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sábado, 28 de julho de 2012

Um castigo absurdo

O castigo imposto a Luís Filipe Vieira na sequência das declarações efectuadas em Novembro último aquando do derby entre Benfica e Sporting, que terminou com vitória dos encarnados por 1-0, é uma autêntica aberração. A fazer fé na notícia do jornal Record, não se compreende qual o motivo pelo qual o presidente do Benfica foi alvo desta sanção. Vieira, segundo o diário desportivo, utilizou frases como “Devias ter vergonha”, “Era para isto que vocês queriam controlar tudo”, “Era para isto que queriam que a gente controlasse a arbitragem”, “Foste tu que me disseste que tínhamos que controlar tudo” e “Não me faças falar, não me obrigues a pôr a boca no trombone” em diálogo aceso com Luís Duque, administrador da SAD do Sporting. Alguém consegue compreender o motivo do castigo? E por onde anda a famosa cassette que o Sporting ameaçou que tinha e que, afinal de contas, está perdida? Esta forma de acusação, sem prova, não merece também sanção por parte dos membros do Conselho Disciplinar da Liga?

Esta é só mais uma decisão do CD da Liga contra o Benfica. Nos últimos derbies contra o Sporting assistiram-se a cenas bem mais lamentáveis, como a carga sobre a polícia efectuada por membros de uma claque leonina ou o incêndio ateado nas bancadas da Luz seguido de agressão aos bombeiros que o tentaram apagar. Situações essas que passaram praticamente ao lado para Conselho de Disciplina, que multou o Sporting em quantias absurdas como 1500 ou 2000 euros, o mesmo montante com que costuma multar o Benfica em TODOS os jogos, em casa e fora, por "comportamento incorrecto dos seus adeptos", essa expressão tão vaga e que nada especifica.

domingo, 22 de abril de 2012

Adeptos do Porto no sector dos No Name

Os benfiquistas que preferiram ir à Luz, em detrimento de ficar no sofá a assistir ao clássico espanhol, puderam testemunhar mais uma demonstração de desagrado por parte dos adeptos benfiquistas (ou vão continuar a tentar fazer dos outros parvos e dizer que eram adeptos do Porto disfarçados?), que entoaram cânticos de ordem contra Luís Filipe Vieira. Para além de ser mandado para a verga, o senhor presidente ainda teve de ouvir que o Benfica não era dele. Esperem. Eu disse "teve de ouvir"? Não teve, simplesmente não compareceu ao jogo. Nem ele nem as tarjas que proibiu de entrar na Luz. Será que as claques, outrora tão bem vistas e tão apoiadas por alguns bloggers, passarão a receber um tratamento (in)diferente? Aguardo para ler opiniões, isto, claro, se tiverem a decência de aparecer e dizerem o que pensam, porque se não quiserem, podem simplesmente faezr como o senhor presidente.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Diabos Vermelhos não vão à Feira

Os Diabos Vermelhos (ler o comunicado) tomaram uma atitude corajosa mas inconsequente. Corajosa porque amando o clube como amam, deixar de ir ao estádio para apoiar a equipa custará a muitos deles eventualmente mais do que os 25 euros pedidos pelo Feirense. Inconsequente por outro lado porque quem manda e vai continuar a mandar nesta brincadeira do preço dos bilhetes são os clubes. Esta conversa tem mais de 15 anos e acaba por ficar invariavelmente em águas de bacalhau. Têm dúvidas? Há anos que isto é assim. O preço dos bilhetes tem de ser regulado (eu disse regulado, não disse "imposto") por uma entidade externa, neste caso a Liga de Clubes.

Quanto ao comunicado em si, apenas mais um pequeno apontamento: os Diabos têm toda a razão em fazer este comunicado e este protesto, dando como exemplo uma situação que já foi aqui discutida neste blog (ver aqui). Infelizmente trata-se de uma batalha hercúlea que estamos a travar e que dificilmente terá o desfecho que os adeptos desejam.

A propósito, se estão encandalizados com estes preços, relembro-vos estes.

P.S. Entretanto o Sporting fez um musical, o primeiro de uma equipa de futebol em Portugal. Já sabem: mais um título.

domingo, 15 de maio de 2011

No Name insultam Vieira

Já aqui disse, por mais de uma vez, que não sou a favor das claques no desporto, algo que não se relaciona com as do Sport Lisboa e Benfica, mas sim devido aos fenómenos que todos conhecemos desde a década de 80. No entanto, sei reconhecer o brilhante apoio que os No Name têm dado aos jogadores dentro de campo e sobretudo elogio o facto de se terem contido após as provocações de que fomos alvo quando jogámos no Porto e arredores.

