sábado, 4 de maio de 2013
Um Benfica à Benfica!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Sport Lisboa e Benfica!
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Motivação
terça-feira, 9 de abril de 2013
Os ingleses, os ingleses...
sábado, 16 de março de 2013
Quem é o adversário do Benfica?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Grandes
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Leverkusen: mais difícil do que parece
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Actualidade do futebol
Olhanense 1-2 SLBenfica
Apenas com a entrada de 3 habituais titulares houve capacidade para virar o jogo, algo que diz muito sobre o trio que acompanhou Rodrigo no ataque.
Bruno César, Gaitán e Nolito precisam de ganhar ritmo e confiança, e nada mais que isso, porque a qualidade está lá.
Leverkussen vs SLBenfica
terça-feira, 3 de maio de 2011
Como jogarias na segunda mão da Liga Europa?
Depois de mais uma jornada deprimente, num campeonato já há muito decidido e onde as forças estão concentradas na Liga Europa, decidi não só armar-me em treinador de bancada, como convidar alguns amigos a fazer o mesmo. A finalidade é ganhar mais motivação e ter diversas opiniões e diferentes perspectivas. Por isso, quantas mais lermos, melhor.
Começando por mim, se fosse eu a preparar a equipa para o Braga, o esquema táctico seria o seguinte:

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Phant (Chama Gloriosa)
Sistema de jogo: 4-2-3-1;
Equipa: Roberto; Maxi, Luisão, Jardel, Fábio; Javi, César; Gaitán, Martins, Saviola; Cardozo;
Texto opcional: "Eu mantinha a estratégia que o Benfica tem tido nos jogos fora na Europa, bloco médio com atitude bastante pressionante em 2ªfase. Jogava com o César ao lado do Javi, Martins na direita e Nico na esquerda, Saviola e Cardozo na frente, com o argentino a poder baixar de vez em quando fazendo uma espécie de 4x2x3x1. Bloco compacto, arriscar pouco em posse e aproveitar os ataques rápidos. Não precisamos de ir lá jogar à maluca, vamos esperar pela iniciativa do Braga. Não lhes ceder a posse, procurar antes racionalizar a recuperação a partir da 2ª fase e dependendo da situação também na 1ª condicionar sempre muito a posse do Braga."
Redeagle 7
Sistema de jogo: 4-4-2 losango;
Equipa: Júlio César; Maxi, Luisão, Jardel, Fábio; Javi, Peixoto, Martins, Nico; Jara, Cardozo;
Texto opcional: "Acho que temos que ter à frente do Javi dois jogadores que saibam ter a posse de bola. Martins e César penso que são ideais. Não os queria em linha com o Javi mas sim mesmo à sua frente. Outro motivo é porque são dois jogadores aguerridos, cada um à sua maneira, temos que fechar bem o meio campo e tentar anular o viana que faz boas aberturas nas costas dos defesas. Nico atrás dos dois avançados com o Jara muitas vezes a recuar para o lado do Nico e os dois poderem aparecer nas costas do Cardozo."
Saviolafication
Sistema de jogo: 4-4-2 clássico;
Equipa: Roberto; Maxi, Luisão, Jardel, Coentrão; Javi, Peixoto, Jara, Gaitán; Saviola, Cardozo;
Texto opcional: "Javi e Peixoto juntos no meio campo, Gaitan e Jara bem abertos nas alas, talvez jogasse com eles trocados para as diagonais. A alternativa era por o Martins em vez do Peixoto, passávamos a jogar com um 10 mas acho muito ofensivo só ficar o Javi a segurar o meio campo."
Becken
Sistema de jogo: 4-2-1-3;
Equipa: Júlio César; Maxi, Luisão, Jardel, Fábio; Javi, Airton, Martins; Gaitán, Jara, Cardozo;
Texto opcional: "Reforçar o meio campo com o Airton para dar corpo à equipa. É uma presença importante nas bolas paradas, é certeiro no passe e pode fechar bem o meio campo com o Javi. Importante nem que seja para compensar subidas dos laterais."
Sculpture
Sistema de jogo: 4-4-2 diamante;
Equipa: Moreira; Maxi, Luisão, Jardel, Coentrão; Gaitán, Javi, Martins, Peixoto; Jara, Cardozo;
Texto opcional: (Descobri que perguntar coisas ao Sculpture à 00.30 não é algo sensato xD).
