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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Os castigos a Cardozo e Matic

Cardozo e Matic foram expulsos no jogo com o Nacional da Madeira. O primeiro bem, uma vez que pontapeou um adversário, o segundo mal, visto não ter efectivamente agredido nem tentado uma agressão a Candeias. O que vai decidir a Liga relativamente a estes dois casos?

A situação de Cardozo é recorrente. É a sexta vez que é expulso ao serviço do Benfica, a quarta por vermelho directo. De todas as expulsões, metade foram mal avaliadas (Getafe em 2008, Braga em 2009 e Sporting em 2011), enquanto as outras três foram, a meu ver, correctamente ajuizadas (Porto em 2011, Setúbal em 2012 e Nacional no passado domingo). Feitas as contas, em seis anos em Portugal, é o segundo cartão vermelho directo que Cardozo vê em jogos do campeonato por agressão. Pode dizer-se que Tacuara é um jogador violento? Não me parece. Ainda para mais, neste caso específico, estava a ser provocado pelo adversário. Na minha opinião, Cardozo não merece mais que dois jogos de suspensão. O puxão de camisola a Pedro Proença é um gesto que não lhe fica bem, mas não é, nem aqui nem na Tailândia, uma agressão. Se ainda fosse uma cabeçada a um árbitro, como a que Belluschi deu a Duarte Gomes, isso sim, mas um agarrão de camisola? Não. Cardozo merece ser castigado por dois jogos e multado pela atitude que teve para com Proença (apesar de bem lá no fundo o meu desejo fosse que o paraguaio tivesse partido para cima do brilhantina e o tivesse deixado como deixa as defesas de Setúbal, Nacional e Sporting). Mais que isto seria excessivamente pesado para o nosso artilheiro.

O caso de Matic é bem mais simples. Não há agressão, nem consumada nem na forma tentada, logo só tem é de ver a penalização ser revogada. Nem sei onde está a dúvida.

P.S. Nota para o ar de filho da mãe de Proença na expulsão de Matic. Transpira ódio ao Benfica por todos os poros. Oxalá tenha um encontro com o Paulo Parreira um destes dias.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O homem a quem um dia foi dada a honra de arbitrar o jogo de inauguração do Estádio da Luz



Mas não desculpemos tudo com a Proençada da Choupana. O post anterior do JNF está completamente de acordo com o que o Benfica nos tem habituado.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Um bom exemplo para o futebol nacional


Só me lembro de ver este tipo de comportamento em Portugal por 3 vezes:

Lucílio Baptista após a final mais "famosa" da Taça da Liga

É bem provável que haja muitos mais casos, mas este três árbitros já cometaram erros gravíssimos em prejuízo do Sport Lisboa e Benfica e nunca os vi a clamarem mea culpa.

Convém também frizar que o sentido das auto-culpabilizações é apenas quando se prejudica aquele que é mais amigo do sistema.

(os casos que tiverem passado ao meu conhecimento são bem-vindos aos comentários)

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Duarte Gomes, o benfiquista

Todos os árbitros têm um clube, o seu clube, aquele pelo qual torceram e torcem desde pequenos. Desenganem-se os que pensam que os árbitros de futebol são pessoas isentas ao ponto de não simpatizarem com um clube. Aliás, nem é preciso não simpatizar. Dos homens que conhecem e que não simpatizam com nenhuma equipa em particular, quantos é que gostam de futebol? E quantos é que gostam de futebol ao ponto de se tornarem árbitros?

Parece-me óbvio que não é obrigatório dizerem quem apoiam, importa sim serem imparciais. Não me interessa se o árbitro X é do Benfica e Y é do Porto ou Z do Sporting, importo-me se são ou não isentos no exercício daquela actividade. Se conseguem? Isso já é outra história.

