Enquanto benfiquista, desejo as maiores felicidades a Carlos Mozer e que salve a Naval da descida. Seria positivo ver mais ex-jogadores encarnados como treinadores de clubes da Primeira Divisão.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Mozer na Liga Zon Sagres
Enquanto benfiquista, desejo as maiores felicidades a Carlos Mozer e que salve a Naval da descida. Seria positivo ver mais ex-jogadores encarnados como treinadores de clubes da Primeira Divisão.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Sondagem #13
Já está disponível uma nova sondagem, desta vez em balanço da época transacta, referente ao melhor jogador do plantel. Ide e votai.
domingo, 21 de outubro de 2007
Parabéns, Mozer!
O facto traz-me alguma satisfação, não apenas como benfiquista, mas também enquanto "treinador de bancada". Com efeito, várias vezes me lembrei do Mozer ao longo dos últimos anos como adjunto ideal dos treinadores que passaram pelo Glorioso. Um homem com Mística, que pisou os relvados mais sagrados da Europa e do Mundo mas também conhecedor das tricas do futebol português, com a autoridade de um general mas a humildade de um soldado - porque nunca o foram buscar? Ah, se eu mandasse...
Por outro lado, li divertido a notícia no site AngolaPress que dá conta do feito do Mozer. Nela se diz...
Mozer resistiu à tempestade inicial, quando começou a montar o que queria para transformar o Inter num emblema capaz de lutar pelo título.
No arranque, teve dificuldades. A vitória só surgiu na sexta jornada, frente ao Atlético Sport Aviação (ASA), por 2-1. Além de ter estado mal na prova interna, o antigo internacional da selecção brasileira e do Benfica de Lisboa viu ainda a sua equipa ser afastada prematuramente da Taça CAF.
A partir da sexta ronda, tudo mudou. O Inter acertou e nunca mais perdeu. A estreia de Mozer no Girabola 2007 foi marcada por empate, em casa, frente ao Sagrada Esperança da Lunda Norte (1-1), porém na deslocação ao Soyo a equipa "caiu" (0-1) e "derrapou" diante da Académica local, na segunda jornada.
O posto do técnico brasileiro começou a ser questionado pela opinião pública e suas capacidades dividiram os adeptos e analistas desportivos, com a derrota caseira frente ao despromovido Atlético do Namibe (1-2) na quarta ronda. A crise de resultados persistiu, com empate no Lubango (2-2) ante o Desportivo da Huíla.
Para a surpresa de muitos adeptos que punham em causa a continuidade do treinador, que momentos depois de contratado ordenara a troca do relvado do Estádio 22 de Junho, o presidente do clube, Alves Simões, saiu em defesa de Mozer, na sequência da goleada na quinta ronda ante o 1º de Agosto (0-3).
O "voto de confiança" deu segurança e crença no futuro do plantel no Girabola. De contestado, Carlos Mozer passou a ser visto de outra forma, em face do triunfo na jornada seguinte sobre o ASA, no Estádio da Cidadela (2-1), mantendo o mesmo resultado na viagem a Benguela sobre o 1º de Maio.
Daí em diante, os polícias pontuaram sempre e o pensamento (utópico) pelo título ganhou forma e consistência até garantir o ceptro, inédito na história do clube.
Parabéns Campeão!