Sammer
Sistema de jogo: 4-4-2 diamante;
Equipa: Roberto; Maxi, Luisão, Jardel, Fábio; Javi, César, Martins, Nico; Saviola; Cardozo;
Texto opcional: "Quarteto defensivo habitual. Poderia haver uma troca de Jardel por Sidnei, mas Jardel tem estado bem. No meio campo, Javi Garcia com o apoio de César Peixoto. Peixoto terá um papel importante, pois ajudará Javi a fechar espaços centrais e ajudará Fábio nas tarefas defensivas, permitindo uma compensação das subidas de Fábio. Depois, o lado direito e o nº10. Não tenho dúvidas que serão aqueles dois nomes, e que até poderiam trocar de posição, por Martins jogar melhor ao meio. Apenas coloquei o Carlos na direita porque defende mais que Gaitan, ajudará melhor o Maxi Pereira e é melhor recuperador que Gaitán. Poderá perder-se alguma profundidade, mas ganhar-se-à capacidade de recuperação. Quanto ao Gaitan, teria a tarefa de servir tanto Saviola como Cardozo, fazendo o papel de 10. Poderá também ir aparecendo na esquerda, fazendo, a espaços, Saviola o papel de 10. Seria algo que ia mudando com o decorrer do jogo. Cardozo, será importantíssimo na estrutura de ambas as equipas. Porque estica a equipa do Benfica e não permite subir as linhas defensivas do Braga."
Trainmaniac (Chama Gloriosa)
Sistema de jogo: 4-2-3-1;
Equipa: Júlio César; Maxi, Luisão, Jardel, Fábio; Airton, César; Martins, Nico; Saviola; Jara;
Texto opcional: "Nos pressupostos em que baseio o meu plano de jogo, consta a suspensão de Aimar para o jogo de Braga, e ainda a iminência de Javi Garcia, Maxi Pereira e Carlos Martins falharem a possível final caso vejam amarelo neste jogo. Acho que esta meia-final tem de ser jogada a pensar já na final em todos os aspectos, e portanto o risco dos dois jogos deve ser repartido entre o jogo das meias-finais e o jogo da final. Considero que não faz muito sentido ir jogar uma final com demasiados elementos indisponíveis, pelo que há que fazer o máximo, dentro dos limites da razoabilidade, para que isso não aconteça."
Joase
Sistema de jogo: 4-4-2 diamante;
Equipa: Roberto; Maxi, Luisão; Jardel, Fábio; Javi; Martins, Peixoto, Nico; Saviola, Cardozo;
Texto opcional: "Tenho pena de não ter Aimar senão jogava com Aimar no lugar de Gaitan. Numa meia-final, na minha opinião, jogava com quem tem mais experiência. Faz muita falta neste tipo de jogos. A táctica é a nossa forma de jogar. É impossível ser de outra forma."
Sirgor
Sistema de jogo: 4-4-2 diamante;
Equipa: Júlio César; Maxi, Luisão, Jardel, Coentrão; Javi, Gaitán, Peixoto, Martins; Saviola, Cardozo;
Texto opcional: "Trocava o GR, já que Roberto pode não ter a estabilidade psicológica para enfrentar um ambiente onde falhou da última vez. Júlio César parece-me ter uma mente mais forte, não tem o mesmo potencial, mas num ambiente complicado, apostava na sua estabilidade emocional. A táctica não mudava, não é que não ache que o Benfica ficaria melhor servido de outra forma, acho é que é muito arriscado mudar tudo num jogo tão importante. Acho mais prudente e seguro mantermo-nos fiel à nossa forma de jogar habitual.
Hesitei entre colocar Airton ao lado de Javi, e tirar Martins, jogando Gaitán a "10", mas achei que isso poderia ser dizer ao Braga "temos medo de vocês"."
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Como pudemos verificar, a verdade é que não podemos ter todos a mesma opinião. Ainda gostaria de ler mais perspectivas, por isso convido o leitor e restantes colegas do nosso blog, a deixarem também a sua, sendo que aquilo que realmente importa é que o Jesus acerte com a táctica. Ele lá saberá melhor que todos nós.
