Mostrar mensagens com a etiqueta Duarte Gomes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Duarte Gomes. Mostrar todas as mensagens

domingo, 9 de dezembro de 2012

Um bom exemplo para o futebol nacional


Só me lembro de ver este tipo de comportamento em Portugal por 3 vezes:

Lucílio Baptista após a final mais "famosa" da Taça da Liga

É bem provável que haja muitos mais casos, mas este três árbitros já cometaram erros gravíssimos em prejuízo do Sport Lisboa e Benfica e nunca os vi a clamarem mea culpa.

Convém também frizar que o sentido das auto-culpabilizações é apenas quando se prejudica aquele que é mais amigo do sistema.

(os casos que tiverem passado ao meu conhecimento são bem-vindos aos comentários)

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Duarte Gomes, o benfiquista

Todos os árbitros têm um clube, o seu clube, aquele pelo qual torceram e torcem desde pequenos. Desenganem-se os que pensam que os árbitros de futebol são pessoas isentas ao ponto de não simpatizarem com um clube. Aliás, nem é preciso não simpatizar. Dos homens que conhecem e que não simpatizam com nenhuma equipa em particular, quantos é que gostam de futebol? E quantos é que gostam de futebol ao ponto de se tornarem árbitros?

Parece-me óbvio que não é obrigatório dizerem quem apoiam, importa sim serem imparciais. Não me interessa se o árbitro X é do Benfica e Y é do Porto ou Z do Sporting, importo-me se são ou não isentos no exercício daquela actividade. Se conseguem? Isso já é outra história.

O problema, reforço, não está no clube que apoiam, está sim no que recebem por fora e nos que se vendem a troco de frutinha, café ou finais de grandes provas internacionais. No caso do benfiquista Duarte Gomes, não tenho a mais pequena dúvida do que se trata: incompetência. Já o tinha dito há uns anos, para mim, Duarte Gomes é puramente incompetente. A provar isso há erros crassos contra e favor do seu clube, o Benfica. Casos como o que se passou na Amadora em 2007, quando assinalou um penalty por cabeça na bola a favor do Benfica, ou como o penalty fantasma sobre Jardel na Luz, em prejuízo do Benfica, são ilustrativos do que falo. Duarte Gomes é, por isso, apenas e só um mau árbitro, não um corrupto. Nem sequer é mal intencionado, é simplesmente fraquinho, o que para o panorama do futebol português até é um elogio. Vendo autênticos prostitutos como Proença, que se vende para arbitrar grandes finais, ou Benquerença, que contam as más línguas europeias que... (vão pesquisar no Google, não posso ser eu a dizer tudo, não é?), Duarte Gomes é um santo. E tenta prejudicar todos por igual, algo que não se pode dizer de Xistra, por exemplo, um lagarto doente, ou Proença, que sofre de um síndrome descrito em Portugal e que se caracteriza por prejudicar quem gostamos para dar a ideia de que somos imparciais [a troco de sabe-se lá o quê].

O que me faz confusão, no meio disto tudo, e assumindo que Duarte Gomes é idoneamente limpo, é a forma como defende os colegas. Por que motivo? Sejamos sinceros connosco mesmos: todos sabemos que no meio daquela gente há uma percentagem considerável que se vende por dinheiro, mulheres ou currículo. Como consegue Duarte Gomes, no cargo que ocupa ou que ocupou como espécie de representante dos árbitros, defender todos os colegas? E por que motivo só pede desculpa pelos erros cometidos contra o Porto? E como aceita levar peitadas em série de jogadores do Porto sem os expulsar? É isto que não percebo.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Errar é o Mano

Perdoar é divino. E assumir é o quê?

Duarte Gomes errou ao não assinalar um penalty a favor do Porto por falta sobre Belluschi e assumiu o erro no Facebook, essa maravilha da tecnologia através da qual os grandes eruditos e o Cavaco Silva faz os seus comunicados de extrema importância para a nação. Numa sociedade perfeita, onde as pessoas agiriam de modo impoluto, a assunção do erro seria algo natural e saudável. Mas não vivemos numa sociedade perfeita. Nem as pessoas agem de modo impoluto.

Por isso, o que levou Duarte Gomes a assumir o erro?

Todos os árbitros erram, uns por incompetência, outros porque são/estão corrompidos e outros ainda porque o fazem de má fé. Contra o Porto só há uma possível. E conhecendo o percurso de Duarte Gomes, sabemos que é por pura incompetência que erra. Pediu desculpa. Pediria se errasse grosseiramente contra o Estrela da Amadora ou contra o Benfica, como já fez? A questão é mesmo esta. Duarte Gomes assumiu o erro porque tem medo. Medo das consequências. É possível acreditar num futebol onde os árbitros se sentem obrigados a pedir desculpa quando prejudicam um clube específico?

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Tenham medo, muito medo!

Lembram-se do penalty do Jardel?

Num derby perto de si...