O problema, reforço, não está no clube que apoiam, está sim no que recebem por fora e nos que se vendem a troco de frutinha, café ou finais de grandes provas internacionais. No caso do benfiquista Duarte Gomes, não tenho a mais pequena dúvida do que se trata: incompetência. Já o tinha dito há uns anos, para mim, Duarte Gomes é puramente incompetente. A provar isso há erros crassos contra e favor do seu clube, o Benfica. Casos como o que se passou na Amadora em 2007, quando assinalou um penalty por cabeça na bola a favor do Benfica, ou como o penalty fantasma sobre Jardel na Luz, em prejuízo do Benfica, são ilustrativos do que falo. Duarte Gomes é, por isso, apenas e só um mau árbitro, não um corrupto. Nem sequer é mal intencionado, é simplesmente fraquinho, o que para o panorama do futebol português até é um elogio. Vendo autênticos prostitutos como Proença, que se vende para arbitrar grandes finais, ou Benquerença, que contam as más línguas europeias que... (vão pesquisar no Google, não posso ser eu a dizer tudo, não é?), Duarte Gomes é um santo. E tenta prejudicar todos por igual, algo que não se pode dizer de Xistra, por exemplo, um lagarto doente, ou Proença, que sofre de um síndrome descrito em Portugal e que se caracteriza por prejudicar quem gostamos para dar a ideia de que somos imparciais [a troco de sabe-se lá o quê].

O que me faz confusão, no meio disto tudo, e assumindo que Duarte Gomes é idoneamente limpo, é a forma como defende os colegas. Por que motivo? Sejamos sinceros connosco mesmos: todos sabemos que no meio daquela gente há uma percentagem considerável que se vende por dinheiro, mulheres ou currículo. Como consegue Duarte Gomes, no cargo que ocupa ou que ocupou como espécie de representante dos árbitros, defender todos os colegas? E por que motivo só pede desculpa pelos erros cometidos contra o Porto? E como aceita levar peitadas em série de jogadores do Porto sem os expulsar? É isto que não percebo.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Anda cá ó Proença...

Pouco me importa que este benfiquista (?) tenha representado o andebol do Sporting enquanto jovem. Se fossemos por aí, teríamos de ir visitar as piscinas de Alvalade para ver se certas pessoas andam por lá a fazer mergulho. De qualquer das formas, o que interessa é que o árbitro, seja ele quem for, seja responsável, isento e profissional, independentemente da cor clubística que tenha (porque têm, todos têm).

Todos vimos o que se passou na Luz no início de Março, naquele fatídico jogo contra o Porto. Sabemos igualmente que, em sete clássicos, julgo, o Benfica ainda não ganhou um que fosse apitado por este animal. Como se não bastasse prejudicar propositadamente o SL Benfica, facto que lhe valeu arbitrar a final da Champions League e de uma grande prova internacional, algo que não me lembro de ver acontecer na mesma época nem a Collina, Bussaca, Meier, Puhl ou outros grandes árbitros, ainda dispara atordoadas sobre a gestão do nosso clube. Tendo razão ou não (até tem), não importa para o caso, acho uma certa piada à vontade que o Proença tem de falar. Mas já que anda com a crista tão levantada (algo que uma cabeçada nos dentes costuma resolver), não quererá o senhor Proença falar de outros assuntos da nossa arbitragem, como aquela foto que temos ali no canto superior direito do blog ou os doces serviços que são ofertados às equipas de arbitragem? Já que o homem gosta tanto de falar, porque motivo não lhe perguntam isso?

P.S. Senhor Luisão, veja lá essa coisa de elogiar esta besta e andar aos abraços com o Bruno Alves. Também o senhor já leva dez anos de Benfica e é com pesar que verifico, ano após ano, que não sabe o que este clube é nem os valores que defende.

domingo, 13 de maio de 2012

Pedro Proença na final da Champions

Não. Não é brincadeira da nossa parte. A RTP avança que Pedro Proença é o árbitro escolhido para apitar a final da UEFA Champions League. Depois do servicinho feito em Fevereiro último, quando numa arbitragem habilidosa recolocou o Porto no rumo para a conquista do bicampeonato, apostei com uns amigos que iria ter a devida recompensa: arbitrar as meias ou a final do Europeu. Parece que o prémio chegou mais cedo, a final da maior prova de clubes do velho continente é dele. Não há almoços grátis. E nestes meios de podridão, há recompensas fabulosas.

E depois ainda se sentem ofendidos quando digo que estes merdas deviam aparecer mortos nas lagoas do interior do país.

sábado, 10 de março de 2012

Trilogia Proença

Uma semana depois, ainda não consegui esquecer. Provavelmente nunca esquecerei. O que Pedro Proença fez na Luz foi o terceiro episódio de um conjunto de exibições desastrosas contra o Benfica. E escrevo este post uma semana depois por uma razão muito simples: é importante que os benfiquistas não deixem cair no esquecimento o que este senhor já tentou e já fez contra o Benfica.

