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domingo, 29 de janeiro de 2012

Nem Ganso, nem Galo... nem Águia


Este Porto não vai à bola com as aves. Primeiro foi a nega e o xingamento público que o presidente do Santos impôs aos azuis e brancos ao receber uma proposta "ridícula e trágica", nas palavras do mesmo, sobre Paulo Henrique Ganso, médio criativo dos de Vila Belmiro. Hoje foi ver o Gil Vicente, que já na semana passada tinha dado muito boa conta de si na Luz ao causar imensos problemas ao Benfica, dificultar as aspirações portistas na revalidação do título de campeão. Grande galo imposto por Cláudio, pelo sósia de Capdevila e pela restante equipa gilista. O Porto vê assim a Águia a fugir na classificação, para azia de muitos portistas, alguns sportinguistas e até vitós encapotados.

Aos adeptos benfiquistas importa relembrar que nada está ganho e que, a partir deste momento, dado o plano teórico, temos muito mais a perder que a ganhar. O caminho é difícil e teremos adversários muito complicados pela frente. Podem nem ser os mais habilidosos, mas se demonstrarem o empenho que o Feirense e o Gil demonstraram nos jogos contra Benfica e Porto, as coisas tornam-se complicadas. Eles também jogam (e nem é com a amarelinha, como ridiculamente se insinuou por alguma blogosfera). E quem dizia que o alargamento a 18 clubes só acrescentaria duas equipas que seriam carne para canhão dos grandes, pode repensar a opinião. Basta ver os resultados alcançados pelos "mais fracos" nos últimos anos.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Aguenta coração...

Estádio pequeno, adeptos barulhentos, adversário aguerrido e desinibido, de volta aos anos 90. O Benfica arrancou uma vitória preciosa e difícil frente a um adversário complicado, que tinha roubado pontos em casa ao Porto, naquele que foi o triunfo mais difícil da época a par do alcançado nos Barreiros. Após uma primeira parte com alguns lances de perigo para ambos os lados, o Feirense entrou melhor no segundo tempo e colocou-se em vantagem fruto de um golo de Varela, que surgiu de pontapé de canto. Estávamos em Santa Maria da Feira mas parecia a Trofa. Medo. O Benfica estava a perder e não dava a volta a um resultado desfavorável fora desde Abril de 2010, na Figueira da Foz. A equipa mostrava alguma capacidade em circular a bola mas claras dificuldades em aproximar-se da baliza com verdadeiro perigo. Até que o mesmo Varela emendou a mão e voltou a colocar a partida empatada, ao desviar com sucesso um cabeceamento de Cardozo. Jesus mexeu e fez entrar dois jogadores que colocaram mais dinâmica à partida, Gaitán e Nolito. E pouco depois, o irrequieto Rodrigo, numa boa desmarcação, arrancou um penalty que Cardozo marcou para onde se deve marcar quando a confiança não está no máximo: para o meio. Depois foi aguentar e esperar pelo soar do apito final. Péssima arbitragem com um penalty perdoado ao Feirense e um golo mal anulado aos da Feira. Valeram os 3 pontos, tão importantes, e que nos mantêm no topo da tabela. Agora é esperar que o Gil faça o seu trabalho e nos deixe com uma margem mais folgada. Acredito sinceramente que sim.

P.S. Paulo Lopes? Andámos a formar um guarda-redes para isto? E o festejo do Shéu? Ele bem sabe onde se ganham campeonatos.

P.P.S. Parabéns ao treinador do Feirense, Quim Machado, que com poucos recursos montou uma equipa personalizada e consistente. Apesar de pouco criativos e engenhosos, a garra dos jogadores é enorme e a atitude demonstrada engrandece-os a eles e ao clube.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Apoiar por fora e já agora lá dentro também

A ideia em si, que muito provavelmente vocês já conhecem, é nobre e tem justificações mais que suficientes para que os adeptos não compareçam no interior do estádio do Feirense: vivemos tempos de crise, os bilhetes são excessivamente caros e há um claro aproveitamento dos clubes em relação ao Benfica e aos seus adeptos.

