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domingo, 21 de outubro de 2007

Parabéns, Mozer!

Salve Benfiquistas!

Aqui no Eterno Benfica não podíamos deixar passar em claro a extraordinária conquista do Carlos Mozer, grande central do Sport Lisboa e Benfica (e mais tarde adjunto do Pequeno Mouro no nosso Clube) e uma grande referência da Selecção Brasileira.

O Mozer, além da mística benfiquista, é um homem com talento. Com efeito, no seu ano como treinador principal, conseguiu ser campeão com o Inter de Luanda, feito inédito na história do clube!



O facto traz-me alguma satisfação, não apenas como benfiquista, mas também enquanto "treinador de bancada". Com efeito, várias vezes me lembrei do Mozer ao longo dos últimos anos como adjunto ideal dos treinadores que passaram pelo Glorioso. Um homem com Mística, que pisou os relvados mais sagrados da Europa e do Mundo mas também conhecedor das tricas do futebol português, com a autoridade de um general mas a humildade de um soldado - porque nunca o foram buscar? Ah, se eu mandasse...

Por outro lado, li divertido a notícia no site AngolaPress que dá conta do feito do Mozer. Nela se diz...

Mozer resistiu à tempestade inicial, quando começou a montar o que queria para transformar o Inter num emblema capaz de lutar pelo título.

No arranque, teve dificuldades. A vitória só surgiu na sexta jornada, frente ao Atlético Sport Aviação (ASA), por 2-1. Além de ter estado mal na prova interna, o antigo internacional da selecção brasileira e do Benfica de Lisboa viu ainda a sua equipa ser afastada prematuramente da Taça CAF.

A partir da sexta ronda, tudo mudou. O Inter acertou e nunca mais perdeu. A estreia de Mozer no Girabola 2007 foi marcada por empate, em casa, frente ao Sagrada Esperança da Lunda Norte (1-1), porém na deslocação ao Soyo a equipa "caiu" (0-1) e "derrapou" diante da Académica local, na segunda jornada.

O posto do técnico brasileiro começou a ser questionado pela opinião pública e suas capacidades dividiram os adeptos e analistas desportivos, com a derrota caseira frente ao despromovido Atlético do Namibe (1-2) na quarta ronda. A crise de resultados persistiu, com empate no Lubango (2-2) ante o Desportivo da Huíla.

Para a surpresa de muitos adeptos que punham em causa a continuidade do treinador, que momentos depois de contratado ordenara a troca do relvado do Estádio 22 de Junho, o presidente do clube, Alves Simões, saiu em defesa de Mozer, na sequência da goleada na quinta ronda ante o 1º de Agosto (0-3).

O "voto de confiança" deu segurança e crença no futuro do plantel no Girabola. De contestado, Carlos Mozer passou a ser visto de outra forma, em face do triunfo na jornada seguinte sobre o ASA, no Estádio da Cidadela (2-1), mantendo o mesmo resultado na viagem a Benguela sobre o 1º de Maio.

Daí em diante, os polícias pontuaram sempre e o pensamento (utópico) pelo título ganhou forma e consistência até garantir o ceptro, inédito na história do clube.


Pois é, o Mozer resistiu à tremideira, às pressões, aos primeiros maus resultados... Mas o Inter de Luanda não é propriamente o Benfica, dirão alguns. Pois é, pois é...

Parabéns Campeão!

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Portugal 1-0 Angola

E Portugal começou a vencer no Mundial da Alemanha. Um golo do matador Pauleta, a passe do melhor em campo, Luis Figo (encheu o campo o capitão português) valeu um triunfo magro, mas extremamente importante.

Depois de uns primeiros 20 minutos de grande nivel, Portugal perdeu gás e realizou mesmo uma segunda parte para esquecer. Apesar de tudo o triunfo de Portugal é incontestável, tendo ainda falhado inumeros golos que poderiam ter dilatado o resultado.

Quanto aos jogadores benfiquistas, Petit esteve uns furos abaixo do habitual, enquanto Simão fez um jogo regular, mas sem grande brilhantismo. Pedro Mantorras entrou aos 58 minutos para o lugar de Akwá, mas esteve pouco em jogo.


Estádio Rhein Energie, em Colónia

Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)

ANGOLA João Ricardo;
Loco, Jamba, Kali e Delgado;
André e Figueiredo (Miloy, 79 m);
Zé Kalanga (Edson, 69 m), Mateus e Mendonça;
Akwá (Mantorras, 58 m).

PORTUGAL Ricardo;
Miguel, Fernando Meira, Ricardo Carvalho e Nuno Valente;
Petit (Maniche, 71 m) e Tiago (Hugo Viana, 81 m);
Cristiano Ronaldo (Costinha, 59 m), Figo e Simão;
Pauleta.

Golo: Pauleta (4 m)

Resultado final: 0-1


Assim, com este resultado a equipa das quinas fica em 2ºlugar do grupo, com 3 pontos, e com a garantia que uma vitória frente ao Irão a colocará nos 1/8 de final da prova.

Então, venha de lá o Irão...