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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Duarte Gomes, o benfiquista

Todos os árbitros têm um clube, o seu clube, aquele pelo qual torceram e torcem desde pequenos. Desenganem-se os que pensam que os árbitros de futebol são pessoas isentas ao ponto de não simpatizarem com um clube. Aliás, nem é preciso não simpatizar. Dos homens que conhecem e que não simpatizam com nenhuma equipa em particular, quantos é que gostam de futebol? E quantos é que gostam de futebol ao ponto de se tornarem árbitros?

Parece-me óbvio que não é obrigatório dizerem quem apoiam, importa sim serem imparciais. Não me interessa se o árbitro X é do Benfica e Y é do Porto ou Z do Sporting, importo-me se são ou não isentos no exercício daquela actividade. Se conseguem? Isso já é outra história.

O problema, reforço, não está no clube que apoiam, está sim no que recebem por fora e nos que se vendem a troco de frutinha, café ou finais de grandes provas internacionais. No caso do benfiquista Duarte Gomes, não tenho a mais pequena dúvida do que se trata: incompetência. Já o tinha dito há uns anos, para mim, Duarte Gomes é puramente incompetente. A provar isso há erros crassos contra e favor do seu clube, o Benfica. Casos como o que se passou na Amadora em 2007, quando assinalou um penalty por cabeça na bola a favor do Benfica, ou como o penalty fantasma sobre Jardel na Luz, em prejuízo do Benfica, são ilustrativos do que falo. Duarte Gomes é, por isso, apenas e só um mau árbitro, não um corrupto. Nem sequer é mal intencionado, é simplesmente fraquinho, o que para o panorama do futebol português até é um elogio. Vendo autênticos prostitutos como Proença, que se vende para arbitrar grandes finais, ou Benquerença, que contam as más línguas europeias que... (vão pesquisar no Google, não posso ser eu a dizer tudo, não é?), Duarte Gomes é um santo. E tenta prejudicar todos por igual, algo que não se pode dizer de Xistra, por exemplo, um lagarto doente, ou Proença, que sofre de um síndrome descrito em Portugal e que se caracteriza por prejudicar quem gostamos para dar a ideia de que somos imparciais [a troco de sabe-se lá o quê].

O que me faz confusão, no meio disto tudo, e assumindo que Duarte Gomes é idoneamente limpo, é a forma como defende os colegas. Por que motivo? Sejamos sinceros connosco mesmos: todos sabemos que no meio daquela gente há uma percentagem considerável que se vende por dinheiro, mulheres ou currículo. Como consegue Duarte Gomes, no cargo que ocupa ou que ocupou como espécie de representante dos árbitros, defender todos os colegas? E por que motivo só pede desculpa pelos erros cometidos contra o Porto? E como aceita levar peitadas em série de jogadores do Porto sem os expulsar? É isto que não percebo.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Venha o Xistra (e tragam o Benquerença se quiserem também)

Consciente da superioridade do Benfica em relação a praticamente todos os adversários deste campeonato, a LPFP tomou uma medida que protege os interesses do futebol emocionante e imprevisível ao nomear o nosso queridíssimo Carlos Xistra para o jogo de Guimarães. Quem não se lembra da habilidosa arbitragem do albicastrense na cidade berço na época de Quique Flores, em que expulsou Reyes sem justificação nenhuma? Xistra é um homem talentoso, lagarto de profissão e tudo menos incompetente. É um habilidoso. Por vezes descarado, como em Braga na época transacta, quando expulsou Javi Garcia, mas sempre um artista. Não é corrupto, é mal intencionado, o que, parecendo que não, é pior.

Estava guardado para esta ocasião especial. Como deve estar outro na calha para o jogo de dia 2 com o Porto. Pergunto-me se a Liga terá a coragem e o descaramento de nomear Olegário Benquerença, que recentemente até chumbou nos testes físicos da UEFA. Se assim for... é demasiado óbvio que há um propósito.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Que eficiência, senhor Pereira!

"Só é enganado quem quer." "Há evidências que demonstram que esse tipo de comentários é desfavorável para quem os produz".