7 de Maio de 2005 - Penafiel 1-0 Benfica: O Benfica deslocava-se ao Estádio 25 de Abril na 32ª jornada da Superliga com 3 pontos de vantagem sobre o segundo classificado, o Sporting. Estávamos na recta final do campeonato e o conjunto liderado por Giovanni Trapattoni debatia-se com algumas dificuldades físicas: privados de Nuno Gomes, Luisão e Manuel Fernandes (e com Simão muito debilitado), a deslocação à casa dos durienses não se adivinhava fácil. Mais difícil se tornou quando Pedro Proença, que nesse mesmo campeonato tinha roubado descaradamente o Benfica em casa contra o Sporting no primeiro derby do novo Estádio da Luz, fechou os olhos a três claros cometidos por jogadores dos rubro-e-negros. Três penalties claríssimos, evidentes e óbvios. Proença fingiu que não viu. O Benfica saiu derrotado de Penafiel por 1-0 e foi ultrapassado pelo Sporting. Apesar de tudo, acabou por se sagrar campeão fruto de um jogo memorável contra os rivais de Alvalade na semana seguinte.

8 de Fevereiro de 2009 - Porto 1-1 Benfica: Liderados por Quique Flores, os jogadores do Benfica não praticavam um futebol vistoso, longe disso. A qualidade do espectáculo era muitas vezes deprimente. Mas iam ganhando. Só não ganhavam mais vezes porque não deixavam. Foi assim com o Setúbal na Luz, assim foi com o Nacional igualmente em nossa e casa e também com o Porto no Dragão. Na segunda jornada da segunda volta, o Benfica deslocou-se ao Dragão sabendo que a vitória o deixaria isolado no topo da tabela. Yebda colocou o Benfica na liderança, mas um penalty inventado por Proença por pretensa falta do argelino sobre Lisandro deu o empate e a liderança do campeonato aos azuis-e-brancos.

2 de Março de 2012 - Benfica 2-3 Porto: O que todos vimos e sabemos. O Benfica não vinha num bom momento, mas com um árbitro minimamente imparcial teria ganho o jogo. O Porto marca dois golos na sequência de lances irregulares e Proença ainda expulsa Emerson de forma abjecta. Dualidade de critérios gritante, permitiu que Janko fizesse mais de 6 faltas sem ver um único cartão, lesionado Garay pelo caminho.

Sempre que é preciso encostar o Benfica na corrida pelo título, chama-se o Proença. Ou o Xistra. Ou o Benquerença. É preciso que camelos como estes deixem de arbitrar os nossos jogos. Corruptos ou mal intencionados, não podem entrar no mesmo campo que o Benfica. Não são tão incompetentes quanto parecem.

sábado, 3 de março de 2012

O Artista

Jean Dujardin deu vida à personagem criada por Michel Hazanavicius em O Artista, grande vencedor da 84ª edição dos Oscars. Pedro Proença reinterpretou na perfeição o papel de Artista. Duvido que seja apenas medo intrínseco ou necessidade de agradar ao Papa. Proença tem um Europeu para arbitrar e sabe a que campainhas tocar para as portas se abrirem. Não me surpreenderia se visse este artista a apitar uma das meias-finais. A atitude em campo não deixou margem para dúvidas. A forma como permitiu que Janko fizesse 6 faltas (e outras que ficaram por apitar) sem ver amarelo, a forma como protestou com Miguel Vítor poucos minutos depois da entrada em campo do internacional sub-21, o fechar de olhos ao lance de Witsel que antecede o 2-2, a dualidade de critérios gritante, o golo de Maicon em fora-de-jogo... inacreditável. E para culminar esta bela exibição, a expulsão de Emerson é algo surreal. Vê o primeiro amarelo por dar a bola a Moutinho. Acho engraçado que quando há falta, um jogador da equipa infractora costuma pegar na bola, andar uns metros e atirá-la alta para o adversário. Não acontece nada. Emerson deu-a a Moutinho rapidamente, nem a chutou para longe e vê amarelo. O segundo amarelo surge numa falta em que Emerson toca primeiro na bola. Tem piada porque, observando o critério de Proença durante todo o jogo, aquela falta nunca seria motivo para amarelo. Então porque foi Emerson amarelado? Fácil, fácil, fácil.