Mas a questão que eu ponho é a mesma que coloquei aquando do boicote patrocinado por Luís Filipe Vieira. Apesar de serem situações diametralmente opostas (Vieira não pediu um boicote contra os clubes adversários, ao contrário deste movimento), entroncam no mesmo ponto: e quem é que apoia o Benfica dentro do Estádio? Estamos num momento crucial da época. Três dos próximos quatro jogos são fora, com duas deslocações complicadíssimas a Coimbra e Guimarães e este jogo na caixa de fósforos da Feira, um estádio típico do período pré-2004 onde era muito difícil conquistar pontos (lembram-se do Mário Duarte, do São Luís, do Vidal Pinheiro, etc?). É, na minha opinião, fundamental que os benfiquistas compareçam em força em Santa Maria da Feira e que encham o estádio apoiando o nosso clube, apoiando os nossos jogdores. Lá dentro. É aí que se faz a diferença. Até porque a Feira pode ser a nova Trofa.

E do ponto de vista prático, a concretização deste projecto com êxito tem tanto de complicado como o Sporting vencer este campeonato. Sejamos objectivos: quem é que quer sair de casa numa noite de inverno e fazer vários quilómetros para ficar à porta de um estádio sem ver o jogo? Os benfiquistas que vêm à internet ler blogs não representam 0,5% dos benfiquistas de Portugal. E estas ideias nascidas na internet, sem a divulgação daqueles que são actualmente os grandes meios de comunicação (jornais e televisão), estão condenadas ao fracasso. Até porque, atendendo ao actual momento da equipa do Sport Lisboa e Benfica, parece-me impossível que os bilhetes não esgotem. Não é com duas mãos que se pára o Mar Vermelho.

Não me interpretem mal. Na minha lista de prioridades, a vitória no campo do Feirense é o objectivo mais importante. Atendendo ao enquadramento deste jogo, creio que é fundamental que os adeptos estejam presentes no estádio a apoiar a equipa. Desejo que este movimento tenha o maior dos sucessos possível até porque é uma ideia pertinente e que tem toda a razão de ser. Ficaria orgulhoso pelos benfiquistas que participariam (e que participarão) nesta iniciativa, mas a sua realização e arriscar não apoiar o Benfica num jogo tão complicado...

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Diabos Vermelhos não vão à Feira

Os Diabos Vermelhos (ler o comunicado) tomaram uma atitude corajosa mas inconsequente. Corajosa porque amando o clube como amam, deixar de ir ao estádio para apoiar a equipa custará a muitos deles eventualmente mais do que os 25 euros pedidos pelo Feirense. Inconsequente por outro lado porque quem manda e vai continuar a mandar nesta brincadeira do preço dos bilhetes são os clubes. Esta conversa tem mais de 15 anos e acaba por ficar invariavelmente em águas de bacalhau. Têm dúvidas? Há anos que isto é assim. O preço dos bilhetes tem de ser regulado (eu disse regulado, não disse "imposto") por uma entidade externa, neste caso a Liga de Clubes.

Quanto ao comunicado em si, apenas mais um pequeno apontamento: os Diabos têm toda a razão em fazer este comunicado e este protesto, dando como exemplo uma situação que já foi aqui discutida neste blog (ver aqui). Infelizmente trata-se de uma batalha hercúlea que estamos a travar e que dificilmente terá o desfecho que os adeptos desejam.

A propósito, se estão encandalizados com estes preços, relembro-vos estes.

P.S. Entretanto o Sporting fez um musical, o primeiro de uma equipa de futebol em Portugal. Já sabem: mais um título.

sábado, 20 de agosto de 2011

Era mesmo preciso sofrer tanto?

