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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Começou a campanha


A Travessa da Queimada já se prepara para o arraial. Jesus não sobreviveu à Páscoa e Delgado entretém-se a salvar a pele do amigo, queimando mais um treinador do Benfica. Depois das várias capas em que apelava ao despedimento de Quique Flores, eis a hora de Jesus. Uma coisa é ser-se um blogger, opinador de café. Outra é ser jornalista de um diário desportivo. Deve haver umas linhas no código deontológico dos jornalistas sobre a imparcialidade, não? Será que José Manuel Delgado conhece? Seria bom que lhe apresentassem, pois além de estar a desempenhar um papel deplorável enquanto profissional, este Zé Manel escolhe o caminho errado para o clube. Não quero com isto dizer que sou a favor da continuidade de Jesus, não sou. Apenas acho que cada macaco deve estar no seu galho. E Delgado é daqueles macacos que, se o galho se partisse, não sentiria a mais pequena falta.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Aimar agredido

O Record publica, a namorada de Salvio confirma e A Bola desmente. O Benfica cala e Aimar não fala porque não tem autorização. Eu só gostava de saber a verdade. Quem, porquê, a mando de quem e com que intenção. Se foi mentira, é igualmente grave. E gostava de ouvir o desmentido ou a confirmação da história no site do Sport Lisboa e Benfica, apesar de raramente acreditar nos comunicados do clube. Parecendo que não, faziam um bom serviço se, por uma vez na vida, viessem a público esclarecer a situação de um jogador, em vez de defenderem prontamente o presidente como fazem.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Notícias encomendadas

Não é surpresa para ninguém ver uma certa imprensa escrever determinadas notícias para agradar a um dirigente em particular. Há que demonstrar apreço pelos croquetes servidos nas Galas do Benfica. José Manuel Delgado e Vítor Serpa, os dois principais membros da pandilha d' A Bola, já tinham presenteado os benfiquistas com uma capa vergonhosa de intoxicação da opinião pública após a derrota por 5-0 no Dragão, onde as culpas eram atribuídas única e exclusivamente a Jesus. Hoje, as duas canetas de aluguer de Luís Filipe Vieira voltaram a escrever atribuindo culpas a tudo e todos, nomeadamente a Jesus, mas deixando de fora Vieira. Coincidência, não é? Reparem nestas pérolas:

«A verdade é que o próprio Jorge Jesus, homem que vive o futebol vinte e quatro horas por dia, terá equacionado o que verdadeiramente teria provocado esta súbita e dramática alteração no comportamento global da equipa. Ninguém sabe se chegou a conclusões concretas, mas aqueles que lhe estão mais próximos certamente que o ouviram falar dos erros de um começo de época desastroso, para o qual nem Jesus, afinal, estava preparado para enfrentar.»

Jesus é culpado. Ok, até é verdade. Agora, avaliando o modo como é dada a notícia, parece que estamos na presença de jornalistas da revista Maria. Reparem que primeiro "ninguém sabe se chegou a conclusões concretas", mas depois há a suposição de que "aqueles que lhe estão mais próximos certamente que o ouviram falar dos erros". Então? Sabem ou não sabem? E quem são esses amigos próximos de Jesus? São os do "diz que disse"? Dos que se inventam quando não há verdades? Cândido de Oliveira e Ribeiro dos Reis estão às voltas no caixão a esta hora.

«Não se pode dizer, portanto, que o Benfica tivesse podido contar com o apoio dos adeptos, nesta época de má memória para o clube da águia. A equipa sentiu-se muitas vezes sozinha numa luta cruel pela reconquista do capital de confiança (...).»

Chega agora o potpourri da estupidez. Hum... deixa cá ver. Então a equipa sentiu-se sozinha? É que eu lembro-me de um idiota pedir um boicote aos jogos fora. Eh pá, se calhar... E ainda me lembro de eu ter dito aqui, e mostrado por A + B, que atendendo aos números normais de espectadores nos estádios dos adversários e no nosso, o efeito do boicote estava a sentir-se na Luz! Perdemos, naquele curto espaço de tempo, 90 mil adeptos na Luz, tendo assistências inferiores a 30 mil adeptos contra o Olhanense e o Schalke. Fantástico.

Sobre o presidente, nem uma palavra. Se isto não são notícias encomendadas por Vieira, então não sei o que possam ser.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Di Maria

É com grande satisfação que vejo a notícia que diz que o Benfica recebeu recentemente mais uma avultada quantia de dinheiro relativa à transferência de Di Maria.

O problema é saber se a mesma é verdadeira ou não. Leiam a notícia. Que provas é que dá? Ninguém teve acesso às cláusulas, o comunicado à CMVM não é preciso e exacto no que às condições de vencimento das cláusulas diz respeito, além de que a própria notícia tem erros relativos aos golos de Di Maria e aos valores que o Benfica recebeu, que ainda não são, seguramente, de 33 milhões, dado que o passe não pertencia na totalidade ao Benfica.