Os mesmos que, em tempos idos, tinham um pano gigante com a cara do nosso presidente no topo sul, insultaram-no durante o Benfica x Leiria da última jornada do campeonato. O desespero e a descrença em quem comanda o Benfica, que aprendeu tudo a afundar um clube em negociatas, que negociou com o Porto, clube do qual foi sócio durante anos e anos, é compreensível. Da mesma forma que não insulto os jogadores do Benfica no estádio, também não insulto o presidente na nossa casa. Contudo, não posso deixar de concordar, nem irei muito menos condenar a atitude dos No Name, que gastam tempo, dinheiro e paciência com o Sport Lisboa e Benfica. É bom ver que, finalmente, demonstram estar descontentes com o rumo do Benfica, mesmo que para isso tenha de se morder a mão quem, penso eu, os chegou a "alimentar". É a prova de benfiquismo que era necessária. E seria bom que alguns vieiristas percebessem que antes do seu amado presidente está o próprio Sport Lisboa e Benfica.

P.S. Coentrão e Nuno Gomes foram poupados. Não surpreende. Desta vez souberam escolher, apesar de estar a doer a muito boa gente.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como é possível?

Como? Como é possível? Depois do que todos vimos em Alvalade, como é possível que a Liga tenha multado o Benfica em 1650 € por comportamento incorrecto dos seus adeptos enquanto o Sporting se ficou pelos 1500€?

Então depois de tochas arremessadas em direcção a outros adeptos, depois de bolas de golfe atiradas para o relvado, depois dos petardos e de meia hora de carga policial e contra-carga por parte dos adeptos da claque, como é possível haver este tipo de sanções? E já agora, estando a Juve Leo supostamente identificada, como é que alguns não são detidos, como é o caso do líder Fernando Mendes, o Viagra fora de prazo? Haja vergonha.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Tudo por causa de uma caneta

Há coisas do outro mundo. Se na Luz, em dia de jogo de futebol, já não há revistas por parte dos agentes de segurança, no futsal há excesso de zelo que roça a estupidez. Sou a favor de que se façam revistas aos adeptos que se deslocam ao estádio ou ao pavilhão, é uma medida de segurança preventiva que deveria ser respeitada apesar de a larguíssima maioria dos adeptos não se deslocar para lá com o propósito de fazer mal ou magoar alguém. Agora imaginem o que se passou...

Ao sermos revistados, foi pedido que tirássemos tudo dos bolsos. Tudo bem, normal, numa Era em que as bolas de golf estão tão na moda, até percebo. Agora, apontar para uma pen drive e perguntar o que era aquilo com um ar desconfiado já roça a estupidez. Não contava é que quando o segurança viu que o meu pai levava uma... granada caneta, lhe fosse dizer que não poderia entrar porque a caneta era, e passo a citar, "um perigoso objecto de arremesso". Logo aí mostrei-lhe objectos perigosos que eu mesmo transportava, como as chaves de casa ou o telemóvel, mas a besta de segurança não se importou. Aquela caneta é que era perigosa, a malvada.

E assim foi, tive de levar a dita ao "bengaleiro", que nem o segurança idiota sabia bem onde era "é já ali, só virar ali". Léxico complicado como "direita", "esquerda" ou "ao fundo" não faziam parte do dicionário do idiota. Para quem não sabe, o bengaleiro é... a bilheteira. Fiquei hoje a saber. E foram tão prestáveis que colaram um post-it na dita caneta.

Quem esteve lá no pavilhão ficou a saber que objectos perigosos como caneta ou mesmo copos de plástico com cerveja não podem entrar, apesar de as ditas cervejas serem vendidas dentro do pavilhão, como os sempre perigosos Magnum's, esse gelado em forma de míssil. É assim, é a segurança que temos. Canetas, não! Tochas verdes arremessadas contra crianças no sector 7, sim! E lá virão os idiotas do costume dizer "ah, mas não matámos ninguém". Pois não, porque ainda não calhou, porque intenção não vos faltava, bando de filhos da puta. Depois querem que as famílias vão ver desporto. Ainda hoje vi o pai sair a fugir com os seus dois filhos pequenos. Não foi, redjan?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Um precedente grave. Ou não?

Na véspera da recepção à Naval, um grupo de adeptos benfiquistas, presumivelmente afecto aos No Name Boys, deslocou-se ao Caixa Futebol Campus para falar com Jorge Jesus sobre o que se estava e está a passar no clube, nomeadamente no que aos resultados e atitudes do treinador diz respeito. Compreendo o ponto de vista dos adeptos, querem sempre mais e melhor para o clube e acham que o rumo que estamos a tomar não é o correcto, daí a tentativa de dialogar com o treinador. Jesus acedeu e abriu as portas do CFC. Esteve bem o treinador? É uma faca de dois (le)gumes: por um lado quis deixar a imagem de que não é um déspota num pedestal e que aceita e compreende as críticas, aqui tiro o chapéu a Jesus; por outro lado abriu um precedente que pode ser grave se os adeptos não se voltarem a comportar da forma ordeira e correcta como fizeram desta vez.

