
Sem collants, que agora até pretexto para capas de jornal são, o Benfica conseguiu uma vitória extremamente importante que lhe garante a passagem à próxima fase da Liga Europa como 1º classificado, evitando desde já os 1ºs dos outros grupos e os quatro melhores terceiros da Liga dos Campeões, tudo isto a uma jornada do fim. Com isto, posso considerar que a prestação da equipa na fase de grupos foi muito boa, conseguindo dar resposta às exigências de uma prova que é bem mais dura do que aquilo que se diz ou parece.
E considero-me ainda mais satisfeito pois o Benfica, hoje, venceu além do BATE, o frio que se sentia na Bielorrússia e uma possível desmotivação pela ausência de vitórias nos últimos dois jogos. Nos últimos jogos europeus realizados em casa por esta equipa de leste, equipas como Anderlecht, Levski Sofia, APOEL, Juventus e Steaua Bucareste não conseguiram ganhar, sendo portanto absurdo pedir mais uma goleada. Aliás, como Jesus disse esta semana, "absurdo" era o Benfica das primeiras jornadas!
O que também me deixa sobejamente satisfeito é o facto de o Benfica conseguir fazer a rotação do plantel sem grande perda de qualidade. Hoje, Júlio César (que esteve hesitante, é certo), Miguel Vítor, a tranquilidade em campo, Fábio Coentrão, em grande nível, e Felipe Menezes, enorme surpresa, renderam respectivamente Quim, Sidnei, Di Maria e Pablo Aimar. A época espera-se longa, com muitos jogos, entre os quais os das fases mais avançadas da Liga Europa, espero, pelo que é importante saber que há soluções de valor no banco e até na bancada.
Quanto ao jogo em si, o Benfica foi superior aos bielorrussos, que ao contrário do que se diz, não são um grupo de amigos que se juntam aos domingos para dar uns toques. Na primeira parte, que até foi bem equilibrada, o Benfica teve algumas oportunidades de golo, nomeadamente por Cardozo, mas a melhor chance foi a bola na barra de Krivets. O Benfica viveu muito da inspiração de Fábio Coentrão e da capacidade de segurar jogo a meio-campo por Javi Garcia. No segundo tempo, que iniciou praticamente com o golo encarnado, o Benfica foi claramente melhor até aos vinte minutos finais, com boas exibições dos já mencionados Fábio Coentrão e Javi Garcia, mas também de Felipe Menezes, Miguel Vítor, apesar do auto-golo completamente involuntário e sem hipótese, e também de César Peixoto.
A próxima jornada da Liga Europa joga-se na Luz, frente ao AEK de Atenas. Será um bom jogo para dar minutos a jogadores menos utilizados como Sidnei, Miguel Vítor, Shaffer, Menezes, Urreta, Weldon e Nuno Gomes, especialmente porque 72 horas depois (3 dias), há jogo grande com o Porto. Entretanto, no próximo fim-de-semana, o Benfica recebe a Académica, num jogo para o qual tenho grandes expectativas para ver como os jogadores encaram a partida, frente a um adversário bem organizado (ou não fosse o treinador Villas-Boas) e que venceu na Luz nas duas últimas temporadas (0-3 e 0-1). Sendo o Benfica claramente mais forte, tenho algumas reservas quanto a este jogo. Concentração máxima é exigida, se não queremos perder.
E considero-me ainda mais satisfeito pois o Benfica, hoje, venceu além do BATE, o frio que se sentia na Bielorrússia e uma possível desmotivação pela ausência de vitórias nos últimos dois jogos. Nos últimos jogos europeus realizados em casa por esta equipa de leste, equipas como Anderlecht, Levski Sofia, APOEL, Juventus e Steaua Bucareste não conseguiram ganhar, sendo portanto absurdo pedir mais uma goleada. Aliás, como Jesus disse esta semana, "absurdo" era o Benfica das primeiras jornadas!
O que também me deixa sobejamente satisfeito é o facto de o Benfica conseguir fazer a rotação do plantel sem grande perda de qualidade. Hoje, Júlio César (que esteve hesitante, é certo), Miguel Vítor, a tranquilidade em campo, Fábio Coentrão, em grande nível, e Felipe Menezes, enorme surpresa, renderam respectivamente Quim, Sidnei, Di Maria e Pablo Aimar. A época espera-se longa, com muitos jogos, entre os quais os das fases mais avançadas da Liga Europa, espero, pelo que é importante saber que há soluções de valor no banco e até na bancada.Quanto ao jogo em si, o Benfica foi superior aos bielorrussos, que ao contrário do que se diz, não são um grupo de amigos que se juntam aos domingos para dar uns toques. Na primeira parte, que até foi bem equilibrada, o Benfica teve algumas oportunidades de golo, nomeadamente por Cardozo, mas a melhor chance foi a bola na barra de Krivets. O Benfica viveu muito da inspiração de Fábio Coentrão e da capacidade de segurar jogo a meio-campo por Javi Garcia. No segundo tempo, que iniciou praticamente com o golo encarnado, o Benfica foi claramente melhor até aos vinte minutos finais, com boas exibições dos já mencionados Fábio Coentrão e Javi Garcia, mas também de Felipe Menezes, Miguel Vítor, apesar do auto-golo completamente involuntário e sem hipótese, e também de César Peixoto.
A próxima jornada da Liga Europa joga-se na Luz, frente ao AEK de Atenas. Será um bom jogo para dar minutos a jogadores menos utilizados como Sidnei, Miguel Vítor, Shaffer, Menezes, Urreta, Weldon e Nuno Gomes, especialmente porque 72 horas depois (3 dias), há jogo grande com o Porto. Entretanto, no próximo fim-de-semana, o Benfica recebe a Académica, num jogo para o qual tenho grandes expectativas para ver como os jogadores encaram a partida, frente a um adversário bem organizado (ou não fosse o treinador Villas-Boas) e que venceu na Luz nas duas últimas temporadas (0-3 e 0-1). Sendo o Benfica claramente mais forte, tenho algumas reservas quanto a este jogo. Concentração máxima é exigida, se não queremos perder.

















