campo encarnado, Katsouranis.
Após esse "sufoco", o Benfica reagiu, fazendo precisamente o mesmo que o Belenenses, empurrando-os para a sua área nos últimos quinze minutos da primeira parte: primeiro foi Cardozo, que cara a cara com o guarda-redes não conseguiu colocar a bola em jeito; depois, à segunda, foi Luisão, que na sequência de um canto de Rui Costa chutou a bola bem alta e com força, fazendo o primeiro golo na Luz. Festejos efusivos do zagueiro encarnado, ele que tem sido tão criticado ultimamente.
Na segunda metade o Benfica continuou com o pé no acelerador até conseguir o golo da tranquilidade, resultante de um livre superiormente marcado por Óscar Cardozo, na sequência de uma falta sobre Di Maria, que acabara de entrar para o lugar do apagado Nuno Gomes. Antes disso, passou por momentos de algum aperto devido aos contra-ataques dos azuis, destacando-se a jogada em que Rafael Bastos atira a bola por duas vezes ao poste. Mas, como disse, a partir do golo de Cardozo foi só gerir o jogo, sendo que tudo ficou mais facilitado quando Hugo Alcântara deu uma chapada a Katsouranis e foi expulso. Com a superioridade numérica e com a vantagem de 2-0, o Benfica ainda chegou com perigo à baliza adversária em três ocasiões, todas elas de contra-ataque (uma de Rui Costa, outra de Cardozo e ainda uma de Di Maria).
Os melhores em campo foram, surpreendentemente, Luisão (que teve uma atitude exemplar aquando da substituição de Nuno Assis), Edcarlos e Nélson (será que a história do tal "polícia" que ele tem à porta de casa é verdade?). Não gostei muito do jogo do Léo nem do Nuno Gomes, que, apesar de esforçado, tem de pensar seriamente em consultar um psicólogo, pois o problema não é futebolístico, mas sim uma tremenda falta de confiança. Também fiquei desiludido com a prestação de... Rúben Amorim.
Com esta vitória, o Benfica coloca pressão no Guimarães e no Sporting, que estão obrigados a ganhar para manterem o Benfica a alguma distância. Esperam-se, portanto dois jogos muito importantes para amanhã, sendo que acredito que manteremos o lugar conquistado hoje, pois o Sporting vai sucumbir à pressão, espero.
Ficha de jogo
Bwin Liga - 28ª jornada
Estádio da Luz, Lisboa
Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto)
Assistência: 33 047 espectadores
SL Benfica
Suplentes não utilizados: Moreira, Mantorras, Zoro e Makukula
Treinador: Fernando Chalana
CF Os Belenenses
Suplentes não utilizados: Marco Gonçalves, Devic, Edson e Fernando
Treinador: Jorge Jesus
Disciplina: Cartão amarelo a Rúben Amorim (75 min) e Wéldon (89 min); Katsouranis (81 min) e Nélson (90+4 min); cartão vermelho a Hugo Alcântara (76 min)
Marcador: 1-0 por Luisão (41 min) e 2-0 por Cardozo (64 min)
Melhor em campo: Nélson (SL Benfica)
domingo, 22 de abril de 2007
Trivialidades da nossa Liga
ONTEM assistimos a um jogo fraquinho nos Barreiros. Um Marítimo algo debilitado foi presa fácil para um Benfica que, mais uma vez, não entrou com a melhor das atitudes no jogo. Quando se pressiona e remata pouco e não se cria muito perigo junto da baliza adversária, arriscamo-nos a empatar mais uma vez. Felizmente a sorte esteve do nosso lado e o génio Miccoli concretizou duas oportunidades.. mais de 900 minutos depois do seu último golo. A arbitragem também ajudou, agora que estamos afastados do título, é sempre bom deixar a ideia de que o Benfica foi beneficiado nesta farsa de campeonato . Tem graça que os treinadores só se queixam quando são prejudicados contra o Benfica.HOJE poderemos assistir a mais um passeio do fcp, no seu estádio, frente à equipa que, actualmente, se encontra em melhor forma, de todas as do nosso campeonato. Depois de terem garantido a Uefa - via Taça - os azuis do Restelo vão, como já vem sendo hábito, alçar a perninha e facilitar a vida às hostes. Mais: depois de 120 minutos de jogo na quinta-feira, os jogadores do Belém vão ser forçados a disputar este jogo menos de 72 horas depois da meia-final da Taça, o que não é permitido segundo os regulamentos da Liga. E esta, hein?