Acho que os adeptos estiveram bem. Acho que Jesus fez bem. E acho que, em caso de os resultados voltarem a ser negativos, dificilmente ambas as partes poderão estar em bom plano.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Bilhetes para o Dragão

Há boicote! Agora já não há! Daqui a dez minutos se volta a fazer! Não, esperem mais um bocadinho! É nesta ambiguidade que vive o nosso Benfica. Não percebo , não entendo, não compreendo. É divulgado um conjunto de directivas em que se deixa bem expresso que o melhor que os adeptos têm a fazer é não se deslocarem aos jogos fora por sermos constantemente lesados económica e emocionalmente. Os bilhetes deixam de ser vendidos na Luz, o boicote vai a meio-gás e de repente... pedem bilhetes para o Dragão!

Qual o objectivo? Não sei. A brigada do croquete não deu o exemplo e continuou a fazer-se representar, o que deixou, seguramente, alguns benfiquistas indecisos mais inclinados para a opção de não seguirem o boicote. O Estádio dos Barreiros esteve cheio (o que nem era difícil, tal o pequeno número de lugares), em Faro estiveram doze mil e tal pessoas, agora no Dragão vai haver novamente uma mancha vermelha. Surgiu a ideia de que a compra dos bilhetes seria efectuada com o objectivo de nem serem postos à venda de forma a criar uma clareira no Dragão, ideia que até pareceu boa, como disse atempadamente. Mas não foi assim entendida por quem de direito.

Não apoio este boicote porque acho que o Benfica tem mais a perder com ele do que a ganhar, a começar no facto de menos apoio poder levar a piores resultados. Fico feliz por ver que vão estar adeptos encarnados no Dragão, só não entendo por que raio era preciso toda esta incoerência na gestão deste caso. E não sou só eu quem está desiludido com a gestão desta pasta, perguntem às Casas do Benfica como é que vêem toda esta situação.

Já agora, não menos importante, por que razão foram os Diabos Vermelhos impedidos de levar as tarjas de felicitações pelos aniversários do novo Estádio e de Cosme Damião? É que se foi o Benfica a impedir, por que não impedem os outros grupos? E se foi a Sporttv a fazê-lo por não ter gostado do que se passou no jogo da Taça com o Arouca... nem vou dizer mais, só de pensar nisso fico enojado.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Culpado é culpado, o resto é conversa

Sejam eles quem forem, de claques ou a exercerem cargos desportivos, os culpados são culpados e o lugar deles é atrás das grades a ver o sol aos quadradinhos. E antes que me esqueça, a justiça deve ser igual para todos, ou seja, se as escutas serviram para provar que alguns dos elementos dos No Name eram culpados, então também devem servir para prender certos e determinados "agentes desportivos". Sim, porque não é por serem benfiquistas que a justiça está acima deles, uma vez que se queremos ter autoridade para falar nessa matéria (e felizmente te-mo-la), "crimes de associação criminosa, tráfico de droga, posse de armas brancas e de guerra e outros ilícitos" devem ser penalizados com medidas céleres e óbvias. O resto é conversa.

sábado, 22 de maio de 2010

70 mil euros

Foi quanto custou a "brincadeira" das tochas e petardos na Luz frente ao Liverpool. A UEFA multou o Benfica em 70.000 euros, pena bem simpática para aquilo que poderia ter acontecido, a interdição do Estádio da Luz por alguns jogos europeus. Agora, claro, resta ao Benfica pagar a multa, já que do individuo da claque sabemos que não vem dinheiro nenhum. Nem será entregue pelos outros que viram e sabem quem causou tudo isto. Nem que as galinhas ganhassem dentes.

domingo, 2 de maio de 2010

De volta aos anos 80

Eu poderia escrever uma crónica sobre o jogo. Poderia faze-lo. Mas não vou. Há coisas muitíssimo mais importantes a relatar sobre o que se tem passado nos últimos dias e inclusive nos jogos de hoje.

Voltámos aos anos 80. Tempos onde o "vale-tudo menos arrancar olhos" era a lei naquela região do país governada por um grupo de mafiosos que controlam tudo, polícia incluída. No pré-jogo assistimos a tudo: vandalismo nas Casas do Benfica, especialmente as do norte do país, compra de bolas de golfe que acabariam por ser arremessadas durante o jogo, preparação de esperas nas estações de comboio por onde passassem os adeptos do Benfica, apedrejamentos ao autocarro onde a comitiva benfiquista se deslocava, declarações à la Pôncio Pilatos do líder do monte de esterco azul, desresponsabilizando-se por aquilo que ele mesmo preparou, num discurso onde ainda teve a brilhante ideia de incluir a polícia. Há mais? Há sim. Novos apedrejamentos ao Vermelhão que provocaram estilhaços que acabaram por atingir Pablo Aimar e Alan Kardec. Num país normal isto daria uma sanção grave, mas estamos num país onde tudo se compra, desde um guarda-redes do Paços de Ferreira, passando por um árbitro e terminando na classe mais asquerosa da sociedade, aquela que tem a faca e o queijo na mão, falo dos juízes, obviamente.