3-1, foi o resultado que o Benfica conseguiu fazer ante o Feirense, esta noite na luz. Depois de uma primeira parte onde soubemos controlar o jogo e onde a vantagem mínima ao intervalo era lisonjeante para o clube de Santa Maria de Feira, o segundo tempo, trouxe novamente um Benfica nervoso, criando problemas a si mesmo. Já lá vamos. Nolito voltou a marcar, o 5º golo em 5 jogos, marca digna de registo. O golo do espanhol aconteceu sem grandes surpresas, face ao pendor ofensivo do Benfica, mas faltou eficácia no momento do remate em alguns jogadores, colocando a equipa sempre ao alcance de um dissabor. Aimar voltou a comandar o futebol ofensivo do Benfica, está na melhor forma desde que chegou à Luz, pena não ter existido o devido seguimento dos seus colegas. Mas ninguém poderia adivinhar o que aconteceria imediatamente depois.

Mais uma vez após o intervalo o Benfica apagou-se, permitindo ao Feirense crescer e ameaçar várias vezes a baliza de Artur Moraes, que voltou a evidenciar umas mãos de ferro. A medida que o jogo ia avançando, o cenário não alterou-se e perante tal passividade do Benfica no momento de pressionar o adversário quando este tinha a bola, foi com naturalidade diria eu que Rabiola, avançado do Feirense marcou o golo do empate. Jesus entretanto tirou Gaitán que diga-se, estava a jogar bem para a entrada de Witsel, mas pouco a equipa ganhou com essa alteração. Foi na base do querer e da raça de Maxi Pereira, numa jogada individual pelo seu flanco, que conseguimos chegar novamente à vantagem, assistindo o uruguaio o inevitável Óscar Cardozo que antes inexplicavelmente tinha sido assobiado, marcando o segundo golo em dois jogos. A partir daí, o Benfica acalmou mais o seu jogo, os nervos mudaram de direcção e rumaram à outra equipa e Bruno César, recém entrado, num momento de franca inspiração, marcou o terceiro golo, carimbando finalmente os três pontos. Um grande golo do antigo jogador do Corinthians.

Três notas finais: Primeiro, porquê os assobios ao Óscar Cardozo? Se fossem assobiar para a casa do.... tenham vergonha... Segundo, novamente, a equipa demonstra incapacidade para controlar o jogo, desta vez a coisa correu bem, mas ficou novo aviso de que é preciso ainda trabalhar muito tacticamente a equipa. Terceiro, uma palavra para Bruno César, que com o golo que marcou, comprova toda a qualidade que tem. Importante para ele ganhar confiança e assumir-se como opção mais constante. No lugar de Aimar, claro.

Feirense para vencer e convencer

O Benfica recebe logo mais o Feirense, clube que ascendeu à primeira liga esta temporada. Se na primeira jornada, deixamos os dois primeiros pontos perdidos, em casa de outro recém promovido, no caso o Gil Vicente, não é difícil concluir que o único resultado que interessa, como sempre aliás, é a vitória. Mas tão ou mais importante do que a vitória, é a respectiva exibição da equipa. Tem que ser um Benfica forte, autoritário, convicente, aquele que entrar dentro de campo, capaz de devolver a ilusão aos sócios, adeptos e simpatizantes, um Benfica que faça deste jogo uma catapulta para os próximos jogos. Vem aí um desafio importante para a liga dos campeões, ante o Twente, mas as nossas energias devem estar para já concentradas no Feirense, sem nunca subestimar o adversário.

Para este jogo, Jesus pode muito bem retornar ao seu 4-1-3-2, diria eu, que é a táctica ideal para enfrentar este desafio. E sou da opinião de que deviam existir algumas alterações, para além daquelas óbvias por causa da mudança de sistema, como é o retorno de Saviola:

(Clicar para aumentar)

Se olharem, face àquela que deveria ser a equipa tipo no 4-1-3-2, incluí no onze três alterações fundamentais, as quais passo a explicar. Capdevila, porque penso tratar-se do jogo ideal, para devolver ao espanhol os minutos de competição que precisa, para além da confiança inerente a esse factor. Emerson tem estado a meu ver relativamente bem, mas com pouca profundidade ofensiva, o que neste sistema é fundamental. Depois, entendi meter Enzo Pérez no lado direito do meio campo, primeiro porque Gaitán, parece apresentar alguns problemas físicos e as suas exibições não têm sido particularmente positivas no seu todo, segundo porque é importante dar confiança ao Enzo, pois trata-se de um excelente jogador, juntava-se pois o útil ao agradável. Finalmente Bruno César no lugar de Aimar. E porquê? Simples, em 9 dias o Benfica irá contra o Feirense realizar o terceiro jogo e com o Twente à porta, entendi por bem poupar Aimar e apostar no brasileiro que tal como Capdevila e Enzo, é uma opção segura dentro do plantel e precisa começar a ser aposta no seu lugar de origem, não constantemente adaptado às alas.