Rumo a Dublin, Benfica!
domingo, 1 de maio de 2011
Vídeo do Mês - Maio 2011
Rumo a Dublin. Eu acardito.
sábado, 30 de abril de 2011
Isto é um sinal! ISTO É UM SINAL!
No dia 28 de Janeiro de 2006, um Benfica claramente superior e com seis pontos de vantagem sobre o Sporting recebia os leões na Luz. Derrota surpreendente por 1-3. No dia seguinte nevou em Lisboa pela primeira vez em 52 anos, sinal de que algo surpreendente estaria para acontecer. E aconteceu. Um Benfica com muito mais recursos acabou por sucumbir na tabela classificativa e deixou-se ultrapassar pelo Sporting, tendo acabado o campeonato a lutar com o Braga pelo terceiro lugar.No dia 28 de Abril de 2011, o Benfica derrotou o Braga na primeira mão das meias-finais da Liga Europa. No dia seguinte caiu granizo em Lisboa. Meus amigos, isto é um sinal de que algo surpreendente está para acontecer. E atendendo a quem vai estar na final, eu digo que dia 18 de Maio, vamos fazer História. Isto é um sinal.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Dos fracos não reza a história

É verdade que o porto está num bom momento de forma, como nós estivemos em Janeiro e em Fevereiro, numa altura que, curiosamente, eles não jogavam um crl e até foram empurrados com muitas arbitragens.
Agora, campeões e ainda por cima vencendo o Maior na taça, é claro que estão de peito feito e com a moral em alta. Por isso, não me espanta que estejam num bom momento, enquanto nós nos arrastamos no campo. Não somos só nós, adeptos, que estamos doridos. Muitos dos nossos Guerreiros também estão. Quer se queira, quer não, os índices de motivação são muito importantes e decisivos no desporto.
Só conheço uma forma de se mudar isto. É acreditar e unirmos a massa adepta. Acreditar nos nossos incondicionalmente para que realmente sintam mais confiança e mais vontade em vencer. Após o fantástico jogo na Luz, frente ao psv, Fábio Coentrão, quando confrontado com a pergunta relativamente à força e à velocidade que emprega durante os 90 minutos de todas as partidas que joga, disse: "Metade desta força devo-a aos adeptos do Benfica e agradeço-lhes por todo o apoio."
E união para que, neste momento difícil que estamos a passar devido às marcas deixadas pelos jogos frente ao porto, tenhamos também nós forças, para nos unirmos, tenhamos fé, para não abandonarmos o barco. Tal e qual como deveria ser no casamento, ou seja, nos bons e nos maus momentos, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, até que a morte nos separe. Até porque isso de sofrer por antecipação não me cabe na cabeça.
Vamos ter pensamento positivo, vamos eliminar o braga e não temer o porto. E, numa final, tudo pode acontecer. Em muitas finais que já assisti, nem sempre as equipas em melhor momento venceram. Certamente que todos se recordam de finais onde apostaram na equipa que perdeu. Uma final é uma final e, se lá chegarmos como acredito que chegaremos, temos que a vencer. Está tão perto, falta tão pouco, só mais um esforço.
Sem medos, temos que ser nós adeptos os primeiros a mudar a atitude de receio frente ao porto. Como o ano passado disse um amigo meu, temos que "reagir como os grandes, e não chorar como os pequenos".
Em pequeno celebrei um compromisso com o Benfica. Eu não o abandono por nada. Demasiado fiel para deixar de acarditar, rumo a Dublin, ninguém nos irá parar e o último a rir é aquele que se ri melhor!
Ps. Aconselho a lerem este belo texto que me deixou de lágrimas nos olhos: http://veultras.blogspot.com/2011/04/carta.html
Mais perto de Dublin
Tão perto e ainda tão longe, o Benfica está a um pequeno grande passo de marcar presença na final de dia 18 de Maio em Dublin. A vitória frente ao Braga abre boas perspectivas, mas analisando a campanha que os bracarenses têm feito, nada pode ser dado como garantido. A apenas 90 minutos do sonho, o Benfica terá de saber ser inteligente e matreiro para segurar a vantagem de 2-1 obtida em casa, à semelhança do que aconteceu com o PSG e com o Stuttgart. Se é verdade que, como diz Jesus, que é difícil, quase impossível, impedir que o Benfica marque golos, não é menos verdade que é fácil marcar golos ao Benfica. Este foi o décimo quinto jogo consecutivo em que o Benfica sofreu golos. Por toda esta bipolaridade estamos tão perto e tão longe, simultaneamente.Poderia estar aqui a tecer loas à exibição do Benfica, ao facto de o Braga se ter aproximado da baliza de Roberto por raras vezes, mas o que vimos na Luz, é importante não esquecer, foi apenas a primeira parte. Ainda faltam noventa minutos para alcançar a tão desejada final. E se o resultado é o mesmo que nos abriu as portas dos oitavos e quartos-de-final, é ao mesmo tempo o mesmo que nos fechou a porta da final de 94.