No jogo propriamente dito assisitmos a uma fiel cópia daquilo que se passou nos anos 80 e também nos 90. A intimidação foi notória, bolas de golfe arremessadas, isqueiros atirados a jogasdores encarnados, nem o próprio Jorge Jesus se livrou de uma agressão de um adepto, que se estivesse num país decente, seria de imediato entregue pelos outros adeptos, como j+á aconteceu no ano passado com o Bétis de Sevilha, por exemplo. E estamos a falar do treinador! No relvado mais do mesmo: Di Maria recebe amarelo não por agredir mas por ser agredido, Coentrão também é amarelado num lance em tudo idêntico a um que Fucile protagonizaria poucos minutos depois mas aí o cartão ficou, naturalmente, no bolso, Javi também foi admoestado. Há um penalty claro como água que não é assinalado por mão de Hulk, jogador que voltou a simular penalties em quantidades industriais. Ficamos por aqui? Nem por isso... o golo do Porto é em fora-de-jogo nítido e tão claro que nem uma câmara da Sporttv ou as suas fabulosas linhas oblíquas conseguem desmentir, sem esquecer as acusações gravíssimas e verdadeiras que João Gabriel protagonizou na conferência de imprensa, quando disse que os responsáveis da Polícia do Porto afirmaram que o autocarro não foi sequer apedrejado. Nomeação cirúrgica do senhor Olegário, em 12 minutos ditou quem ficaria de fora do jogo com o Rio Ave. Quem se segue na próxima jornada: Jorge Sousa (AF Porto) ou Cosme Machado (AF Braga)?

Em Braga mais do mesmo, já nos habituámos: depois das duas vitórias sobre o Marítimo com um penalty incrível, numa ocasião, e uma bola fora das quatro linhas noutra, depois do jogo Braga x Benfica, depois da vitória em casa frente ao Guimarães, depois do Leiria, depois dos bilhetes oferecidos em 5 ou 6 jogos com deslocações já pagas, já só faltava comprarem o guarda-redes titular do Paços e ainda marcarem nesse lance em fora-de-jogo. Só faltava isso mesmo. E foi o que aconteceu, naturalmente. "O Braga já é campeão", diz o palhaço do treinador que parece que levou um tiro no queixo, "ai o Mossoró, o Vandinho, pobrezinhos que agrediram quem eles no fundo é que ajudaram". Ó Domingos, que te nasça um pinheiro no dito.

O Porto ainda virá a Lisboa, mais precisamente a Oeiras, para a final da Taça de Portugal. Serão, como é de esperar, muito bem recebidos. Não sou a favor da violência, acabo de fazer um post a condena-la, mas não difícil de adivinhar o que vai acontecer aquela... vá... gente quando cá vier. Condeno a violência, mas não sou hipócrita ao ponto de dizer "oh que pena" quando o autocarro deles for apedrejado. Não vou festejar, obviamente, mas também não contem comigo para chorar e apelar aos coitadinhos porque sabemos quanto aquela gente vale. Querem hipocrisia? Vão a outro lado.

Mas também sou muito sincero quando vos digo o seguinte: as possibilidades do Benfica em ganhar o campeonato são, à partida, muitas. Mas depois do que vi hoje, depois do que se passou na viagem, depois do condicionamento em 12 minutos, depois de um golo em fora-de-jogo no nosso jogo e de um frango com mala de dinheiro e ainda em fora-de-jogo noutro... meus amigos, vai ser muito difícil. Nesta merda de país que se chama Portugal, onde as coisas são feitas tão às claras e tão mal, os de sempre passarão impunes. Eu comprava já Carlos Fernandes para a próxima época. Vai ser um semana dificílima, é preciso ser, durante esta semana, do Benfica! Mas repito: vai ser muito, muito, mas muito difícil pontuar em casa com o Rio Ave. Cosme Machado ou Jorge de Sousa? Façam as vossas apostas.

sábado, 1 de maio de 2010

São Porto e continuarão a ser Porto

O FC Porto, enquanto instituição, é repugnante. Não que seja novidade, mas é sempre importante recorda-lo. Nos últimos dias temos assistido a um pouco de tudo, ao estilo de um qualquer país da África subsariana: vandalizam as Casas do Benfica (Porto, Gaia, Ermesinde, Évora, Braga, Famalicão, Viana do Castelo e Bragança), atacam à pedrada o autocarro que transporta a equipa e staff encarnados, emitem comunicados pela voz do líder da claque mais representativa a "lavar as mãos" do que poderá, e irá, ocorrer, têm a polícia local na mão como cúmplice, até já li que membros dos superdragões têm quartos no hotel onde o Benfica se encontra alojado.