É importante perceber, que um possível revés neste jogo, é entregar mais dois ou três pontos ao rival do norte, esse cenário pura e simplesmente não pode acontecer. Lembro-me que na última vez em que fomos campeões, empatamos com o Marítimo em casa o primeiro jogo, para depois embalarmos numa série de exibições e resultados positivos, que colocaram o clube na rota do título. É precisamente isso que precisamos repetir, a tal onda vermelha só aparecerá se a equipa corresponder. Apesar de exisitirem alguns sinais preocupantes nos últimos dois jogos, tema a que já aludi no Eterno, Jorge Jesus tem todas as condições para fazer um bom campeonato, mas para isso não podemos escorregar em jogos contra o Feirense, com todo o respeito que tenho pelo modesto clube de Santa Maria da Feira.

sábado, 8 de maio de 2010

Liga Vitalis, dia de todas as decisões

Pode parecer absurdo escrever um post sobre a decisão da Liga Vitalis na véspera de um jogo tão importante como o de amanhã, mas o que se passa e vai passar na tarde de hoje nos relvados da Liga de Honra é importante e, pelo menos a mim, diz-me algo de especial, como deveria dizer a grande parte dos benfiquistas.

Cinco equipas podem subir: o Beira-Mar, equipa liderada pelo jovem e ambicioso Leonardo Jardim, onde jogam Leandro Pimenta e Ishmael Yartey, ambos emprestados pelo Benfica, que precisa de um empate apenas para conseguir tal feito; o Portimonense, um histórico do Algarve com um passado muito peculiar e que até chegou a estar presente numa edição da Taça UEFA dos anos 80; o Feirense, cuja última aparição no principal escalão de futebol ocorreu no mesmo ano do Portimonense (89/90); a Oliveirense, de todos o clube mais eclético, e que tem feito uma época assombrosa face ao seu orçamento; o Santa Clara, maior clube açoreano, que na última década se tem mantido na Liga de Honra com maior ou menor dificuldade não só dentro de campo mas também a nível económico.

No entanto, face a estes cinco candidatos, tenho as minhas preferências. Até porque alguns duns interesesses do Benfica chocam com os de outras equipas, como vão perceber a seguir.

O Beira-Mar é, de todos, o clube mais independente. Sempre o foi, aliás. Talvez por isso não se consiga manter na primeira divisão durante uns cinco anos consecutivos, andando num sobe e desce constante. Com um jovem treinador, as expectativas não passavam, no início da época, por uma subida à Liga Sagres, mas a boa campanha dos aveirenses deixa-os em excelente posição para alcançarem tal feito. Só mesmo uma hecatombe pode evitar que voltem a fazer parte dos 16 de primeira, uma vez que perder em casa frente ao último classificado, o já despromovido Carregado (onde milita Miguel Rosa, um dia falo sobre ele) parece praticamente impossível. Eu via com bons olhos a subida do "Beira-Beira". Basta um empate, ou, mesmo perdendo, sobe se Feirense e Santa Clara não ganharem.