Nas duas últimas deslocações a Braga foi o que se viu. Dois roubos de igreja, o primeiro da autoria de Jorge Sousa, com um golo mal anulado a Luisão, o segundo com Carlos Xistra, a expulsar Javi Garcia. A única certeza que tenho é a de que temos de preparar este jogo como se de um encontro para o campeonato se tratasse, pois na UEFA os "acidentes" e os azares também acontecem. Basta ver que há um clube que é sistematicamente beneficiado nos seus jogos. Basta ver que as equipas francesas, com a marca Platini, têm sido escandalosamente ajudadas. Não dêem nada por garantido, preparem este jogo com a maior das exigências e o máximo profissionalismo.
Estamos indubitavelmente mais perto de Dublin do que há 90 minutos. E sabemos que temos de fazer mais do que fizemos nas duas últimas deslocações ao terreno do rival. Custa acreditar, mas precisamos de fazer o mesmo que Quique, com Moreira e Urreta em grande plano, fizeram a Jesus. Faltam noventa minutos. Precisamos de ser Benfica.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Desde o Rio de Janeiro
Mister, eu dou a táctica
Com Nico Gaitán, Carlos Martins e César Peixoto disponíveis ou sem Carlos Martins:
Com todos os disponíveis, excepção feita a Salvio e Amorim, claro, a minha opção seria entrar em campo com o onze base da época mas com Peixoto no lugar de Salvio, com o português a deslocar-se para o lado esquerdo do meio-campo, que até é a sua posição natural. Gaitán jogaria pela direita, corredor que não lhe é estranho uma vez que jogara aí várias vezes no Boca Juniors, sendo que também neste ano já passou por ali, nomeadamente no jogo em casa com o Stuttgart. Este seria o onze mais equilibrado que permitiria manter a toada ofensiva, preservar posse de bola a meio-campo com Aimar e Peixoto, e ainda ter um apoio a Coentrão (o próprio Peixoto) na marcação a Alan, jogador mais perigoso do Braga.Com Nico Gaitán e Carlos Martins, mas sem César Peixoto:
A ideia acaba por ser a mesma do onze acima, mas com Gaitán de volta ao corredor esquerdo e com Martins pela direita, mas sempre com a função de cair para a zona central. Não permitiria a mesma capacidade de segurar o jogo mas o Benfica, apesar de perder algo em termos defensivos, ganharia poder de fogo de meia distância.Com Carlos Martins e César Peixoto, mas sem Nico Gaitán:
Sem Gaitán, a juntar à ausência de Salvio, um Benfica com Martins e Peixoto sobre as alas perderia muita profundidade ofensiva. Não teríamos capacidade para chegar à linha de fundo. E sendo o nosso melhor defesa esquerdo simultaneamente o nosso melhor médio esquerdo, arriscaria colocar Fábio Coentrão no meio-campo recuando Peixoto para defesa. Não perderíamos muito em termos defensivos porque com as rotinas que Coentrão ganhou, saberia ajudar Peixoto na difícil tarefa de marcar Alan.Com César Peixoto, mas sem Nico Gaitán e Carlos Martins:
Na ausência de Gaitán e Martins, o Benfica perderia aqueles que têm sido, habitualmente, o médio esquerdo e o médio direito (quando Salvio não está presente). Estes dois rombos nas "asas" do Benfia deveriam, a meu ver, pela falta de soluções de qualidade no banco, fazer com que o Benfica adoptasse um sistema mais próximo do 4x2x3x1, onde Jara na ala esquerda pudesse atacar com mais liberdade sendo que Peixoto dobraria Coentrão sempre que necessário e Saviola mais descaído para a direita tivesse o apoio de Pablo Aimar. Defensivamente não perderíamos muito uma vez que o meio-campo estaria reforçado com mais um elemento.Com Carlos Martins, mas sem Nico Gaitán e César Peixoto:
Mantendo um jogador que pode dar suporte defensivo ao meio-campo (Carlos Martins), as preocupações do Benfica em termos de constituição da equipa viram-se para o lado esquerdo. Com Coentrão mas sem médio esquerdo, a dúvida passaria por colocar Carole na defesa e subir Fábio ou manter o português na defesa e avançar com Jara. Optaria pela segunda hipótese uma vez que Jara rende mais pela esquerda que pela direita, apesar de não ser um jogador muito útil no meio-campo, e porque Carole poderia tremer numa estreia europeia, logo numa meia-final e precisamente com o melhor jogador do adversário pela frente.Com Nico Gaitán mas sem Carlos Martins e César Peixoto:
Aqui o problema é precisamente o oposto. À esquerda tudo bem, mas à direita as coisas complicam-se. Colocar Jara seria uma irresponsabilidade, uma vez que um meio-campo com Aimar, Jara e Gaitán não tem capacidade defensiva, sendo que o camisola "11" esteve manifestamente mal nos dois jogos que fez pela direita (Beira-Mar e Porto). Menezes não tem qualidade para jogar no Benfica, por isso seria Airton o escolhido, ele que daria muita força e muito músculo ao meio-campo. Com isto, para ajudar o lado direito do meio-campo a construir jogo, Saviola seria deslocado mais para trás, contando com a ajudar de Pablo Aimar.Sem Nico Gaitán, Carlos Martins e César Peixoto:
Cenário que tem tanto de improvável como de grave. Sem os três centrocampistas, o Benfica vê-se obrigado a recorrer a Airton e Jara, o primeiro para segurar o meio-campo com Javi e o segundo para "fazer de Gaitán" pela esquerda do meio-campo. Saviola recuaria para ajudar na construção de jogo à direita. Outra hipótese seria atrasar Airton para defesa direito e fazer subir Maxi para o meio-campo, voltando ao 4x4x2 losango.quarta-feira, 27 de abril de 2011
28 de Abril de 2011
Por Ti - Benfica
Por Ele - Cosme Damião
Por Nós - Todos os Benfiquistas
Por Vós - Jogadores
Por Eles - Todos os que ajudaram a escrever a nossa história a letras de ouro
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Pede-se Luz cheia
A Luz a meio-gás que se viu contra o Porto, por duas vezes, ou contra o Schalke não pode de forma alguma voltar a repetir-se. E ao que sei a venda de bilhetes está a ser tão fraca que, e podendo enganar-me, quarta-feira de manhã lá estarei para levantar uns bilhetes grátis. Uma Luz vazia é meio caminho andado para a derrota. O que pensarão os nossos jogadores quando virem um estádio tristonho?
Pede-se Luz cheia. Peço eu, os dirigentes lá saberão por que raio foram colocados aqueles preços. Já vimos por mais de uma vez que com 60 mil somos muito mais fortes. Pelo Benfica, vamos a eles.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Somos dirigidos por um bando de chulos
Somos dirigidos por um bando de chulos. Gente que após derrotas com o Porto na Luz que lhes dá o campeonato consegue ir para o camarote comer croquetes e rissóis, beber champagne, contar umas piadas e dormir uma bela noite de sono. Tudo isto enquanto o sócio que paga as quotas todos os meses, que gasta dinheiro nos bilhetes, gasolina para fazer dezenas ou centenas de quilómetros para ver o "maior de Portugal", que perde tempo, paciência e muito, muito dinheiro, fica lixado com "f" bem grande, sem conseguir pregar olho durante a noite.Vimos a pouca vergonha que foram os preços para o jogo contra o PSV. Nem se conseguiram vender 43 mil bilhetes, tiveram de dar mais de 20.000. Como se esta vergonha de dar bilhetes "à Braga" não nos bastasse, eis que os nossos queridos dirigentes chulos resolvem colocar bilhetes à venda para sócios normais como eu que têm lugar no terceiro anel, a um simpático preço de 25 euros. Muito obrigado. Agora vou ficar à espera da véspera para saber se compro ou se vou para a fila usufruir das borlas que dão a indivíduos que nunca vão aos jogos. Ah, e para não-sócios, o preço pode chegar aos 100 euros. Fabuloso. Gente sem noção do país em que vive. Uma meia-final de uma prova europeia não justifica estes preços num país à beira da ajuda externa. À beira não, ela já chegou. Ridículo. Haja fartura.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Fez-se História 17 anos depois