Uma coisa é certa: com a actual situação do país, que extravasa em muito o futebol, se esta "guerra" promovida pelo Porto rebenta, não quero imaginar o que pode estar para vir, seria impensável estarmos à beira de uma situação semelhante à da Grécia.

O que vale é que o bom senso da direcção benfiquista se fez ouvir. É, como diz o comunicado, "apenas um jogo de futebol". Bom, pelo menos assim deveria ser. Mas até quando durará a paciência dos adeptos benfiquistas? Quando morrer a primeira pessoa no meio desta confusão toda, aí rebenta o caos.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Adeptos e adeptos, uma história diferente

Há dois anos, no Verão, fiz uma viagem ao centro da Europa para visitar cidades, regiões e países aos quais nunca tinha ido, Praga, Áustria e Baviera. A viagem é fantástica, aconselho a faze-la, vêem-se paisagens lindíssimas, respira-se uma cultura diferente e conhecem-se pessoas que têm autênticas histórias de vida.

Conheci nessa viagem o Sr. Folgosa, casado, com dois filhos, é um benfiquista fervoroso. Respira futebol, vive o seu clube, tem lugar cativo no Estádio da Luz há já muitos anos, sabe de cor os lances, as jogadas, descreve-as na perfeição. Fala à Benfica, vive à Benfica. É um super-adepto. Passados quase dois anos e milhares de quilómetros depois, voltei a encontra-lo nas sempre complicadas entradas do lado do Colombo do nosso Estádio, na zona antes de passar os primeiros stewards. Dois ou três dedos de conversa e lá foi cada um para sua bancada.

Durante o jogo passou-se aquilo que nós sabemos. Numa claque organizada, que são, mesmo que o desmintam eles mesmos ou na TV, um grupo de elementos, um bando de arruaceiros, vadios, conspurcadores do nome "Benfica", resolveu voltar a manchar o nome do clube. Não que todas as pessoas pertencentes à claque se identifiquem com aquele comportamento, mas não é nenhum grupo de anjinhos que ali está. Depois da pouca vergonha que foi, ainda tiveram a lata de cantar "Todos querem saber quem nós somos", mostrando-se uns valentões, quais criancinhas. "Há pessoas que se dedicam à claque e gastam muitas horas, para aparecer meia dúzia de otários de vez em quando a estragar tudo", já dizia o mítico líder do grupo. Pelos vistos, os otários dos petardos, do tráfico de armas e do tráfico de droga pululam na claque. Tenho muitas dúvidas que gostem mais do clube que da própria claque.

E não me venham dizer sem as claques estaríamos na "ópera" tal seria o silêncio. Viram o que aconteceu em Inglaterra? A partir do dia em que acabaram com as claques, as famílias passaram a poder ir ao futebol descansadas, o espectáculo é garantido e o ambiente é sem dúvida o melhor do mundo. É a festa do futebol em estado puro. Sem claques.

O Benfica, clube ecléctico e presente em todas as áreas e estratos sociais, tem um grupo de adeptos tudo menos homogéneo. Queremos adeptos como os No Name, ou queremos adeptos como o senhor Folgosa, que tem cativo, que ouve o público, sente o ambiente, fala à Benfica, vive à Benfica, mas não pode ver o Benfica porque é cego? Afinal de contas, de que tipo de adeptos precisamos?

sábado, 3 de abril de 2010

Cardinal, esse porco

Quem não sabe fica a saber: Fernando Cardinal é um jogador de futsal do Sporting, com passagem pelo Freixieiro e que nutre um grande "amor" pelo Benfica e pelos benfiquistas. Formado na "escola" Super Dragões, da qual fez parte durante uns bons anos, referiu há semana e meia, numa entrevista a A Bola, que nunca jogará pelo Benfica e que odeia o clube. No jogo contra o Sporting, a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal, passou-se isto:





Quero ver o que [não] vai acontecer.

domingo, 21 de março de 2010

Fechem as gasolineiras, de norte a sul


Fechem as gasolineiras, os produtos serão roubados. Fechem as gasolineiras, vão abastecer e não pagar. Fechem as gasolineiras, vão partir e vandalizar as lojas. Fechem as gasolineiras, vão violar as empregadas. Fechem as gasolineiras, também violam os empregados, há uns quantos rabichos. Fechem as gasolineiras, pela vossa saúde.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Mentindo com quantos dentes tem na boca

Esta reportagem do jornalista da SIC, Nuno Pereira roça o nojento. Já nem falo de mau profissionalismo, isso é um hábito, infelizmente, mas o que aquela peça tenta transmitir aos telespectadores é falso. Falso! Mentiu conscientemente. É perfeitamente visível que são os adeptos do Sporting quem começa a apedrejar o autocarro espanhol, onde seguiam os adeptos do Atlético, sem qualquer tipo de armas como se pode ver nas imagens. "Defender a casinha", diz Nuno Pereira... enfim, ridículo.