Primeiro o aviso. Depois a ameaça. Vítor Pereira devia lembrar-se do cargo que ocupa em vez de fazer figura de dirigente do FC Porto a ameaçar quem não gosta das arbitragens. Uma coisa é dizer que não concorda com as declarações de Jesus, outra coisa é ameaçar o Benfica de que será prejudicado a breve trecho. Para já, com dois dias no ano civil de 2011, já deu para ver que as coisas continuam na mesma. Na Cedofeita, um penalty mal assinalado e um por assinalar sempre em benefício dos mesmos. Árbitro da partida? O mesmo do Guimarães x Benfica. Felizmente estava lá o QuimZé na baliza.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Estranho mundo, o nosso

Há uns meses, o MaisFutebol publicou uma notícia que afirmava que, e baseando-se num conjunto de observações feitas, os árbitros tinham uma tendência natural de beneficiar as equipas que vestem de vermelho sobre as que vestem de azul. Ora, depois do que vi nesta jornada europeia, só me posso rir, partindo do pressuposto que os árbitros agiram de boa fé. A escandalosa arbitragem do sueco Martin Hansson no Porto - Arsenal, a juntar às péssimas actuações dos noruegueses Tom Henning Ovrebo, o mesmo dos quatro penalties do Chelsea, no Bayern Munique - Fiorentina, e Terge Hauge, no Hertha - Benfica, vêm confirmar que também a arbitragem europeia, até dos países mais civilizados, tem ainda um longo caminho a percorrer, numa semana em que no Milan-Manchester quem brilhou foi... Olegário Benquerença. Estranho, não?

No entanto, e apesar de uma arbitragem que me deixou apreensivo, a "culpa" deste resultado deve-se essencialmente ao Benfica. Todos nós vimos o mesmo: falta de garra, incapacidade para segurar o jogo, falta de agressividade, displicência. Concordamos todos, penso eu. Sobram duas interpretações: há quem diga que o Benfica está em clara quebra física, mental e que o futebol praticado até final do campeonato será pouco melhor que enfadonho, mas as vitórias irão surgir; outra falange de adeptos afirma que se tratou apenas de mais um jogo menos conseguido e que todas as equipas têm este tipo de jogos no decorrer de uma temporada. Pessoalmente, este Benfica 2009/2010 fora de casa nunca me convenceu, exceptuando os encontros com o Belenenses, Paços de Ferreira e poucos mais. As exibições em Olhão, Alvalade, Leiria, Braga, Setúbal, Atenas, e Borisov pouco condizem com a qualidade real da equipa. Já em casa a situação é diferente, tendo sido esmagador em todos os jogos excepto contra Porto e Belenenses, por motivos diferentes. A mentalidade de Jorge Jesus, neste jogo, pareceu-me mais próxima com a de Quique, que a do Jesus "Extreminador Implacável": a eliminatória é a duas mãos, esta é a primeira, jogamos fora, daí que o empate até é bonzinho. Não sei se foi isto que disse, mas a atitude, as substituições e o discurso final pareciam corroborar esta tese. Este jogo, e digo-o a nível pessoal, pareceu-me apenas um jogo menos bom, sendo que não é daqui que devemos tirar ilações para o resto da época. Creio que houve ordens claras para controlar o jogo (mas acabámos por ser controlados pelo Hertha) e "deixar andar". No entanto...

