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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Mozer na Liga Zon Sagres

Mozer, antigo central do Sport Lisboa e Benfica do final da década de 80 e início da década de 90, é o novo treinador da Naval. O ex-adjunto de José Mourinho aquando da sua passagem pelo Benfica, consegue assim o seu primeiro emprego num clube português enquanto treinador principal, ele que já tinha conseguido bons resultados, nomeadamente no Interclube de Luanda, que se sagrou campeão angolano pela primeira vez na sua história.

Enquanto benfiquista, desejo as maiores felicidades a Carlos Mozer e que salve a Naval da descida. Seria positivo ver mais ex-jogadores encarnados como treinadores de clubes da Primeira Divisão.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Sondagem #13


Quique, Quique e Quique. O resultado desta sondagem parece ser inequívoco. 47% dos 276 votantes acham que Quique deve ser o treinador do Benfica para a próxima temporada, suplantando assim Jorge Jesus por mais do dobro dos votos (22%). 9% dos benfiquistas que votaram acham que Mozer devia ser o escolhido, tendo portanto mais votos que o compatriota Luiz Felipe Scolari (6% apenas). Valverde, Malesani, Paul Le Guen e Ricardo Gomes, outros dos nomes sugeridos, contam apenas com 2% dos votos cada, sendo que alguns do votantes (3%) não se idenficam com os treinadores da lista e votaram noutro, se bem que não se saiba quem é.


Já está disponível uma nova sondagem, desta vez em balanço da época transacta, referente ao melhor jogador do plantel. Ide e votai.

domingo, 21 de outubro de 2007

Parabéns, Mozer!

Salve Benfiquistas!

Aqui no Eterno Benfica não podíamos deixar passar em claro a extraordinária conquista do Carlos Mozer, grande central do Sport Lisboa e Benfica (e mais tarde adjunto do Pequeno Mouro no nosso Clube) e uma grande referência da Selecção Brasileira.

O Mozer, além da mística benfiquista, é um homem com talento. Com efeito, no seu ano como treinador principal, conseguiu ser campeão com o Inter de Luanda, feito inédito na história do clube!



O facto traz-me alguma satisfação, não apenas como benfiquista, mas também enquanto "treinador de bancada". Com efeito, várias vezes me lembrei do Mozer ao longo dos últimos anos como adjunto ideal dos treinadores que passaram pelo Glorioso. Um homem com Mística, que pisou os relvados mais sagrados da Europa e do Mundo mas também conhecedor das tricas do futebol português, com a autoridade de um general mas a humildade de um soldado - porque nunca o foram buscar? Ah, se eu mandasse...

Por outro lado, li divertido a notícia no site AngolaPress que dá conta do feito do Mozer. Nela se diz...

Mozer resistiu à tempestade inicial, quando começou a montar o que queria para transformar o Inter num emblema capaz de lutar pelo título.

No arranque, teve dificuldades. A vitória só surgiu na sexta jornada, frente ao Atlético Sport Aviação (ASA), por 2-1. Além de ter estado mal na prova interna, o antigo internacional da selecção brasileira e do Benfica de Lisboa viu ainda a sua equipa ser afastada prematuramente da Taça CAF.

A partir da sexta ronda, tudo mudou. O Inter acertou e nunca mais perdeu. A estreia de Mozer no Girabola 2007 foi marcada por empate, em casa, frente ao Sagrada Esperança da Lunda Norte (1-1), porém na deslocação ao Soyo a equipa "caiu" (0-1) e "derrapou" diante da Académica local, na segunda jornada.

O posto do técnico brasileiro começou a ser questionado pela opinião pública e suas capacidades dividiram os adeptos e analistas desportivos, com a derrota caseira frente ao despromovido Atlético do Namibe (1-2) na quarta ronda. A crise de resultados persistiu, com empate no Lubango (2-2) ante o Desportivo da Huíla.

Para a surpresa de muitos adeptos que punham em causa a continuidade do treinador, que momentos depois de contratado ordenara a troca do relvado do Estádio 22 de Junho, o presidente do clube, Alves Simões, saiu em defesa de Mozer, na sequência da goleada na quinta ronda ante o 1º de Agosto (0-3).

O "voto de confiança" deu segurança e crença no futuro do plantel no Girabola. De contestado, Carlos Mozer passou a ser visto de outra forma, em face do triunfo na jornada seguinte sobre o ASA, no Estádio da Cidadela (2-1), mantendo o mesmo resultado na viagem a Benguela sobre o 1º de Maio.

Daí em diante, os polícias pontuaram sempre e o pensamento (utópico) pelo título ganhou forma e consistência até garantir o ceptro, inédito na história do clube.


Pois é, o Mozer resistiu à tremideira, às pressões, aos primeiros maus resultados... Mas o Inter de Luanda não é propriamente o Benfica, dirão alguns. Pois é, pois é...

Parabéns Campeão!