Foi uma pena a SIC não ter captado (ou se calhar captou, mas não quis transmitir) as imagens que a RTP possui: na peça do jornalista Pedro Martins, é referido e mostrado que são os adeptos do Atlético as vítimas da fúria leonina, não só das claques mas também de adeptos supostamente normais. Vê-se a carrinha de reportagem da RTP ser atingida por tochas lançadas pelos sportinguistas, vê-se o jornalista da RTP ser apedrejado, vêem-se adeptos do Atlético, mesmo em dificuldades, serem agredidos.

E ainda há tempo para dois momentinhos deprimentes: um, protagonizado pelo jovem Rúben, membro da Juve Leo, que se queixou, num discurso atabalhoado que não consegui distinguir se era de bêbedo, drogado ou de mero idiota, de que a polícia portuguesa "não poderia ter balas de borracha porque poderia acertar em alguém e aleijar uma pessoa" (por mim, a Polícia portuguesa devia era ter a mesma liberdade da americana, mas isso é outra história); o outro tesourinho deprimente foi o discurso de Fernando Mendes, líder da Sénior, perdão, Juve Léo, dizendo que aquilo parecia a batalha de Aljubarrota, e ainda se vangloriou de ter agredido uns quantos espanhóis, independentes das claques, à saída do metro. Ainda teve tempo para dizer que os espanhóis eram nojentos e que ele tinha filhos de 2 e 7 anos (por que é que os filhos foram ali chamados? Não faço ideia). Fez-me lembrar um outro discurso sobre Espanha...

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Passarão incólumes


Ontem, algures entre o Areeiro e as Olaias, num pavilhão com muito poucas condições para um derby, Benfica e Sporting disputaram o clássico dos clássicos do desporto português, em Andebol. O Sporting venceu e bem, fruto das muitas ausências na equipa encarnada, passando pelo treinador, José António Silva, num caso que a Tertúlia Benfiquista tem acompanhado, muito bem, a par e passo, mas também pelos jogadores, tais como João Ferreirinho, Nikola Miricki, Bozidar Navodeza, Jerónimo e também, na segunda parte, Carlos Carneiro.

No entanto, e também um pouco na sequência daquilo que escrevi há uns posts atrás sobre as claques, o comportamento dos adeptos do Sporting foi nojento, vergonhoso e pouco dignificante para um clube que se diz grande. Insultos como "macaco!", ou outros, sem esquecer os sons a imitar símios, na direcção do atleta benfiquista na imagem, João Lopes, passarão, certamente, incólumes aos olhos da (in)justiça desportiva reinante em Portugal. É o país e os adeptos que temos.

sábado, 19 de setembro de 2009

Claques

Não simpatizo com as claques. Já o tinha dito, ou, pelo menos, dado a entender aqui no blog por mais que uma vez. No entanto, não quero com isto dizer que não reconheço o seu papel no apoio às equipas, nomeadamente no futebol. E quando se fala em futebol, diz-se, claro, Benfica. É precisamente sobre as claques do Benfica que versa este post.


Nascidos em 1982, fruto da união de um grupo de adeptos do 2º anel do velhinho Estádio da Luz, os Diabos Vermelhos foram a 1ª claque organizada do Sport Lisboa e Benfica, a segunda a nível nacional (a Juve Leo é a mais antiga). Os seus membros eram, maioritariamente, jovens, sendo o factor "novidade" fundamental para a formação e crescimento do grupo organizado. Localizados na parte norte do antigo Estádio, os Diabos foram, durante 10 anos, e a par do terceiro anel, a grande força de apoio dos jogadores do Benfica. Contudo, e numa altura em que a claque gozava de privilégios hoje não vistos, deu-se uma cisão no grupo que motivou a formação de uma nova claque, no topo sul do Estádio. Este novo grupo quis adoptar o nome da claque original, mas, estando este uma vez registado, ficaram "sem nome", daí a origem do epíteto No Name Boys. Com a ascensão deste novo grupo, deu-se o princípio da queda dos Diabos, que em determinada altura chegaram a ter menos de 100 sócios. No entanto, com o passar dos anos e entrada no novo século, deu-se um maior equilíbrio entre as claques, pese embora o maior apoio, ainda hoje, dos No Name. Ainda neste último jogo do Benfica, ao olhar para a esquerda vi centenas de adeptos com bandeiras à Benfica (finalmente!) e faixas de apoio com o lema do falecido Gullit, "Sempre Presentes"; ao olhar para a direita, mão vejo senão menos que 30 adeptos, esforçados, mas sem a força de outros tempos. No Estádio da Luz, os Diabos Vermelhos de hoje são uma amostra daquilo que foram. "Poucos, mas bons?" Sim, são bons, mas em número não chegam.