Gostava muito que esta notícia fosse verdade, no entanto tenho fortes motivos para desconfiar da mesma.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Abriu a época da caça a Jesus

O jornal A Bola tem patrocinado, nos últimos dias, uma campanha a todos os níveis abjecta contra o treinador do Benfica, Jorge Jesus. Em quatro dias, três capas com as parangongas bem claras: na 5ª "Jesus com Natal em risco", sábado com "Scolari [em fundo... vermelho] sonha voltar" e hoje, domingo, com "Finalmente Jesus assume responsabilidades". Já não bastava a dupla maravilha Serpa e Delgado ter conseguido censurar um dos melhores cronistas do jornal em detrimento de um plagiador e de um cobardolas como agora cria capas e notícias com o objectivo de desestabilizar e despedir um treinador. Vergonhoso. Não sei como ainda há benfiquistas que comprem aquilo. É das maiores vergonhas do jornalismo em Portugal. Aquilo que deveria ter enormes responsabilidades, a maior das quais para com a verdade, é um jornal e como os jornais deveria ser um espaço de notícias, de factos. Hoje é, apenas e só, as notícias que aqueles jornalistas querem, aquilo que inventam, por ser aquilo que querem ou que lhes convém.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Expliquem-me lá isto:

1 - É unânime, entre uma grande maioria de benfiquistas, nomeadamente os que apoiam incondicionalmente Vieira, que Jesus é o principal culpado e que deve ser despedido a curto trecho.

2 - É igualmente consensual entre esse grupo de benfiquistas, que estamos a fazer um bom campeonato, afinal de contas "só temos menos 3 pontos que na época passada por esta altura". E se não fossem as arbitragens estaríamos à frente do FC Porto.

3 - A Liga dos Campeões, segundo eles, correu mal, mas era esperado pois os adversários eram "muito fortes". Caímos para a Liga Europa, o que acaba por ser "natural".

Então se o campeonato está a ser "bom" e a Champions foi o "esperado", por que raio querem despedir Jesus?

P.S. Ainda hoje, no jornal A Bola, vem um artigo assinado pelo maior vieirista da nossa praça a defender o que acontece se Jesus se mantiver no Benfica, indicando ao nosso "querido líder" o que deve fazer: despedir Jesus. A intenção da capa de hoje, "Jesus com Natal em risco", é bem clara, e não é preciso ser muito esperto para adivinhar quem a fez.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Triste fim do jornal A Bola

Quando era pequeno não havia sábado em que não acordasse às sete da manhã. Os desenhos animados começavam bem cedo e ainda estavam os meus pais a dormir já a televisão estava ligada com o "pequenito" a ver o que a RTP tinha. O meu pai ia às compras de manhã antes do pequeno-almoço e quando ouvia o elevador a regressar os desenhos animados já não interessavam para nada: vinha aí o jornal A Bola. Ainda em pijama, pegava no jornal e como era demasiado grande para as minhas mãozinhas de seis anos, altura em que comecei a ler o diário desportivo, deitava-me no chão da cozinha a lê-lo.

Hoje já não faço isso. Nem me deito não chão da cozinha nem voltarei a comprar o dito jornal. Hoje foi a última vez, se calhar até o guardarei, quem sabe. O silenciamento do qual foi alvo Zé Diogo Quintela na sua crónica é algo de tão abjecto e tão anti-democrático que não cabe na cabeça de ninguém (a não ser na de Vítor Serpa, mas esse muito espaço por preencher na cabeça e pouco no abdómen). O jornal que eu tinha como referência preferiu tomar parte pelo lado de um indivíduo abjecto. Não que o facto de os portistas defenderem o Porto seja abjecto, não é, é óbvio que os seus adeptos vão continuar a defender todas aquelas trafulhices, não esperem o contrário, o que me choca é que o jornal que eu tinha como referência de jornalismo preferiu escolher a má-educação (chamou "rafeiros" a RAP e ZDQ), a deturpação de factos e o conflito moral (escutas do Apito Dourado e outras) à crítica sagaz e ao humor fino e inteligente. E fê-lo da pior das maneiras, censurando o texto de um dos artistas.

É uma vergonha que o jornal A Bola tenha tomado esta decisão e concordo e apoio os dois humoristas. São opções que se tomam. Eu já tomei a minha. Nunca mais receberão os meus 80 cêntimos até que o sr. Serpa saia. Nem os meus nem os de milhares de benfiquistas.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Sobre os 3 grandes

Muito se fala sobre o Benfica nos três grandes diários desportivos nacionais. A Bola, Record e O Jogo são três jornais bem distintos, com linhas editoriais bem marcadas e definidas, mas será que sabemos realmente como são os jornais? Sim, porque quando criticamos jornal A, B ou C, sabemos do que falamos? Compramos esses jornais?