... o mesmo não se passou noutras ocasiões, como no encontro com o Belenenses, onde parecia haver claramente uma quebra física e mental dos jogadores. E é aqui que Jesus cometeu alguns erros pelos quais podemos vir a pagar caro. Que erros foram esses? Vários: Jesus apostou, desde o início da temporada num onze base no qual não iria mexer muito. Dos dez jogadores de campo, não haveria praticamente espaço para a rotação de Luisão, David Luiz, Javi Garcia, Ramires, Di Maria, Saviola e Cardozo. Qual é o problema disto? Cansaço acumulado, obviamente, mas também igualmente mau é o escasso aproveitamento que alguns jogadores que considero importantes têm tido, casos de Sidnei, Miguel Vítor, Rúben Amorim, como médio, e Nuno Gomes, bem como Weldon numa fase mais inicial da temporada. A não-rotação de Jesus leva àquilo que todos ouvimos falar na pré-temporada, as famosas "quebras" das equipas treinadas por JJ na segunda volta dos campeonatos. Aconteceu isto pelos clubes por onde passou. A diferença é que cair de um 4º lugar para um 6º ou 7º com o Belenenses é pouco relevante, mas cair com o Benfica, é um peso brutal. Outro dos pecados de Jesus é a abordagem que o treinador faz ao mercado de transferências. Insisti, aqui no blog, vezes sem conta, para a contratação de Rúben Micael. Disseram-me que não daria jeito porque não encaixava na táctica e que o Benfica não precisava. Neste momento temos Javi Garcia, Ramires e Di Maria de rastos. Aimar e Martins são a inconstância que todos sabemos. Felipe Menezes é o pior jogador deste plantel, sim, pior que o Luís Filipe. Amorim é o bombeiro de serviço pronto a apagar fogos na lateral-direita. Coentrão, magnífico extremo-esquerdo, é um banal defesa-lateral (ainda ontem Luís Freitas Lobo o disse no Pontapé de Saída), jogando poucas vezes no meio-campo. Neste momento, olhando para o Porto, quem é que desequilibra? O madeirense, que tanto jeito daria ao Benfica, que preferiu ir gastar 8,6 milhões de euros em jogadores brasileiros que, já se sabia, pouco ou nada iriam dar ao Benfica neste campeonato: Kardec e Airton são demasiado novos para entrarem numa equipa com rotinas a meio de uma época, enquanto que Éder Luis não me parece ter qualidade suficiente a avaliar pelo que vi de encarnado ao peito. O mercado de Janeiro não serve para preparar o futuro ao contrário do que possam pensar, mas serve sim para dar retoques no plantel. E este Benfica precisava de um médio polivalente, à imagem de Rúben Micael. Ou muito me engano ou este foi um dos maiores tiros no pé em relação a esta época.

E isto tudo resume e explica em grande parte o que se passou em Berlim: Benfica amorfo, com pouca vontade, mas também numa quebra evidente. A rotação do plantel tem de ser feita imediatamente sob pena de hipotecar a época. É fundamental que, nomeadamente, Saviola e Ramires saiam da equipa pois precisam de descansar.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Pelo Sonho do Jamor


Já faz um tempinho, não é?
A ida ao Jamor acaba por ser um sonho alimentado todos os anos por todos os clubes nacionais, desde o Beira-Mar ao Feirense...do Santa Clara ao Sporting...do Benfica ao Cinfães (boa sorte já agora). Mas de todos os clubes, o Benfica é o que se pode orgulhar de já lá ter chegado mais vezes que todos os outros (33 Vezes) e é também o clube que mais vezes venceu a 2ªProva Nacional (24 Vezes)...
Amanhã jogamos os 1/8 de Final da Prova Rainha nacional...e só há um caminho a seguir, vencer... ou vencer! O jogo não é fácil, o Leixões está em grande, o faz que é árbitro é o Olarápio...
...mas somos BENFICA! Temos Suazo, Aimar, Luisão, Cardozo, Reyes e Katsouranis e teremos certamente uns bons milhares de 12ºs (eu incluído) determinados em acabar com a malapata duns 1-1 com o Leixões, cedidos no ultimo minuto (estive no Bessa no ano passado...nem é bom recordar) e seguir na linha da vitória convincente na Madeira.
Cruzar o ano em 1º na Liga e qualificados para os 1/4 de Final da Taça seria fabuloso neste ano 0 do Benfica de Quique!
Têm a palavra os atletas do nosso Glorioso. Só peço brio, atitude, força de vontade e alma. Com tudo isso, dificilmente a vitória fugirá!

Saudações Gloriosas!
PS: Já disse que odeio o Olarápio? Não...ok...Odeio-te seu *@#$#%%$*$$#$#$%#"*!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Enormes, Gigantes, Benfiquistas!



Comentários para quê? Saiam três Águias de Ouro imediatamente.