No entanto, para além dos tifos (coreografias), cânticos e faixas, as claques são conhecidas pelo lado da selvajaria. É frequente ouvirmos falar de confrontos planeados, tráfico de droga e armas, assaltos a gasolineiras e ligações à extrema-direita, entre tantos outros problemas. No Benfica, as claques não são excepção. O caso da morte de Rui Mendes, na final da Taça de Portugal de 1996 é um exemplo disso mesmo. Selvajaria. Não quero com isto dizer que todos os membros da claque são uns "animais", mas basta haver 10 que o sejam para haver 100 que os sigam. É assim mesmo. Há tempos, em Espanha, um jornalista com o pseudónimo de Antonio Salas infiltrou-se na claque do Real Madrid, Ultras Sur, onde permaneceu praticamente um ano, tendo saído desta assim que pôde. Após a saída, escreveu o livro Diario de un Skin, onde fala do tráfico de droga, dos combates planeados e ainda das ligações neonazis com as claques Brigadas Blanquiazules e Irriducibili, do Espanyol de Barcelona e SS Lazio, respectivamente.

Claro que os Diabos Vermelhos e os No Name Boys não são tão radicais como estas claques de Real, Espanyol e Lazio. Na Luz ou fora dela, no estádio ou nos pavilhões, as nossas claques desempenham o seu papel de apoio ao clube e aos jogadores, cantando, gritando, empurrando o Benfica à vitória. Nos últimos 5 anos, são menos graves e menos frequentes os acidentes com as nossas claques. Assim de repente, lembro-me de poucos episódios tristes: quando adeptos dos No Name tentaram subir do piso 0 ao piso 1 para agredir um adepto que lhes tinha puxado uma bandeira, isto após alguém da claque ter passado uns bons 20 minutos a exibir a bandeira, tapando a vista ao adepto; o caso das pedras na Academia de Alcochete, apesar de a culpa não ser exclusivamente da nossa claque; e ainda a história de um autocarro ardido, apesar de não se saber quem o fez, as suspeitas recaíram, claro, nos membros das claques. Ganham a fama...

Posto isto, o que fazer? Acabar com as claques? Há uns tempos, aqui no blog, um dos nossos habituais leitores, não me lembro se o Velho Estilo, o Do Sul, ou o Tiago No Name, disse quem sem eles, o Estádio da Luz parecia uma missa. Em parte, é bem verdade. Eu, por exemplo, não compreendo como é que muitos sócios não se levantam para cantar o hino do clube, argumentando que "o hino é para ser ouvido, não para ser cantado". Outra coisa que não entendo bem é a história da legalização das claques. E não entendo pelo seguinte: os dirigentes sabem quem lá vai, uma vez que as entradas são feitas com o cartão de sócio (e parto do princípio que os membros das claques são sócios); os adeptos, se não têm nada a temer, também não deveriam ter problemas em registarem-se. É normal que não queiram sentir-se controlados. Menos normal é querem ser ilegais à força, exibindo um pano com a inscrição "Sou ilegal e isso me envaidece". Ambas as partes hão-de ter as suas razões, mas já agora, gostaria de saber quais são.

Mas como dizia no parágrafo anterior, os jogos sem as claques seriam bem diferentes. Para melhor ou para pior, fica ao critério de cada um. Há quem diga que estaríamos na "missa", opinião de que partilho, mas se formos a olhar para o exemplo inglês, as coisas mudam de figura. Desde a extinção das claques inglesas que o futebol britânico passou a ser bem melhor. Mais que um jogo, é um espectáculo. Ouvir sócios ou simples adeptos gritarem "Glory, Glory Man United", ou entoarem o "You'll never walk alone", esteja o Liverpool a ganhar ou a perder, é simplesmente fantástico. Em Inglaterra, mesmo sem claques, penso que é unânime entre nós, benfiquistas, que estão lá os melhores adeptos do Mundo, que fazem da Premier League a melhor liga europeia. É uma questão de mentalidades: em Portugal, apoia-se a equipa quando ganha, mas sempre baixinho; em Inglaterra, canta-se e apoia-se do início ao fim, independentemente do resultado exibido no marcador. Estádios vazios por cá, estádios cheios por lá. É essa a diferença.