Há uns tempos, numa caixa de comentários de um post do Eterno Benfica, o nosso leitor Bruno Venâncio alertou-nos para o facto de o jornal O Jogo não ser aquilo que eu próprio e vários outros leitores pensávamos ser. Com base neste comentário, tenho comprado, nas últimas semanas, os vários jornais desportivos alternadamente: umas vezes Record, outras O Jogo e noutras ainda A Bola. Comparando-os, tenho de dizer o seguinte:

A Bola: Foi o jornal que sempre compraram em minha casa, além do Expresso, para ler, regra geral apenas aos fins-de-semana, desde pequenino. Era, e ainda é, o meu jornal favorito, dos 3 grandes. É claramente um jornal virado para o Benfica, a linha editorial é encarnada, as crónicas não são totalmente isentas e isso faz com que eu goste tanto deste jornal, apesar de admitir que não é de "bom jornalismo e profissionalismo" algumas opiniões supostamente isentas que já li. Em termos de qualidade de escrita, para mim, é de longe melhor que qualquer um dos outros. Tem jornalistas cujos textos são de óptima qualidade como José Manuel Delgado, dono de um grande poder de isenção (hehehe...), Fernando Guerra, João Bonzinho, entre outros. Gosto também de colunistas como Leonor Pinhão, Fernando Seara, mas também leio os textos de MST, Rui Moreira e Eduardo Barroso, apesar não gostar dos clubes que defendem. Em termos de cor e organização também acho que é o melhor dos 3 grandes: A Bola ao Centro é sempre agradável de ler, conhecendo outras histórias muito interessantes e a forma como se dispõem as várias secções é lógica, com sentido e abrangente, lendo-se notícias de futebol internacional e muitas outras modalidades. Funcionalmente, o site deste jornal tem evoluído muito bem nos últimos meses/anos tendo inclusivé apanhado, em termos de qualidade, o do Record. Apesar de começar a tornar-se ligeiramente sensacionalista, especialmente nas capas, continua a ser o meu jornal favorito.

Record: Abomino-o. Às vezes, quando não há A Bola, chego a compra-lo mas quase sempre contra a minha vontade. O tipo de letra é mau, a história/estória do acordo ortográfico irrita-me, não posso ver escrito "ação" ou "fatos". Odeio o facto de se virem gabar em primeira página de que acertaram em determinada contratação de um jogador quando os outros diários diziam o contrário, numa atitude de criança ridícula. Pelos vistos, nem benfiquistas, sportinguistas ou portistas gostam, mas que aquilo vende, vende efectivamente. Está cada vez mais sensacionalista, além de ser frequente, demasiado frequente, encontrar gralhas nas suas páginas. As fotografias estão a anos-luz das d' A Bola e d' O Jogo. Como pontos positivos temos João Gobern e, antigamente, Rui Cartaxna. Acho inconcebível um jornal incluir um tal de Eugénio Queiroz a escrever artigos que supostamente não são de opinião pessoal. O site era, até há bem pouco tempo, o melhor de todos, apesar de ter sido suplantado pelo d' ABola.

O Jogo: Os preconceitos para com este jornal eram, da minha parte, mais que muitos. A última vez que o tinha comprado foi na véspera do Portugal - Grécia de abertura do Euro-2004, por isso estão a ver aos anos que eu não comprava esse jornal. A ideia generalizada é a de que é um diário pró-Porto, algo que, pelo menos na edição de Lisboa, não é verdade. A Norte sabemos como as coisas funcionam, mas aqui no Sul não é bem assim. É óbvio que o dono do jornal é quem nós sabemos, que quem comenta as arbitragens é o idiota do Coroado, mas a minha opinião sobre O Jogo era bem pior do que aquela com que fiquei agora, especialmente pela qualidade dos artigos: são bons, bem redigidos, tendo fotografias com qualidade. Continuo a achar o jornal muito sombrio e as poucas cores que tem, são muito monótonas. O site continua pré-histórico. O problema são mesmo as edições no norte do país, onde podemos ver exemplos como o de acima.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Este sim, é o verdadeiro Jesus!


Na mota de um motocard da Amadora

quarta-feira, 1 de abril de 2009

1 de Abril


O jornal A BOLA é especialista nestas coisas do dia 1 de Abril. Olhem bem para esta capa e descubram quantas mentiras são aqui ditas. Não há prémio para o vencedor.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Tristeza

Podemos não gostar do jogador Nuno Gomes, mas a capa de hoje do jornal ABOLA é uma vergonha! Eu pessoalmente sinto-a como um ataque ao próprio Benfica, através da pessoa do seu capitão...
A nossa forma de responder, e o que eu pretendo com este post, é promover um boicote a este pasquim!

Revoltem-se Benfiquistas...Estão a gozar connosco!
PS: Hoje vamos vencer e convencer.
PPS: Cardozo molha a sopa outra vez.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Já viram...

...as capas de hoje dos principais desportivos do País?

Pois é...Quase que parece que ontem o Porto do "Ambicioso" Jesualdo não saíu pela porta dos fundos da Liga dos Campeões e que o Hélton não deu um frango monumental.

Quase que parece também que não houve novidades significativas no A(pito) Dourado...

ABola dá destaque à duvida de Fernando Santos sobre Derlei ou Nuno Gomes, o Record fala de diamantes e OJogo diz que Luisão vai ser titular em Londres. Tudo noticias fantásticas...Deixo aqui a pergunta: E se o Porto tivesse ganho? E se a retranquice do Jesualdinho tem resultado? Se o Valentim não tem sido indiciado de 27 (!) crimes de corrupção desportiva? Como seriam as capas de hoje?

Saudações Encarnadas... ;)