Quase duas décadas depois, o Benfica volta a marcar presença numa meia-final europeia. Foi tempo demais, foram demasiadas amarguras, foi um clube à beira da falência, foram épocas sem pisar solo europeu, foram os sete de Vigo. Foi. Passado. Hoje estamos de volta ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído. Mas a história poderia ter sido bem diferente. Enquanto toda a gente festeja a passagem às meias-finais (e ainda bem que o fazem), eu continuo preocupado com a falta de maturidade europeia. A primeira meia hora é o espelho da minha preocupação. Erros, erros e mais erros na abordagem ao jogo permitiram que o PSV se adiantasse no jogo e recuperasse a ilusão de poder passar. Inacreditável. E o problema é que esta situação, nos jogos fora, não é excepção mas sim regra. Felizmente o desfecho acabou por ser positivo para as nossas cores, com Luisão em destaque graças a mais um golo decisivo (já perdi a conta aos golos importantes do zagueirão) e com um grande jogo de um Ramires chamado... Peixoto.
São factos. E a forma suicida como o Benfica entrou em campo é o melhor exemplo do que digo. Bloco alto, ataque constante e em dois contra-ataques dois golos. No primeiro, Lens corre 40 metros sem nenhum adversário pela frente, mostrando que a defesa subida, na Europa, sobretudo com centrais lentos e sem compensação quando um lateral falha, não resulta. No segundo, após uma perda de bola a meio-campo, mais um golo sofrido, provando que o Benfica não consegue segurar a bola sem ser quando ataca à maluca. Meia hora que, fruto de uma abordagem patética de Jorge Jesus, poderia ter colocado o Benfica atrás do PSV na eliminatória. Felizmente há Luisão, o homem dos golos decisivos, que uma vez mais deu um balão de oxigénio ao Benfica, que acabou por marcar um golo merecido mas caído do céu aos trambolhões quando já passavam 3 minutos sobre a hora.Na segunda parte apareceu o Benfica adulto. O Benfica mais cauteloso, mais calculista, mais pragmático, mais italiano. Saber gerir e controlar o jogo foram as chaves do sucesso. E muito do sucesso do Benfica passou por conseguir gerir a posse de bola quando estava no ataque, graças ao patinho feio, ao mal amado da equipa, César Peixoto, que desafiou todas as leis da física e ganhou em força e em velocidade à defensiva holandesa, sendo atropelado e ganhando um penalty decisivo que sentenciou a eliminatória. Da marca dos 11 metros, Cardozo não perdoou. Até final foi apenas necessário fazer aquilo que não soubemos fazer (e que precisávamos) desde início: controlar sem perder noção do espaço na defesa. Tão simples e tão difícil.
Pena o infortúnio que foi a lesão de Salvio, que muito provavelmente o afastará dos relvados até meados de Maio. Dificilmente poderá voltar a jogar de águia ao peito, a não ser que haja uma recuperação milagrosa. Veremos...Agora segue-se Braga, o Braga dos cânticos insultuosos, das bolas de golfe, das agressões, das simulações, dos choradinhos, etc. Com árbitros estrangeiros, outro galo cantará. Espero sinceramente que aquela gente asquerosa seja esmagada pelo Benfica. Primeiro os leitoezinhos, depois... os porcalhões.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Ainda não estamos nas meias da Liga Europa
Liverpool 4-1 Benfica (2009/2010)
Olympiakos 5-1 Benfica (2008/2009)
Celtic 3-0 Benfica (2006/2007)
Stuttgart 3-0 Benfica (2004/2005)
Anderlecht 3-0 Benfica (2004/2005)
Por isso, os jogadores "não podem contar com o ovo no cú da galinha". Há que entrar em campo com seriedade e atitude vencedora, mas com as devidas cautelas de quem não precisa de correr atrás de um resultado fabuloso. Calculismo e pragmatismo acima de tudo. Como em Alvalade, em Stuttgart e no Dragão. Assim será mais fácil.



