Acho difícil que tal cenário se verifique no Benfica, e por extensão em Portugal, mas seria certamente muito bonito. Para além da falta de qualidade do nosso campeonato, há o preço exorbitante dos bilhetes. Algum dia o Estádio Municipal de Leiria, com lugar para 30.000 espectadores ficará lotado num escaldante U. Leiria x Naval, com bilhetes com um preço médio de 15 euros? Nunca, meus caros, nunca. Mas já houve melhores tempos, mesmo por cá. Hoje em dia, em jogos para o campeonato, o Estádio da Luz enche por duas ocasiões: recepção a Sporting e FC Porto. Fora estes, as boas assistências verificam-se, geralmente, com o Vitória SC e com o Boavista, não esquecendo a primeira e última jornadas. Fora isso, raramente são atingidas marcas acima dos 40.000 lugares ocupados. Noutros tempos, como dizia, o Estádio enchia, ou andava perto disso, em quase todos os jogos. A força, sim, aquela responsável pelos "15 minutos à Benfica", não vinha das claques, que não existiam, mas sim do mítico 3º anel, pulmão do Benfica dos anos 50, 60, 70 e 80. Por apenas uma vez, na nova Luz, vi esse mesmo espírito, num infernal Benfica x Manchester United de finais de 2005, com golos de Geovanni e Beto. Nem com Porto, Sporting, Barcelona, Liverpool, Inter ou outros grandes clubes que defrontámos em jogos oficiais, se verificou tamanho Inferno, como foi esse jogo de Dezembro de 2005. Dantes, era regra, hoje, é excepção.


Por mim, o futebol não teria claques. Mas para isso acontecer, era preciso que, dentro do Estádio, todos os adeptos cantassem e apoiassem os seus clubes como as claques, ou os adeptos ingleses, fazem. O grande problema das claques é extra-futebol. Fora dos estádios.

Já agora, e aproveitando o facto de ter leitores dos Diabos e dos No Name, deixo-vos as seguintes questões, à espera de resposta. Por que é que os Diabos continuam tão afastados do Estádio da Luz? Por que é que os No Name mudaram radicalmente as bandeiras, para apenas bandeiras com símbolos do Benfica?

Por fim, uma sugestão para as nossas claques: parecendo que não, são muitos os Diabos e os No Name de norte a sul do país. Por isso, que tal um pouco mais de organização para marcarem presença com maior frequência nos pavilhões onde as modalidades do Benfica jogam, nomeadamente o pavilhão da Luz. Não foi a primeira nem será a última vez que vi jogos no nosso pavilhão onde não estava presente ninguém de uma claque. Como disse, anteriormente, não sou a favor das claques, mas este sentimento de que sem elas, o futebol não era a mesma coisa é ambíguo, sei disso bem. É estranho, mas é assim.

P.S. O que é feito de uma claque de apoio ao nosso Hóquei em Patins que surgiu há dois anos ou no ano passado (já não me lembro bem)? Já acabou?

domingo, 28 de junho de 2009

A melhor legenda para esta foto não ganha prémio


E no Record Online...

22:34 - diogo pessoa
Por ser um verdadeiro sportinguista, tenho pena que o Fernando Mendes seja lider da Juve Leo. Vê se que é apaixonado pelo sporting mas não o mostra, alias arruina a imagem do sporting. Provou hoje que não tem nada na cabeça quando incentivou todos os adeptos sportinguistas a partirem para a violência juntamente com ele contra as claques benfiquistas. Acho vergonhoso e ele devia repensar as suas atitudes ou então deveria ser relegado da sua posição na massa associativa do clube. Vergonha.

sábado, 27 de junho de 2009

Animais

São sempre os mesmos. Hoje, voltaram a envergonhar o Sport Lisboa e Benfica. Os energúmenos de sempre conseguiram, desta vez, suspender um jogo do campeonato nacional de juniores, entre o Sporting e o Benfica, no qual a nossa equipa poderia tornar-se campeã. Insultaram e apedrejarm. Colocaram várias pessoas em pânico, entre as quais os próprios jogadores que estiveram nas bancadas à procura das famílias. Feriram. E passarão novamente incólumes.

Quem pensa que os adeptos do Sporting são melhores, desengane-se. São igualmente vergonhosos. Dirigiram a raiva e a frustração acumuladas contra a tribuna da comunicação social, atingindo Jorge Jesus, treinador do Benfica.

Sem querer entrar em comparações demasiado profundas, lembram-se do que aconteceu em Heysel Park? Um dia, poderá acontecer o mesmo em Portugal. Não sou a favor da legalização das claques. Sou a favor da extinção.

Intitulam-se de "Ultras", de "Claques do Benfica". Mal sabem que a verdadeira e única claque do nosso clube já existia muito, mas mesmo muito antes deles. Chama-se Terceiro Anel, e impulsionou o Benfica para as maiores vitórias da sua História.

P.S. Censuraremos os comentários que forem precisos. Os que não tiverem insultos de maior (e vejam como estou a ser simpático...) passarão. Neste momento, 1-0 ganha o Sporting em comentários censurados. Eu bem digo que nem uns nem outros se sabem comportar.