Parabéns a Pedro Proença por decidir o campeonato português. Infelizmente é uma sensação de déjà vu.

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Futebol

O futebol é fair play, o futebol é desportivismo, o futebol é competitividade, o futebol é paixão. Quem acredita nisto é tolinho. Tudo o que disse é o que o futebol deveria ser mas não é. Futebol é imundice, futebol é nojeira, futebol é sujidade, corrupção e crime. É o que é e equanto algumas pessoas por lá continuarem não vai ser diferente.

O que vou dizer a seguir vai causar em alguns de vós uma sensação de espanto, mas se não o dissesse seria hipócrita. Se Pedro Proença fosse barbaramente assassinado, não teria pena nenhuma e possivelmente sentiria nesse acto uma vingança que poderia trazer alguma satisfação. Desculpem lá, mas enchi o saco. Não tenho paciência para alguns falsos moralismos ou virgens ofendidas. Morre Pedro Proença, porco de merda.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Como é que isto se chama... ah... andor!

imagem gentilmente "cedida" pelo Antitripa

Há lances e lances, uns a 40 metros, outros nas barbas dos árbitros e este lance deu a vitória de Braga em casa frente ao Marítimo. Que palavra é que Rui Moreira utilizaria para descrever esta situação? É que desta vez a desculpa "não vi, estava a olhar para o chão" não serve. Já deu para ver a quantidade obscena de jogos que o Sporting de Braga, clube travestido, foi beneficiado este campeonato, esperemos para ver como vai ser na próxima jornada. E já começam, em coro a entoar aquele famoso cântico destinado ao maior clube deste país. Uma implosãozinha na pedreira, durante um jogo até era engraçada. Ou um sismo, vá.

P.S. E o golo do Djalma, hein?

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Pedro Proença

2 - Pedro Proença: Ui, este artista. Adoro-o. Aquela brilhantina no cabelo dá um ar sério a este sócio do Benfica. Com as quotas em dia, pelos vistos. Roubar o seu clube do coração é um hábito compulsivo. No ano passado com o Porto naquele mergulhão do Lisandro, com o Boavista e Penafiel há uns anos, enfim, com este nenhum benfiquista pode. Se fosse nomeado, os benfiquistas queixavam-se, com razão, de serem constantemente roubados por este senhor e os sportinguistas diriam que ele é sócio do SLB. Também não deverá ser o nomeado.

Mas foi. E isto promete. Vai ser o terceiro derby em que joga o Benfica que arbitra. Nos dois anteriores expulsou dois jogadores do nosso clube (Ricardo Rocha e Miguel) e ainda conseguiu, em dois jogos, note-se, assinalar três grandes penalidades contra o Benfica, sendo uma delas duvidosa e as outras duas inexistentes (a de Silva em 2003/2004, e a de Lisandro, na época passada).

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Observador - com o olho do c* (a completar pelo leitor)

Começa a ser um hábito. Por mim, já devia fazer parte do programa de História e Geografia de Portugal no 2º ciclo. Quando o Benfica joga naquele estádio, o mais certo é ser altamente prejudicado. Felizmente, não há regra sem excepção. Desta vez o Benfica foi altamente beneficiado pela arbitragem de Pedro Proença, esse exemplo de isenção, especialmente quando arbitra o Benfica. Fomos ajudados pela equipa de arbitragem no Dragão, não haja dúvida. Yebda, por mim, devia ter ido para a rua e ainda por cima o Suazo tenta agredir com a sua coxa os pitons de Bruno Alves.

No lance da suposta grande penalidade, acho que Reyes faz mesmo falta sobre Lucho. Qualquer pessoa vê que o impacto é tão forte e tão intencional que é falta passível de grande penalidade. Por tudo isto, tenho mesmo de concordar com a nota dada pelo observador a Pedro Proença: 2,4, por prejudicar o FC Porto.

P.S. Agora, um bocadinho mais a sério, acho graça ver a coerência dos andrades: o penalty que Suazo sofreu no Restelo não existe e a falta de Reyes sobre Lucho existe? Ou são os dois ou não é nenhum!

P.S. 2 - Miguel Sousa Tavares escreve hoje n' ABOLA que "Se Proença fosse sócio do FC Porto, o que não diriam!". Não é preciso dizer nada caro Miguel. Sócios do Benfica ou do Porto a arbitrar é normal que errem sempre. Não é normal é que errem sempre para o mesmo lado.