Saudações Benfiquistas!
domingo, 28 de janeiro de 2007
A Odisseia do Campeonato mais-ó-menos perdido - Musica, Maestro!
Mais uma vez a eficácia falou mais alto e o Benfica venceu um muito aguerrido Belenenses, do melhor que tenho visto em equipas do nosso campeonato. Era interessante que mantivessem este nível contra outras equipas, e não apenas quando espicaçados por uma rivalidade latente que não é mais do que inveja.
O jogo valeu pela extremamente bem jogada primeira parte, repleta de bons lances de futebol e de oportunidades para ambos os lados, ainda que a balança tenha pesado para o lado dos de Belém, num domínio algo consentido por um Benfica muito bem organizado tacticamente. A segunda parte foi mais um espectáculo de mediocridade ao nível do que podemos regularmente presenciar na liga portuguesa. Fora alguns momentos de perigo para ambas as balizas, os segundos 45 minutos foram muito pausados e penitenciosos de assistir. Se, por um lado, os jogadores do Belenenses transformaram o seu desespero final em inúmeras faltas e entradas violentas, os jogadores do Benfica aproveitaram para queimar tempo com alguma fita reprovável. Destaque para a jogada em que, pela 4ª vez, Katsouranis fica estendido no chão a queixar-se de uma pisadela de Eliseu. Desta vez, qual Pedro e o Lobo, Pedro Proença nem pensou duas vezes antes de perdoar a expulsão ao dos azuis.
Fernando Santos podia ter rodado mais cedo, um defeito que já há muito lhe apontei, mas esteve muito bem no aspecto táctico. Voltamos, pareceu-me, ao losango do meio-campo: Petit, Katsouranis, Karagounis e Rui Costa; Simão jogou a avançado móvel a descair para a esquerda, ao lado do perdulário Nuno Gomes, que descaía para o lado contrário. O objectivo de assentar a equipa num meio-campo forte, e de apostar no contra-ataque e em desmarcações rápidas, confiando no muninciador-mor, Rui Costa, foi obtido na perfeição. O Benfica foi mais uma vez implacável e só o tardio golo veio manchar o bom recorde de Quim, que há cinco jogos não sofria para a Liga.
Rui Costa esteve entre os melhores. Ele, o implacável Luisão, o indispensável Simão, o incansável Petit, e Nélson, a espaços. O 10 foi para mim, o homem do jogo, com duas assistências. Podia ter optado por outro, não se tratasse também de um gesto simbólico, felicitador do seu regresso a bom nível e do seu jeitoso contributo para a vitória da equipa.
PS: Já não me recordo em que jornada foi que "fóculporto Campeão Nacional 06/07" se tornou, mesmo para os que têm o dever de se regerem pela isenção, verdade absoluta. Sei que já foi há muito tempo. 16 jornadas volvidas, já estou mais do que agastado de ouvir o principal clube da minha cidade ser elogiado, aclamado e proclamado vencedor de uma competição que nem só agora passou a sua metade.
Se o Benfica ganha por 4-0 ao Belenenses, sem ter dominado o jogo, foi pura sorte e obra do senhor do apito. Se o Porto vence Nacional e Belenenses pela diferença mínima, é sinal de invencibilidade. Criou-se o monstro (ui, ui, que medo. ui, outra vez.); a equipa imbatível. Até ontem. Até que 8 (agora 5) pontos já nem parece uma diferença tão acentuada. Logo agora, que as faixas já vinham a caminho. Mas como já só faltam disputar 14 jornadas, 42 pontos e três confrontos directos entre os candidatos ao título - se, por bondade, quiçá alguma pena, ou então por ser politicamente correcto, decidirmos incluir o Sporting no lote dos favoritos -, 5 pontinhos devem chegar. E pelos vistos, fez mesmo bem ao Porto ser eliminado prematuramente da Taça, beneficiando assim, a sua prestação na Liga.
Já cheira a Benfica aí em cima?
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
A vingança..
Ps: Podia falar da tremenda eficácia do Benfica, da fabulosa exibição do Quim, da displicência dos avançados da clube da terra onde Jesus nasceu, da gaguez e falta de ligação no discurso de treinador dos azuis, da invencibilidade do Benfica na Luz, dos 30 golos que o Benfica marcou em 14 jogos, ou mesmo da urgência da necessidade de uma plástica para o Jorge Jesus. Mas não. Que dizer? Apeteceu-me. A propósito, enquanto escrevo estas linhas, está a dar um excelente programa na :2.