O Portimonense tem uma história que deve encher de orgulho os seus adeptos. Atingiram o topo nos anos 80 quando, na primeira divisão, lutavam pelos lugares europeus, tendo mesmo lá chegado em 84/85. No entanto essa convívio entre os grandes terminou em 1990, quando os seus adeptos tiveram a infeliz ideia de se meterem com quem mandava no futebol nacional. Numa deslocação do Porto a Portimão, Pinto da Costa foi agredido pelos adeptos do Portimonense Sporting Clube, e, a partir daí, coincidência das coincidências, com a guerra decretada aos clubes do sul, o Portimonense desceu à segunda divisão e pouco depois à 2ªB, onde esteve em boa parte dos anos 90. Nesta década que agora termina, esteve sempre na Liga de Honra, mas com grandes dificuldades, sendo este o primeiro ano em que luta pela subida. Curiosamente, tem vários jogadores emprestados pelo Porto ou dispensados por esse mesmo clube para Portimão. No entanto, pelo que sei, o sentimento naquela cidade em relação a Porto, Sporting e Benfica mantém-se. O ódio ao Porto é o mesmo. Por razões óbvias, gostava que subissem, seria muito bom termos duas equipas do Algarve na primeira divisão. Basta um empate para regressarem passados 20 anos.

O Feirense anda há vários anos a "cheirar" a subida. Não luta por ela, mas faz campeonatos bem tranquilos, excepto o de 07/08, e tem ficado na metade superior da tabela. A escassos quilómetros da cidade do Porto, não raras vezes um grupo de adeptos chamados de "SuperDragões" vai a Santa Maria da Feira apoiar o Feirense, o que constituirá, sempre, um perigo para o Benfica uma deslocação àquela localidade, apesar dos bons benfiquistas que lá habitam. Já há alguns anos que deixaram para trás a 2ªB e uma vitória hoje, aliada com derrota do Beira-Mar ou vitória dos aveirenses e da Oliveirense, leva-os de volta à primeira.

A Oliveirense tem tido uma subida meteórica nos últimos dois anos. Desde que Hermínio Loureiro assumiu a presidência da Liga de Clubes e a isso juntou a presidência da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, a subida tem sido efectivamente fantástica. Subiram da 2ªB para a Vitalis em 2008 e podem subir hoje à 1ª! Diz quem acompanha regularmente a Liga Vitalis que a Oliveirense tem sido claramente beneficiada pelas arbitragens. O seu presidente está claramente conotado com o Porto, sendo o lambe-botismo por demais evidente e o estádio não tem condições para receber uma equipa da Liga de Honra, quanto mais uma do principal escalão. Por tudo isto, a subida era evitável. Só a alcançam se ganharem e tanto o Beira-Marar como o Feirense perderem.

O Santa Clara, equipa que possui um belo símbolo, tem-se batido com algumas dificuldades nos últimos anos, não tanto a nível de classificação mas mais relativamente a problemas financeiros. Não sei como é que os açoreanos vivem o clube da sua terra (talvez quanto a isso o nosso leitor Bettencourt nos possa ajudar), mas tenho a sensação que têm uma simpatia com um dos três grandes, nomeadamente com o Benfica, mas estão longe de ser um clube "vendido" como outros do nosso escalão. Venceram a 2ªB em 1997/1998 e alcançando assim a 2ª Liga, sendo que no ano a seguir a essa conquista, subiram logo à primeira divisão fruto de um terceiro lugar. Lembro-me do primeiro jogo que fizeram no escalão maior, estreia absoluta dos açoreanos, salvo erro em casa frente ao Sporting, impondo um empate a 2 num jogo em que o dinamarquês Peter Schmeichel deu um valente frango. No entanto, a permanência entre os grandes foi curta e desceu imediatamente nesse mesmo ano, para voltar a subir no ano seguinte, quando ganharam a Liga de Honra. Estiveram em 2001/2002 e 2002/2003 no escalão maior tendo sido "contemplados" pelo destino de jogarem o último e derradeiro jogo na antiga Luz (venceu o Benfica por 1-0). Desceram nesse ano e não mais voltaram, tendo hoje excelente oportunidade para o fazer, apesar de necessitarem de ter "os astros todos conjugados": sobem se e só se ganharem, se o Beira-Mar perder e o Feirense não ganhar.

P.S. As declarações de Domingos valem o que valem, ou seja, zero. Mas no final do campeonato, aconteça o que acontecer, escrevo aqui um post sobre esse treinador prostituído.